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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Polícia Ambiental vigia área do Pará onde desapareceu madeira apreendida
O Ibama enviou hoje quatro policiais ao município de Porto de Moz, no Pará, para vigiar o local onde está um lote de madeira apreendida no ano passado. A ordem foi do chefe de fiscalização do Ibama de Santarém, Manoel Costa Filho, depois da constatação que parte do lote fiscalizado.
E apreendido no ano passado havia desaparecido. Os policiais do Pelotão Ambiental permanecem no local até que uma equipe de fiscais seja deslocada para fazer a medição e, em seguida, avaliações da apreensão. De acordo com a área de comunicação do Ibama, o desaparecimento do material foi constatado em virtude de comparação fotográfica entre as fotos tiradas pela equipe de Brasília na época da apreensão, em 2003, e as realizadas recentemente pela equipe de Santarém.
A fiscalização em dezembro do ano passado foi realizada por servidores do Ibama de Brasília, tendo em vista que os da gerência de Santarém se encontravam em greve. Acrescenta ainda que a madeira, na época, não foi medida. A equipe fez uma estimativa da quantidade, o que dificulta, segundo a assessoria, afirmar a quantidade que sumiu do local.
Ambientalistas do movimento Greenpeace calculam que 48 mil metros cúbicos de madeira tenham desaparecido. O material estava sob custódia da madeideira infratora. O Greenpeace encaminhou a denúncia para o Ibama, Ministério do Meio Ambiente e Ministério Público Federal do Pará.
Fonte: Panorama Brasil – 30/06/2004
E apreendido no ano passado havia desaparecido. Os policiais do Pelotão Ambiental permanecem no local até que uma equipe de fiscais seja deslocada para fazer a medição e, em seguida, avaliações da apreensão. De acordo com a área de comunicação do Ibama, o desaparecimento do material foi constatado em virtude de comparação fotográfica entre as fotos tiradas pela equipe de Brasília na época da apreensão, em 2003, e as realizadas recentemente pela equipe de Santarém.
A fiscalização em dezembro do ano passado foi realizada por servidores do Ibama de Brasília, tendo em vista que os da gerência de Santarém se encontravam em greve. Acrescenta ainda que a madeira, na época, não foi medida. A equipe fez uma estimativa da quantidade, o que dificulta, segundo a assessoria, afirmar a quantidade que sumiu do local.
Ambientalistas do movimento Greenpeace calculam que 48 mil metros cúbicos de madeira tenham desaparecido. O material estava sob custódia da madeideira infratora. O Greenpeace encaminhou a denúncia para o Ibama, Ministério do Meio Ambiente e Ministério Público Federal do Pará.
Fonte: Panorama Brasil – 30/06/2004
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(GERAL)














