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Notícias
11
abr
2011
(EXPORTAÇÃO)
China deve ser o maior importador do Brasil em 2011, diz Ipea
O (Ipea) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, divulgou nesta semana, uma série de estudos dividida em três partes sobre as relações econômicas entre Brasil e China. De acordo com as duas primeiras porções de conclusões divulgadas, a China, que já é o maior comprador de produtos brasileiros desde 2009, deve se tornar ainda este ano também o país do qual mais importamos.
A previsão se baseia numa tendência verificada ao longo da última década, entre 2001 e 2010, o fluxo de investimentos diretos da China no Brasil cresceram 66,3%, indo de US$ 20.256 milhões para US$ 33.705 milhões. Ainda segundo o Ipea, os produtos brasileiros que detêm participações mais significativas no total de importações chinesas são o fumo (46%), as oleaginosas (35%), preparação de hortículas e frutas (21%), minérios (19%) e pasta de madeira e celulose (12%).
Entretanto, com a crescente compra de terras brasileiras por chineses (dados do Incra falam em 5,5 milhões de hectares, mas o relatório estima que já são 7 milhões), os importadores do gigante asiático estariam se interessando mais por mercadorias elaboradas, ligados às indústrias automobilística, informática, telecomunicações, eletrodomésticos e eletroeletrônicos.
A previsão se baseia numa tendência verificada ao longo da última década, entre 2001 e 2010, o fluxo de investimentos diretos da China no Brasil cresceram 66,3%, indo de US$ 20.256 milhões para US$ 33.705 milhões. Ainda segundo o Ipea, os produtos brasileiros que detêm participações mais significativas no total de importações chinesas são o fumo (46%), as oleaginosas (35%), preparação de hortículas e frutas (21%), minérios (19%) e pasta de madeira e celulose (12%).
Entretanto, com a crescente compra de terras brasileiras por chineses (dados do Incra falam em 5,5 milhões de hectares, mas o relatório estima que já são 7 milhões), os importadores do gigante asiático estariam se interessando mais por mercadorias elaboradas, ligados às indústrias automobilística, informática, telecomunicações, eletrodomésticos e eletroeletrônicos.
Fonte: M&M online/Adaptado por Celulose Online
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