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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Exportações de produtos de madeira crescem 39,8% nos primeiros cinco meses
As exportações do setor de produtos de madeira crescem a cada mês, comprovando a expectativa anunciada no começo do ano. Nos cinco primeiros meses de 2004, as exportações somaram mais de US$ 1.364 milhões, 39,8% a mais que de janeiro a maio do ano anterior. “Esse crescimento do setor é superior ao apresentado pelo total das exportações brasileiras no mesmo período analisado”, compara o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente – ABIMCI, Odelir Battistella.
O Estado do Paraná foi responsável por mais de US$ 417 milhões nos primeiros cinco meses desse ano, 30,5% das exportações de produtos de madeira do país. O Paraná é o primeiro exportador do segmento. Em 2003, os negócios com o mercado internacional contabilizaram mais de US$ 758 milhões. “A tendência é de contínuo crescimento”, afirma Battistella. O Estado é o terceiro com maior área de florestas plantadas de Pinus e Eucalipto no Brasil, as duas espécies mais utilizadas para o abastecimento das indústrias no país. Segundo dados do Instituto Ambiental do Paraná - IAP, mais de 97% do volume total de toras produzidas no Paraná são provenientes de florestas plantadas.
Já Santa Catarina, segundo principal Estado exportador do setor, passou de US$ 157 milhões de janeiro a maio de 2003 para US$ 193 milhões no mesmo período deste ano. O valor representa 14% do total das exportações de produtos de madeira do país durante esses cinco primeiros meses. Em 2003, os negócios com o mercado internacional contabilizaram mais de US$ 401 milhões. Com bons resultados, o setor de base florestal é responsável por 57 mil empregos diretos no Estado, mais de 14% do total empregado por essa área no Brasil. Somados aos empregos indiretos e informais, esse número pode chegar a 400 mil pessoas ligadas às atividades de processamento mecânico da madeira.
Certificação
A possível queda das exportações esperada nesse início de ano acabou não se confirmando. Com a exigência da marca de conformidade européia CE Marking para os produtos de madeira brasileiros desde abril, apenas empresas com o selo podem exportar painéis de compensado para os países da Comunidade Européia. A principal exigência é quanto aos produtos para uso estrutural na construção. Entretanto, de acordo com representantes da ABIMCI que estiveram em Londres em maio, mesmo produtos para outros fins exportados por países concorrentes ao Brasil já estão entrando na Europa com a certificação.
No Brasil, o selo é emitido pelo Programa Nacional de Qualidade da Madeira, desenvolvido pela Abimci desde 1999, por meio de um acordo assinado com a certificadora européia BM Trada. Das 61 empresas brasileiras participantes do processo para obtenção do CE Marking através do PNQM, 19 estão certificadas no nível 4 (não estrutural), 9 receberam um certificado provisório no nível 2+ (de uso estrutural) e devem iniciar imediatamente uma nova etapa de testes para obter o certificado definitivo. A Compensado e Laminados Lavrasul, de Canoinhas – Santa Catarina, é a primeira no Brasil a receber o selo definitivo para os produtos de uso estrutural.
Fonte: INTERACT Comunicação – 29/06/2004
O Estado do Paraná foi responsável por mais de US$ 417 milhões nos primeiros cinco meses desse ano, 30,5% das exportações de produtos de madeira do país. O Paraná é o primeiro exportador do segmento. Em 2003, os negócios com o mercado internacional contabilizaram mais de US$ 758 milhões. “A tendência é de contínuo crescimento”, afirma Battistella. O Estado é o terceiro com maior área de florestas plantadas de Pinus e Eucalipto no Brasil, as duas espécies mais utilizadas para o abastecimento das indústrias no país. Segundo dados do Instituto Ambiental do Paraná - IAP, mais de 97% do volume total de toras produzidas no Paraná são provenientes de florestas plantadas.
Já Santa Catarina, segundo principal Estado exportador do setor, passou de US$ 157 milhões de janeiro a maio de 2003 para US$ 193 milhões no mesmo período deste ano. O valor representa 14% do total das exportações de produtos de madeira do país durante esses cinco primeiros meses. Em 2003, os negócios com o mercado internacional contabilizaram mais de US$ 401 milhões. Com bons resultados, o setor de base florestal é responsável por 57 mil empregos diretos no Estado, mais de 14% do total empregado por essa área no Brasil. Somados aos empregos indiretos e informais, esse número pode chegar a 400 mil pessoas ligadas às atividades de processamento mecânico da madeira.
Certificação
A possível queda das exportações esperada nesse início de ano acabou não se confirmando. Com a exigência da marca de conformidade européia CE Marking para os produtos de madeira brasileiros desde abril, apenas empresas com o selo podem exportar painéis de compensado para os países da Comunidade Européia. A principal exigência é quanto aos produtos para uso estrutural na construção. Entretanto, de acordo com representantes da ABIMCI que estiveram em Londres em maio, mesmo produtos para outros fins exportados por países concorrentes ao Brasil já estão entrando na Europa com a certificação.
No Brasil, o selo é emitido pelo Programa Nacional de Qualidade da Madeira, desenvolvido pela Abimci desde 1999, por meio de um acordo assinado com a certificadora européia BM Trada. Das 61 empresas brasileiras participantes do processo para obtenção do CE Marking através do PNQM, 19 estão certificadas no nível 4 (não estrutural), 9 receberam um certificado provisório no nível 2+ (de uso estrutural) e devem iniciar imediatamente uma nova etapa de testes para obter o certificado definitivo. A Compensado e Laminados Lavrasul, de Canoinhas – Santa Catarina, é a primeira no Brasil a receber o selo definitivo para os produtos de uso estrutural.
Fonte: INTERACT Comunicação – 29/06/2004
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