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Notícias
02
abr
2011
(EXPORTAÇÃO)
Na Argentina hoje se industrializa a metade da madeira que produz
“A indústria florestal argentina está desperdiçada, segundo o diretor da Celulosa Argentina, José Urthbey, uma vez que está industrializando somente 50% da oferta da madeira nas florestas cultivadas na Argentina.”
Urtubey, que é vice-presidente da Asociación Forestal Argentina (AFoA) e assessor para Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación (FAO, por suas siglas em inglês) expressou que para reverter a situação, a Argentina necessita “receber investimentos imediatos pelo menos U$S 3.000 milhões, para implementar o valor social e econômico de um recurso renovável”.
As possibilidades da indústria nacional são enormes se considerarmos que existem 1,1 milhão de hectares de florestas cultivadas, onde pode desenvolver a atividade florestal – que hoje ocupa 90% desse espaço, segundo a AFoA – As empresas que trabalham na Argentina exportam em torno de US$ 1000 milhão e dão emprego a 500 mil trabalhadores.
O grande potencial nacional está desaproveitado, duas das principais empresas do setor que operam na Argentina se refugiaram do país. Tanto CMPC como Alto Paraná, ambas de capitais chilenos, estão reduzindo as operações na Argentina, após a última crise.
Em outubro de 2010, uma das maiores serrarias na América Latina, Bossetti, localizada na província de Misiones e de propriedade da Alto Paraná, encerrou suas operações pela contração das exportações. Orientado quase que exclusivamente para a exportação de pinus, não conseguiu superar forte redução da demanda internacional por madeira, que começou com a crise de 2008.
Paralelamente, surgiu em dezembro passado que a empresa CMPC, segundo maior produtor chileno, começou a vender sua subsidiária Forestal Argentina Bosques del Plata, que tem 65 mil hectares de florestas plantadas, especialmente pinus, na Argentina. Segundo o El Cronista apurou ainda não ha comprador para esta unidade de negócio.
Por ocasião da celebração do Dia Mundial das Florestas, o presidente da AFoA, Adrian Lerer, apontou para a necessidade de promover as plantações florestais sustentáveis para tirar a pressão do uso de florestas nativas. A Argentina tem 30 milhões de hectares destas florestas, que capturam e armazenam água e podem desempenhar um papel importante no fornecimento de água potável para milhões de pessoas.
De acordo com o último relatório da FAO, no ano de 2025, cerca de 1.800 milhões de pessoas vivem em regiões com escassez absoluta de água, e dois terços da população mundial sofrerá condições de escassez de água.
O relatório conclui que as árvores ajudam a reduzir os riscos relacionados com a água, tais como deslizamentos, inundações e seca local, e ajudar a evitar a desertificação e a salinização.
Urtubey, que é vice-presidente da Asociación Forestal Argentina (AFoA) e assessor para Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación (FAO, por suas siglas em inglês) expressou que para reverter a situação, a Argentina necessita “receber investimentos imediatos pelo menos U$S 3.000 milhões, para implementar o valor social e econômico de um recurso renovável”.
As possibilidades da indústria nacional são enormes se considerarmos que existem 1,1 milhão de hectares de florestas cultivadas, onde pode desenvolver a atividade florestal – que hoje ocupa 90% desse espaço, segundo a AFoA – As empresas que trabalham na Argentina exportam em torno de US$ 1000 milhão e dão emprego a 500 mil trabalhadores.
O grande potencial nacional está desaproveitado, duas das principais empresas do setor que operam na Argentina se refugiaram do país. Tanto CMPC como Alto Paraná, ambas de capitais chilenos, estão reduzindo as operações na Argentina, após a última crise.
Em outubro de 2010, uma das maiores serrarias na América Latina, Bossetti, localizada na província de Misiones e de propriedade da Alto Paraná, encerrou suas operações pela contração das exportações. Orientado quase que exclusivamente para a exportação de pinus, não conseguiu superar forte redução da demanda internacional por madeira, que começou com a crise de 2008.
Paralelamente, surgiu em dezembro passado que a empresa CMPC, segundo maior produtor chileno, começou a vender sua subsidiária Forestal Argentina Bosques del Plata, que tem 65 mil hectares de florestas plantadas, especialmente pinus, na Argentina. Segundo o El Cronista apurou ainda não ha comprador para esta unidade de negócio.
Por ocasião da celebração do Dia Mundial das Florestas, o presidente da AFoA, Adrian Lerer, apontou para a necessidade de promover as plantações florestais sustentáveis para tirar a pressão do uso de florestas nativas. A Argentina tem 30 milhões de hectares destas florestas, que capturam e armazenam água e podem desempenhar um papel importante no fornecimento de água potável para milhões de pessoas.
De acordo com o último relatório da FAO, no ano de 2025, cerca de 1.800 milhões de pessoas vivem em regiões com escassez absoluta de água, e dois terços da população mundial sofrerá condições de escassez de água.
O relatório conclui que as árvores ajudam a reduzir os riscos relacionados com a água, tais como deslizamentos, inundações e seca local, e ajudar a evitar a desertificação e a salinização.
Fonte: Faima
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