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Notícias
31
mar
2011
(MÓVEIS)
São Paulo reduz ICMS para móveis
A "guerra fiscal" promovida pelos estados, com intuito de resguardar o mercado interno e fomentar o desenvolvimento local, teve um novo capítulo nesta semana, afetando diretamente o segmento de móveis.
O governo de São Paulo anunciou uma redução de 7% no valor do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) para os móveis fabricados no Estado. Em termos de comparação, o valor chega a ser 5% menor do que as empresas gaúchas pagam no Rio Grande do Sul.
O mercado gaúcho, inclusive, deve ser um dos que mais sentirá o impacto desta redução. Estima-se que em torno de 30% dos móveis produzidos no Rio Grande do Sul sejam vendidos para o mercado paulista, o maior consumidor do País.
Em entrevista concedida ao portal Clic RBS, do Rio Grande do Sul, o presidente da Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs), Ivo Cansan, disse que os executivos do setor devem fazer um estudo aprofundado dos impactos causados pela medida paulista, e apresentá-lo ao governo gaúcho. "O impacto será muito grande para quem produz para vender para São Paulo. Perde muita competitividade. Mesmo que só 5% destes 30% sejam afetados, ainda representa muito para a indústria gaúcha, o equivalente ao que se vende para mais de três estados juntos", avalia Cansan.
O governo de São Paulo anunciou uma redução de 7% no valor do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) para os móveis fabricados no Estado. Em termos de comparação, o valor chega a ser 5% menor do que as empresas gaúchas pagam no Rio Grande do Sul.
O mercado gaúcho, inclusive, deve ser um dos que mais sentirá o impacto desta redução. Estima-se que em torno de 30% dos móveis produzidos no Rio Grande do Sul sejam vendidos para o mercado paulista, o maior consumidor do País.
Em entrevista concedida ao portal Clic RBS, do Rio Grande do Sul, o presidente da Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs), Ivo Cansan, disse que os executivos do setor devem fazer um estudo aprofundado dos impactos causados pela medida paulista, e apresentá-lo ao governo gaúcho. "O impacto será muito grande para quem produz para vender para São Paulo. Perde muita competitividade. Mesmo que só 5% destes 30% sejam afetados, ainda representa muito para a indústria gaúcha, o equivalente ao que se vende para mais de três estados juntos", avalia Cansan.
Fonte: Sidney da Silva - eMobile
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