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Notícias
15
mar
2011
(SETOR FLORESTAL)
Serviço Florestal estimula contratação de mulheres nas concessões
O setor florestal não tem tradição de contratar mulheres. Para incentivar a inclusão da mão de obra feminina em um setor que tradicionalmente as emprega pouco, o Serviço Florestal Brasileiro tem adotado ações afirmativas nos editais de concessão florestal.
Desde o primeiro processo de concessão, na Floresta Nacional (Flona) do Jamari (RO), em 2007, as empresas que vencem uma licitação para manejar a floresta têm reduções nos preços pagos ao governo pelo metro cúbico extraído de madeira caso dêem atenção especial à contratação de trabalhadoras.
O valor do desconto previsto nos editais é progressivo e pode chegar até a 3%, dependendo da proporção de mulheres em relação ao total de funcionários. O empregador de uma unidade de manejo que contratar cinco mulheres num universo de 100 funcionários, por exemplo, já tem direito a desconto.
"As políticas públicas são imprescindíveis para combater a desigualdade entre homens e mulheres. Ao estimular a criação de empregos para mulheres, o Serviço Florestal Brasileiro demonstra que está cumprindo a política transversal de Estado destinada a mitigar drasticamente as desigualdades de gênero", afirma Natalino Silva, diretor de concessão florestal do Serviço Florestal Brasileiro.
Uma concessão florestal requer o trabalho de profissionais em diversas atividades, como secretaria, contabilidade, administração, advocacia, planejamento, engenharia florestal, inventário florestal, colheita e transporte de madeira, processamento e apoio logístico de limpeza, segurança e alimentação.
Os incentivos à adoção de política afirmativa de gênero estão incluídos nos três editais de concessão já lançados pelo Serviço Florestal para as flonas do Jamari, Saracá-Taquera (PA) e Amana e dos quatro pré-editais (versão que foi discutida em audiência pública e incorporará sugestões antes de se tornar edital) já elaborados pelo órgão, para as flonas do Crepori (PA), Altamira (PA), Jacundá (RO) e para o lote sul da flona de Saracá-Taquera.
Desde o primeiro processo de concessão, na Floresta Nacional (Flona) do Jamari (RO), em 2007, as empresas que vencem uma licitação para manejar a floresta têm reduções nos preços pagos ao governo pelo metro cúbico extraído de madeira caso dêem atenção especial à contratação de trabalhadoras.
O valor do desconto previsto nos editais é progressivo e pode chegar até a 3%, dependendo da proporção de mulheres em relação ao total de funcionários. O empregador de uma unidade de manejo que contratar cinco mulheres num universo de 100 funcionários, por exemplo, já tem direito a desconto.
"As políticas públicas são imprescindíveis para combater a desigualdade entre homens e mulheres. Ao estimular a criação de empregos para mulheres, o Serviço Florestal Brasileiro demonstra que está cumprindo a política transversal de Estado destinada a mitigar drasticamente as desigualdades de gênero", afirma Natalino Silva, diretor de concessão florestal do Serviço Florestal Brasileiro.
Uma concessão florestal requer o trabalho de profissionais em diversas atividades, como secretaria, contabilidade, administração, advocacia, planejamento, engenharia florestal, inventário florestal, colheita e transporte de madeira, processamento e apoio logístico de limpeza, segurança e alimentação.
Os incentivos à adoção de política afirmativa de gênero estão incluídos nos três editais de concessão já lançados pelo Serviço Florestal para as flonas do Jamari, Saracá-Taquera (PA) e Amana e dos quatro pré-editais (versão que foi discutida em audiência pública e incorporará sugestões antes de se tornar edital) já elaborados pelo órgão, para as flonas do Crepori (PA), Altamira (PA), Jacundá (RO) e para o lote sul da flona de Saracá-Taquera.
Fonte: MMA/ Adaptado por Celulose Online
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