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Notícias
12
mar
2011
(SETOR FLORESTAL)
Analista apresenta linhas de crédito com menores taxas de juros para o setor florestal
Muitos querem iniciar o plantio de eucalipto e seringueira. Mas, poucos sabem como obter recursos. Por isso, o Painel Florestal convidou o analista da Superintendência do Banco do Brasil, José Luiz dos Reis, para palestrar sobre “Como obter recursos para plantios florestais”, durante o 3º Seminário Plantar Florestas é Bom negócio, em Coxim-MS.
O representante do Banco do Brasil explicou como funcionam as linhas de crédito, financiamento e convênios. Alguns são mais interessantes do que outras para o setor. “Tem que ser bem analisado qual será a opção do produtor. O eucalipto e a seringueira não são produtos com muitos compradores. Por isso, os convênios podem ser mais interessantes”, explica.
Durante a palestra, José Luiz, apresentou quatro linhas de crédito que se encaixam com o perfil do setor: O Pronaf, Proflora, BNDES ABC e o FCO Pronatureza. Conforme as especificações, se enquadram nos programas atividades como, cultivo permanente de seringueira, aproveitamento de área degrada, recomposição de reserva, implantação de viveiro, florestamento e reflorestamento e cultivo de eucalipto.
As linhas dão ao produtor a garantia de recursos para custeio inicial com materiais, para assistência técnica e implementação de tecnologia entre outros. De acordo com o analista, o BNDES ABC é uma das linhas mais interessantes. “Essa linha de crédito é a mais atrativa para o produtores, pois apresenta o menor juros de todas”, explica.
BNDES ABC é uma linha voltada a recuperação de áreas degradadas, recomposição de reserva e integração de eucalipto com a pecuária ou agricultura. O percentual do juro é menor que as outras linhas: 5,5%. Nesse programa o produtor pode obter R$1 milhão em recursos.
Entretanto, José Luiz alerta: “O produtor deve analisar na hora de elaborar o projeto, se a atividade para qual está solicitando o recurso se encaixa na linha de crédito. Cabe ao produtor, verificar qual linha atende a sua pretensão”, conclui.
O representante do Banco do Brasil explicou como funcionam as linhas de crédito, financiamento e convênios. Alguns são mais interessantes do que outras para o setor. “Tem que ser bem analisado qual será a opção do produtor. O eucalipto e a seringueira não são produtos com muitos compradores. Por isso, os convênios podem ser mais interessantes”, explica.
Durante a palestra, José Luiz, apresentou quatro linhas de crédito que se encaixam com o perfil do setor: O Pronaf, Proflora, BNDES ABC e o FCO Pronatureza. Conforme as especificações, se enquadram nos programas atividades como, cultivo permanente de seringueira, aproveitamento de área degrada, recomposição de reserva, implantação de viveiro, florestamento e reflorestamento e cultivo de eucalipto.
As linhas dão ao produtor a garantia de recursos para custeio inicial com materiais, para assistência técnica e implementação de tecnologia entre outros. De acordo com o analista, o BNDES ABC é uma das linhas mais interessantes. “Essa linha de crédito é a mais atrativa para o produtores, pois apresenta o menor juros de todas”, explica.
BNDES ABC é uma linha voltada a recuperação de áreas degradadas, recomposição de reserva e integração de eucalipto com a pecuária ou agricultura. O percentual do juro é menor que as outras linhas: 5,5%. Nesse programa o produtor pode obter R$1 milhão em recursos.
Entretanto, José Luiz alerta: “O produtor deve analisar na hora de elaborar o projeto, se a atividade para qual está solicitando o recurso se encaixa na linha de crédito. Cabe ao produtor, verificar qual linha atende a sua pretensão”, conclui.
Fonte: Painel Florestal
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