Voltar
Notícias
01
mar
2011
(MATO GROSSO)
Setor madeireiro intervém e pauta da madeira sobe 3,5% em MT
A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) decidiu reajustar em 3,5% a lista de preços mínimos da madeira em Mato Grosso. É com base nela que o governo estadual cobra o ICMS sobre a venda de madeira bruta e industrializada. A portaria já foi publicada no Diário Oficial do Estado. O aumento, de acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte (Sindusmad), José Eduardo Pinto, vai vigorar já a partir deste mês (março) para compensados e laminados, por exemplo.
Eduardo explicou, ao Só Notícias, que a Sefaz pretendia fazer um reajuste que poderia chegar até 10% sobre alguns dos produtos derivados da madeira. No entanto, representantes do sindicato fizeram algumas reuniões com a equipe técnica da secretária para que este aumento "não fosse tão oneroso para o setor". Na prática, quanto maior o valor na lista de preços maior é o volume de impostos pagos e, para algumas essencias, nem sempre o valor da pauta acaba sendo o valor de mercado praticando por algumas madeireiras.
Segundo o presidente, a Sefaz utilizou o argumento da correção inflacionária. "Mesmo o setor não concordando com o aumento, chegamos a um consenso. Sem dúvida este aumento onera ainda mais o setor. Nós temos uma das maiores cargas tributárias em relação a outros estados concorrentes. Acredito que o nosso setor vai conseguir absorver este reajuste", disse.
Uma das principais críticas do setor madeireiro é com a perda de competitividade de Mato Grosso em relação a outros estados produtores de madeira como Rondônia e Pará devido aos altos impostos cobrados. Há casos em que alguns tipos de madeiras comercializadas nos estados vizinhos chegam a ser até 40% mais barata do que a de Mato Grosso.
Eduardo explicou, ao Só Notícias, que a Sefaz pretendia fazer um reajuste que poderia chegar até 10% sobre alguns dos produtos derivados da madeira. No entanto, representantes do sindicato fizeram algumas reuniões com a equipe técnica da secretária para que este aumento "não fosse tão oneroso para o setor". Na prática, quanto maior o valor na lista de preços maior é o volume de impostos pagos e, para algumas essencias, nem sempre o valor da pauta acaba sendo o valor de mercado praticando por algumas madeireiras.
Segundo o presidente, a Sefaz utilizou o argumento da correção inflacionária. "Mesmo o setor não concordando com o aumento, chegamos a um consenso. Sem dúvida este aumento onera ainda mais o setor. Nós temos uma das maiores cargas tributárias em relação a outros estados concorrentes. Acredito que o nosso setor vai conseguir absorver este reajuste", disse.
Uma das principais críticas do setor madeireiro é com a perda de competitividade de Mato Grosso em relação a outros estados produtores de madeira como Rondônia e Pará devido aos altos impostos cobrados. Há casos em que alguns tipos de madeiras comercializadas nos estados vizinhos chegam a ser até 40% mais barata do que a de Mato Grosso.
Fonte: Só Notícias
Notícias em destaque
Relatório da FAO e da Bauhaus Earth quantifica como o aumento do uso de produtos de madeira na construção civil poderia impulsionar a demanda anual em 50 milhões de m³
Um relatório da FAO e da Bauhaus Earth quantifica como o aumento do uso de produtos de madeira na construção civil poderia...
(INTERNACIONAL)
Aeroporto premiado em madeira maciça concluído
A segunda e última fase da expansão do terminal principal do Aeroporto Internacional de Portland (PDX), aclamada internacionalmente,...
(MADEIRA E PRODUTOS)
BNDES aprova R$ 43,8 milhões para planta de carvão vegetal da Ferbasa na Bahia
Unidade será instalada em Maracás (BA), terá capacidade de 20 mil toneladas por ano e usará madeira de florestas...
(BIOENERGIA)
A construção da sustentabilidade na silvicultura
O mês do meio ambiente é um convite à reflexão sobre como produzir e conservar ao mesmo tempo, um desafio cada vez mais...
(SILVICULTURA)
Brquetes de madeira prensada no inverno: por que superam a lenha tradicional
Quem aposta em madeira para se aquecer no inverno normalmente pensa na lenha tradicional comprada em loja de materiais de construção...
(BIOENERGIA)
Árvore, pasto e renda: eucalipto ganha espaço e fortalece a pecuária em AL
Produção de eucalipto em Alagoas saltou de pouco mais de 2 mil hectares para 27.296 hectares em uma década, aponta estudo da...
(SILVICULTURA)














