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Notícias
28
fev
2011
(SUSTENTABILIDADE)
PIB global pode crescer 15,7% até 2050 com investimento em sustentabilidade, diz ONU
Um investimento anual de 2% do PIB global para adaptar as economias a um futuro mais sustentável poderia trazer como benefício secundário um crescimento econômico de 15,7% até 2050, segundo um relatório divulgado nesta segunda-feira (21) pelo Programa da ONU para o Meio Ambiente (Unep, na sigla em inglês).
De acordo com o estudo, seriam necessários investimentos equivalentes a US$ 1,3 trilhão anuais (cerca de R$ 2,15 trilhões) em dez áreas-chave para garantir uma ‘economia verde com baixo consumo de carbono e eficiente no uso dos recursos’.
As áreas para investimento identificadas pela Unep são: agricultura, construções, suprimento de energia, pesca, florestas, indústria, turismo, transporte, manejo de lixo e água.
O relatório analisa vários cenários possíveis e afirma que um investimento anual de 2% do PIB global levaria inicialmente a uma atividade econômica menor, com um crescimento 0,8% inferior do que seria se nada fosse feito até 2015, mas com um crescimento 2,7% maior em 2030 e 15,7% maior em 2050.
Em um outro cenário analisado, no qual o investimento anual seria de 1% do PIB global, a redução no crescimento até 2015 seria de 0,3%, mas a diferença de crescimento posterior seria menor em relação ao primeiro cenário: 1,4% em 2030 e 6,3% em 2050.
‘Há ações rápidas que podem ser tomadas, começando literalmente já’, afirma Pavan Sukhdev, diretor da Iniciativa para uma Economia Verde da Unep.
‘Desde a redução ou retirada total dos US$ 600 bilhões de subsídios para os combustíveis fósseis até o redirecionamento de mais de US$ 20 bilhões que recompensam perversamente os envolvidos na pesca insustentável’, diz.
Transição – O Unep definiu como ‘economia verde’ aquela que resulte em ‘um bem-estar humano melhor e mais igualdade social, ao mesmo tempo reduzindo os riscos ambientais e as carências ecológicas’.
Segundo o relatório, para permitir os investimentos necessários, é necessário que os governos ajam para reformar as atuais leis e políticas nacionais e internacionais.
‘A economia verde – como documentada e ilustrada neste relatório – oferece uma análise focada e pragmática sobre como os países, as comunidades e as corporações devem fazer uma transição para um padrão mais sustentável de consumo e produção’, afirma o diretor-executivo do Unep, Achim Steiner.
‘Com 2,5 bilhões de pessoas vivendo com menos de US$ 2 por dia e com mais de 2 bilhões de pessoas sendo acrescentadas à população global até 2050, está claro que devemos continuar a desenvolver e fomentar nossas economias’, disse.
‘Mas esse desenvolvimento não pode acontecer às custas dos próprios sistemas de apoio à vida na terra, nos oceanos ou na atmosfera, que sustentam nossas economias e, assim, as vidas de cada um de nós’, observou.
De acordo com o estudo, seriam necessários investimentos equivalentes a US$ 1,3 trilhão anuais (cerca de R$ 2,15 trilhões) em dez áreas-chave para garantir uma ‘economia verde com baixo consumo de carbono e eficiente no uso dos recursos’.
As áreas para investimento identificadas pela Unep são: agricultura, construções, suprimento de energia, pesca, florestas, indústria, turismo, transporte, manejo de lixo e água.
O relatório analisa vários cenários possíveis e afirma que um investimento anual de 2% do PIB global levaria inicialmente a uma atividade econômica menor, com um crescimento 0,8% inferior do que seria se nada fosse feito até 2015, mas com um crescimento 2,7% maior em 2030 e 15,7% maior em 2050.
Em um outro cenário analisado, no qual o investimento anual seria de 1% do PIB global, a redução no crescimento até 2015 seria de 0,3%, mas a diferença de crescimento posterior seria menor em relação ao primeiro cenário: 1,4% em 2030 e 6,3% em 2050.
‘Há ações rápidas que podem ser tomadas, começando literalmente já’, afirma Pavan Sukhdev, diretor da Iniciativa para uma Economia Verde da Unep.
‘Desde a redução ou retirada total dos US$ 600 bilhões de subsídios para os combustíveis fósseis até o redirecionamento de mais de US$ 20 bilhões que recompensam perversamente os envolvidos na pesca insustentável’, diz.
Transição – O Unep definiu como ‘economia verde’ aquela que resulte em ‘um bem-estar humano melhor e mais igualdade social, ao mesmo tempo reduzindo os riscos ambientais e as carências ecológicas’.
Segundo o relatório, para permitir os investimentos necessários, é necessário que os governos ajam para reformar as atuais leis e políticas nacionais e internacionais.
‘A economia verde – como documentada e ilustrada neste relatório – oferece uma análise focada e pragmática sobre como os países, as comunidades e as corporações devem fazer uma transição para um padrão mais sustentável de consumo e produção’, afirma o diretor-executivo do Unep, Achim Steiner.
‘Com 2,5 bilhões de pessoas vivendo com menos de US$ 2 por dia e com mais de 2 bilhões de pessoas sendo acrescentadas à população global até 2050, está claro que devemos continuar a desenvolver e fomentar nossas economias’, disse.
‘Mas esse desenvolvimento não pode acontecer às custas dos próprios sistemas de apoio à vida na terra, nos oceanos ou na atmosfera, que sustentam nossas economias e, assim, as vidas de cada um de nós’, observou.
Fonte: G1, adaptado por Painel Florestal
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