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Notícias
24
fev
2011
(MANEJO)
Publicação do Inpa quer estimular o manejo do pau-rosa nas comunidades rurais
Pesquisadores querem reintroduzir a espécie nas comunidades para a produção de produtos da indústria de cosméticos
Cartilha produzida por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) vai orientar comunidades rurais com interesse em usar o óleo extraído do pau-rosa para produção de sabonetes e óleos perfumados.
A publicação é da Editora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT). Ainda não há data do lançamento. A informação é da assessoria de comunicação do Inpa.
A cartilha foi composta por quatro autores: Keuris Kelly Souza da Silva, mestranda em Ciências de Florestas Tropicais (CFT/Inpa), Elisabete Brocki, pró-reitora de graduação da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e Gil Vieira, pesquisador da Coordenação de Pesquisa em Silvicultura Tropical (CPST/Inpa).
O pesquisador responsável e também autor da cartilha é Paulo de Tarso Barbosa Sampaio também do CPST/Inpa.
A idéia era produzir uma cartilha sobre o manejo do pau-rosa partiu da necessidade de que a árvore em questão está incluída na Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora (Cites na categoria de plantas ameaçadas de extinção.
A Cites obriga o governo brasileiro a adotar políticas para o uso e a conservação da espécie, sendo que a autoridade denominada é o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Segundo Sampaio, a produção da cartilha foi utilizada uma linguagem acessível ao produtor para que este entenda e saiba como cultivar o pau-rosa da maneira correta, dando o passo a passo desde o plantio ao sistema de poda.
O pau-rosa é economicamente viável para o plantio e produção nas comunidades rurais por ser uma alternativa sustentável.
“Utilizando o sistema de podas, não há a degradação da árvore e ela se recompõe mais rapidamente, ou seja, é um método diferente do que foi utilizado há décadas que não dava tempo suficiente do recurso se renovar”, explica Sampaio.
Reintrodução
Com base em pesquisas realizadas nas comunidades dos municípios de Presidente Figueiredo e Silves, interior do Amazonas, notou-se grande interesse por parte dos agricultores em cultivar o pau-rosa, visto que essas são áreas em que a árvore ocorria naturalmente.
Os projetos de pesquisa visam reintroduzir a espécie nessas localidades e com a participação da comunidade, previamente selecionada, a ocorrência do pau-rosa deve se fazer presente no meio ambiente.
Sabe-se que a exploração maciça do pau-rosa por décadas, sem que houvesse plano de manejo e/ou critério de exploração, resultou na raridade das árvores nativas, que hoje se encontram em maior parte em reservas florestais no Amazonas, por isso medidas foram adotadas para que a espécie não desapareça.
Dentre essas medidas, encontram-se as pesquisas e o plantio das mudas, que em um período de cinco anos permite a extração do óleo dos galhos e folhas, que tem composição diferente do óleo da madeira, mas que também é apreciada pela indústria de perfumaria.
Cartilha produzida por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) vai orientar comunidades rurais com interesse em usar o óleo extraído do pau-rosa para produção de sabonetes e óleos perfumados.
A publicação é da Editora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT). Ainda não há data do lançamento. A informação é da assessoria de comunicação do Inpa.
A cartilha foi composta por quatro autores: Keuris Kelly Souza da Silva, mestranda em Ciências de Florestas Tropicais (CFT/Inpa), Elisabete Brocki, pró-reitora de graduação da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e Gil Vieira, pesquisador da Coordenação de Pesquisa em Silvicultura Tropical (CPST/Inpa).
O pesquisador responsável e também autor da cartilha é Paulo de Tarso Barbosa Sampaio também do CPST/Inpa.
A idéia era produzir uma cartilha sobre o manejo do pau-rosa partiu da necessidade de que a árvore em questão está incluída na Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora (Cites na categoria de plantas ameaçadas de extinção.
A Cites obriga o governo brasileiro a adotar políticas para o uso e a conservação da espécie, sendo que a autoridade denominada é o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Segundo Sampaio, a produção da cartilha foi utilizada uma linguagem acessível ao produtor para que este entenda e saiba como cultivar o pau-rosa da maneira correta, dando o passo a passo desde o plantio ao sistema de poda.
O pau-rosa é economicamente viável para o plantio e produção nas comunidades rurais por ser uma alternativa sustentável.
“Utilizando o sistema de podas, não há a degradação da árvore e ela se recompõe mais rapidamente, ou seja, é um método diferente do que foi utilizado há décadas que não dava tempo suficiente do recurso se renovar”, explica Sampaio.
Reintrodução
Com base em pesquisas realizadas nas comunidades dos municípios de Presidente Figueiredo e Silves, interior do Amazonas, notou-se grande interesse por parte dos agricultores em cultivar o pau-rosa, visto que essas são áreas em que a árvore ocorria naturalmente.
Os projetos de pesquisa visam reintroduzir a espécie nessas localidades e com a participação da comunidade, previamente selecionada, a ocorrência do pau-rosa deve se fazer presente no meio ambiente.
Sabe-se que a exploração maciça do pau-rosa por décadas, sem que houvesse plano de manejo e/ou critério de exploração, resultou na raridade das árvores nativas, que hoje se encontram em maior parte em reservas florestais no Amazonas, por isso medidas foram adotadas para que a espécie não desapareça.
Dentre essas medidas, encontram-se as pesquisas e o plantio das mudas, que em um período de cinco anos permite a extração do óleo dos galhos e folhas, que tem composição diferente do óleo da madeira, mas que também é apreciada pela indústria de perfumaria.
Fonte: A Crítica
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