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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Empresários do setor moveleiro têm opções para linhas de crédito
Na tarde da quinta-feira, 17, representantes do Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal e BDMG (Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais) estiveram na sede do Intersind (Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Marcenaria de Ubá e Região) para apresentar linhas específicas de crédito às empresas associadas.
O principal objetivo do encontro foi impulsionar a produtividade das indústrias, estimulando o crescimento do setor moveleiro. A reunião foi promovida pelo grupo temático Econômico-Financeiro, do Fórum de Desenvolvimento - entidade permanente de Planejamento - formado por diversas instituições envolvidas no desenvolvimento do Pólo Moveleiro de Ubá e Região.
Durante o encontro, os representantes das instituições financeiras apresentaram diversas linhas de financiamento, específicas para cada necessidade dos empresários, como ampliação do parque industrial, aquisição de máquinas e matérias-primas e contratação de funcionários, dentre outras.
Após a apresentação das linhas de crédito, dez consultores contratados pelo Sebrae/Ubá virão de Belo Horizonte para percorrerem as indústrias associadas ao Intersind, a fim de mostrar a cada empresário qual o financiamento que melhor irá suprir a necessidade da empresa.
A reunião entre os representantes e os empresários foi fruto de uma pesquisa realizada pelo Sebrae/Ubá, no início do ano, na qual se constatou a necessidade de as indústrias que compõem o Pólo terem um financiamento para melhor investir e se manterem competitivas no mercado nacional.
A partir deste estudo, a entidade procurou os bancos com os quais as empresas mais comercializam e pediu para que eles criassem linhas de crédito específicas para o setor. “O resultado deixou claro que as indústrias necessitavam de uma linha de crédito específica, mas que muitas vezes encontravam dificuldades. Alguns empresários não fazem um financiamento porque não sabem, não têm informações suficientes e acham que a burocracia é muito grande”, disse a técnica do Sebrae/Ubá, Eliane Rosignoli.
Ela acredita que com o respaldo do Sebrae e do Intersind o processo de financiamento será facilitado. “Com o apoio destas instituições os empresários estarão mais seguros na hora de escolher a linha de crédito. Além disso, alguns bancos diminuíram os juros e aumentaram o prazo. Tudo para facilitar o processo”, ressaltou ela.
O presidente do Intersind em exercício, Michel Henrique Pires, afirmou que com o aumento das vendas após a 6ª edição da Femur (Feira de Móveis de Minas), os empresários estão precisando de recursos para ampliar o parque industrial. “Muitos querem comprar máquinas, ter capital de giro, contratar e manter os funcionários”, lembrou.
É o caso do empresário Jurandir Pereira Chumbinho, proprietário da Móveis Leiffer, que está com dificuldade em conseguir recursos para adquirir um novo maquinário. “Atualmente temos uma boa quantidade de pedidos e estamos sem máquinas para suprir as vendas. Ficamos com medo de fazer um investimento alto e depois passar aperto para pagar. Com um financiamento a longo prazo, perdemos um pouco o receio de investir”, declarou.
Fonte: INTERSIND – 24/06/2004
O principal objetivo do encontro foi impulsionar a produtividade das indústrias, estimulando o crescimento do setor moveleiro. A reunião foi promovida pelo grupo temático Econômico-Financeiro, do Fórum de Desenvolvimento - entidade permanente de Planejamento - formado por diversas instituições envolvidas no desenvolvimento do Pólo Moveleiro de Ubá e Região.
Durante o encontro, os representantes das instituições financeiras apresentaram diversas linhas de financiamento, específicas para cada necessidade dos empresários, como ampliação do parque industrial, aquisição de máquinas e matérias-primas e contratação de funcionários, dentre outras.
Após a apresentação das linhas de crédito, dez consultores contratados pelo Sebrae/Ubá virão de Belo Horizonte para percorrerem as indústrias associadas ao Intersind, a fim de mostrar a cada empresário qual o financiamento que melhor irá suprir a necessidade da empresa.
A reunião entre os representantes e os empresários foi fruto de uma pesquisa realizada pelo Sebrae/Ubá, no início do ano, na qual se constatou a necessidade de as indústrias que compõem o Pólo terem um financiamento para melhor investir e se manterem competitivas no mercado nacional.
A partir deste estudo, a entidade procurou os bancos com os quais as empresas mais comercializam e pediu para que eles criassem linhas de crédito específicas para o setor. “O resultado deixou claro que as indústrias necessitavam de uma linha de crédito específica, mas que muitas vezes encontravam dificuldades. Alguns empresários não fazem um financiamento porque não sabem, não têm informações suficientes e acham que a burocracia é muito grande”, disse a técnica do Sebrae/Ubá, Eliane Rosignoli.
Ela acredita que com o respaldo do Sebrae e do Intersind o processo de financiamento será facilitado. “Com o apoio destas instituições os empresários estarão mais seguros na hora de escolher a linha de crédito. Além disso, alguns bancos diminuíram os juros e aumentaram o prazo. Tudo para facilitar o processo”, ressaltou ela.
O presidente do Intersind em exercício, Michel Henrique Pires, afirmou que com o aumento das vendas após a 6ª edição da Femur (Feira de Móveis de Minas), os empresários estão precisando de recursos para ampliar o parque industrial. “Muitos querem comprar máquinas, ter capital de giro, contratar e manter os funcionários”, lembrou.
É o caso do empresário Jurandir Pereira Chumbinho, proprietário da Móveis Leiffer, que está com dificuldade em conseguir recursos para adquirir um novo maquinário. “Atualmente temos uma boa quantidade de pedidos e estamos sem máquinas para suprir as vendas. Ficamos com medo de fazer um investimento alto e depois passar aperto para pagar. Com um financiamento a longo prazo, perdemos um pouco o receio de investir”, declarou.
Fonte: INTERSIND – 24/06/2004
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