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Notícias
08
fev
2011
(GERAL)
Projeto Reflorestar incentivou o plantio de mais de 5 milhões de árvores no Oeste
As primeiras mudas das espécies eucalipto e pínnus foram plantadas em propriedades de 27 moveleiros e madeireiros que aderiram ao Projeto, distribuídas nos municípios de Chapecó, Cordilheira Alta, Coronel Freitas, Guatambu, Mondaí, Nova Erechim, Pinhalzinho, Ponte Serrada, São Domingos, São Lourenço do Oeste, São Miguel do Oeste e Saudades, através de subsídio das entidades.
Os empresários viabilizaram as terras para o plantio e os cuidados pós-semeadura. O plantio foi desenvolvido em áreas impróprias para a agricultura tradicional, tornando a atividade de reflorestamento “uma nova opção econômica de exploração do solo e de auto-suficiência de matéria-prima para a cadeia produtiva do setor madeira/móveis do Oeste”, destacou o idealizador do projeto, moveleiro Waldemar Schmitz.
Mas o sucesso do Projeto Reflorestar deve-se, principalmente, à conscientização ecológica dos madeireiros e moveleiros do oeste, que deram continuidade ao plantio com recursos próprios. A indústria de móveis Princesa, de Pinhalzinho, por exemplo, recebeu recursos subsidiados para o plantio de 100 mil mudas, mas já plantou mais de 800 mil árvores. Exemplo seguido por inúmeras outras indústrias do setor moveleiro.
O Reflorestar possibilita o aumento da competitividade do setor industrial com a diminuição dos custos de transporte da matéria-prima e a agregação de valor, gerando o fortalecimento da economia regional”, acrescenta Schmitz. A extração do eucalipto pode ser feita, em média, 10 anos após o plantio e de pínnus entre 15 a 20 anos.
“Quem sabe o oeste não tenha dentro de alguns anos uma unidade de paineis de MDF para fornecer 100% da matéria-prima utilizada pelas nossas indústrias? Isso seria realmente uma conquista valiosa para o setor”, indaga Schmitz.
Hoje, praticamente todo pínnus consumidor pelas indústrias é trazido de Lages, Caçador e Fraiburgo em Santa Catarina e percorre a distância de 300 a 400 quilômetros para chegar nas indústrias. A madeira mostardas e piratini é trazida do Rio Grande do Sul de lugares distantes até 800 quilômetros. Isso é praticamente 80% da madeira utilizada o que significa altos custos com o frete dessa madeira. Apenas o eucalipto é adquirido de cidades próximas.
“A expectativa é que a madeira produzida no oeste será de melhor qualidade, pois as florestas, na maioria, estão sendo formadas recentemente, com técnica mais avançada em pesquisas de mudas, genética, espécies e de manejos, buscando-se cada vez mais produtividade, qualidade e precocidade”, encerra Waldemar Schmitz.
Os empresários viabilizaram as terras para o plantio e os cuidados pós-semeadura. O plantio foi desenvolvido em áreas impróprias para a agricultura tradicional, tornando a atividade de reflorestamento “uma nova opção econômica de exploração do solo e de auto-suficiência de matéria-prima para a cadeia produtiva do setor madeira/móveis do Oeste”, destacou o idealizador do projeto, moveleiro Waldemar Schmitz.
Mas o sucesso do Projeto Reflorestar deve-se, principalmente, à conscientização ecológica dos madeireiros e moveleiros do oeste, que deram continuidade ao plantio com recursos próprios. A indústria de móveis Princesa, de Pinhalzinho, por exemplo, recebeu recursos subsidiados para o plantio de 100 mil mudas, mas já plantou mais de 800 mil árvores. Exemplo seguido por inúmeras outras indústrias do setor moveleiro.
O Reflorestar possibilita o aumento da competitividade do setor industrial com a diminuição dos custos de transporte da matéria-prima e a agregação de valor, gerando o fortalecimento da economia regional”, acrescenta Schmitz. A extração do eucalipto pode ser feita, em média, 10 anos após o plantio e de pínnus entre 15 a 20 anos.
“Quem sabe o oeste não tenha dentro de alguns anos uma unidade de paineis de MDF para fornecer 100% da matéria-prima utilizada pelas nossas indústrias? Isso seria realmente uma conquista valiosa para o setor”, indaga Schmitz.
Hoje, praticamente todo pínnus consumidor pelas indústrias é trazido de Lages, Caçador e Fraiburgo em Santa Catarina e percorre a distância de 300 a 400 quilômetros para chegar nas indústrias. A madeira mostardas e piratini é trazida do Rio Grande do Sul de lugares distantes até 800 quilômetros. Isso é praticamente 80% da madeira utilizada o que significa altos custos com o frete dessa madeira. Apenas o eucalipto é adquirido de cidades próximas.
“A expectativa é que a madeira produzida no oeste será de melhor qualidade, pois as florestas, na maioria, estão sendo formadas recentemente, com técnica mais avançada em pesquisas de mudas, genética, espécies e de manejos, buscando-se cada vez mais produtividade, qualidade e precocidade”, encerra Waldemar Schmitz.
Fonte: MB Comunicação Empresarial
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