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Notícias
02
fev
2011
(GERAL)
Sistema agrosilvipastoril cresce em Minas Gerais
O sistema agrosilvipastoril está ganhando cada vez mais espaço em Minas Gerais. O Estado já conta com 442 unidades demonstrativas do sistema, que consiste em consorciar diferentes sistemas produtivos de grãos numa mesma área onde também se explora a pecuária e o cultivo de arbóreos, principalmente eucalipto.
A proposta original era integrar apenas a produção de grãos e pecuária bovina (leite e corte), mas a Secretaria da Agricultura de Minas agregou a produção de florestas, segundo o superintendente de Desenvolvimento Rural Sustentável (SDRS), Guilherme de Oliveira Mendes. O objetivo “é intensificar a produção agrícola com sustentabilidade e criar novas alternativas de renda para o produtor”.
As unidades demonstrativas são utilizadas como vitrines tecnológicas para pesquisadores, extensionistas e agricultores conhecerem e acompanharem a evolução do sistema em uma propriedade. As unidades estão implantadas em propriedades rurais de todas as regiões de Minas. O investimento do Estado com a compra e distribuição de mudas e adubo foi de R$ 1,9 milhão.
Essa integração é indicada principalmente para regiões onde há pastagens degradadas. As pastagens representam 43,1% da área total do Estado, somando aproximadamente 25 milhões de hectares. “Estima-se que 50% dessas pastagens apresentem algum grau de degradação, algo entre 12 e 13 milhões de hectares”, afirma o coordenador estadual da Emater, José Alberto de Ávila Pires
Por isso, a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais vai reforçar a orientação aos produtores rurais para que recorram ao crédito destinado à implantação e manutenção do sistema de Integração Lavoura, Pecuária e Floresta (ILPF) no Estado.
O Programa Estadual de Integração Lavoura, Pecuária e Floresta também tem a participação da Epamig, que coordena e executa ações ao lado da Emater. Também são parceiros do programa a Embrapa, Universidade Federal de Viçosa (UFV), empresas privadas e produtores rurais.
A proposta original era integrar apenas a produção de grãos e pecuária bovina (leite e corte), mas a Secretaria da Agricultura de Minas agregou a produção de florestas, segundo o superintendente de Desenvolvimento Rural Sustentável (SDRS), Guilherme de Oliveira Mendes. O objetivo “é intensificar a produção agrícola com sustentabilidade e criar novas alternativas de renda para o produtor”.
As unidades demonstrativas são utilizadas como vitrines tecnológicas para pesquisadores, extensionistas e agricultores conhecerem e acompanharem a evolução do sistema em uma propriedade. As unidades estão implantadas em propriedades rurais de todas as regiões de Minas. O investimento do Estado com a compra e distribuição de mudas e adubo foi de R$ 1,9 milhão.
Essa integração é indicada principalmente para regiões onde há pastagens degradadas. As pastagens representam 43,1% da área total do Estado, somando aproximadamente 25 milhões de hectares. “Estima-se que 50% dessas pastagens apresentem algum grau de degradação, algo entre 12 e 13 milhões de hectares”, afirma o coordenador estadual da Emater, José Alberto de Ávila Pires
Por isso, a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais vai reforçar a orientação aos produtores rurais para que recorram ao crédito destinado à implantação e manutenção do sistema de Integração Lavoura, Pecuária e Floresta (ILPF) no Estado.
O Programa Estadual de Integração Lavoura, Pecuária e Floresta também tem a participação da Epamig, que coordena e executa ações ao lado da Emater. Também são parceiros do programa a Embrapa, Universidade Federal de Viçosa (UFV), empresas privadas e produtores rurais.
Fonte: Painel Florestal (Com informações da assessoria)
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