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Notícias
25
jan
2011
(MÓVEIS)
Brasil se destaca na produção de móveis
A indústria moveleira brasileira pode comemorar. De acordo com o ranking do relatório do instituto italiano de pesquisas, CSIL Milano, o país é o 13 º maior fornecedor de móveis do mundo. O instituto prevê que entre 2011 e 2012 o crescimento do setor varie entre 3 e 4%.
Em entrevista exclusiva para o eMobile, o economista da Universidade de Milão e membro do CSIL, Carlo Fiorio, acredita que além da aceleração da economia brasileira, o crescimento esperado para o setor moveleiro se deve a vários fatores. "O país tem registrado um aumento significativo de obras na construção civil, aumentou também o poder de compra da classe emergente e tem se posicionado no mercado internacional com uma economia forte. O consumo de móveis será muito maior nos próximos dois anos nos países emergentes que nos demais com economias desenvolvidas", diz Fiorio.
A maior participação na produção e no faturamento do setor moveleiro é concentrada nas empresas localizadas nos polos das regiões Sul e Sudeste. Mas o setor também conta com um poderoso grupo formado por aproximadamente 15 mil micro e pequenas empresas.
Abastecida por fornecedores bem estruturados capazes de satisfazer toda a demanda interna, a indústria moveleira conta com empresas de placas de madeira que também se concentram no principais polos do setor.
Segundo Rosane Donati, superintendente-executiva da Associação Brasileira da Indústria de Painéis de Madeira (Abipa), o país possui 500 mil hectares de florestas plantadas pelas principais indústrias de painéis. O setor de painéis faz prevê a capacidade de produção anual cresça de 6 milhões de metros cúbicos para 10,3 milhões até 2012. Mas, nos últimos anos o volume de importações aumentou significativamente aumentando a concorrência nos custos de produção.
As vendas de móveis bateram recordes em 2008. Em 2009, a crise econômica abalou o mercado internacional e em paralelo, os produtos vindos da Ásia pressionavam uma concorrência agressiva. Mas, de acordo com o relatório CSIL, o consumo de móveis no Brasil foi maior no ano de 2010 principalmente nas regiões Sudeste e Sul.
Em entrevista exclusiva para o eMobile, o economista da Universidade de Milão e membro do CSIL, Carlo Fiorio, acredita que além da aceleração da economia brasileira, o crescimento esperado para o setor moveleiro se deve a vários fatores. "O país tem registrado um aumento significativo de obras na construção civil, aumentou também o poder de compra da classe emergente e tem se posicionado no mercado internacional com uma economia forte. O consumo de móveis será muito maior nos próximos dois anos nos países emergentes que nos demais com economias desenvolvidas", diz Fiorio.
A maior participação na produção e no faturamento do setor moveleiro é concentrada nas empresas localizadas nos polos das regiões Sul e Sudeste. Mas o setor também conta com um poderoso grupo formado por aproximadamente 15 mil micro e pequenas empresas.
Abastecida por fornecedores bem estruturados capazes de satisfazer toda a demanda interna, a indústria moveleira conta com empresas de placas de madeira que também se concentram no principais polos do setor.
Segundo Rosane Donati, superintendente-executiva da Associação Brasileira da Indústria de Painéis de Madeira (Abipa), o país possui 500 mil hectares de florestas plantadas pelas principais indústrias de painéis. O setor de painéis faz prevê a capacidade de produção anual cresça de 6 milhões de metros cúbicos para 10,3 milhões até 2012. Mas, nos últimos anos o volume de importações aumentou significativamente aumentando a concorrência nos custos de produção.
As vendas de móveis bateram recordes em 2008. Em 2009, a crise econômica abalou o mercado internacional e em paralelo, os produtos vindos da Ásia pressionavam uma concorrência agressiva. Mas, de acordo com o relatório CSIL, o consumo de móveis no Brasil foi maior no ano de 2010 principalmente nas regiões Sudeste e Sul.
Fonte: Kelson Henrique - eMobile
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