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Notícias
22
jan
2011
(MADEIRA E PRODUTOS)
Projeto de Eucalipto do Governo de Alagoas chama atenção
O Projeto de Cultivo de Eucalipto do Estado de Alagoas está atraindo o olhar de empresas multinacionais e nacionais instaladas na região Centro-Sul do País. Lançado em 2009, o principal objetivo da iniciativa é criar alternativas para o setor produtivo e agricultores familiares. A ideia é promover o desenvolvimento sustentável para gerar emprego e renda para as famílias do campo, com medidas socioeconômicas e ambientais positivas para o Estado.
Segundo o engenheiro agrônomo Vinícius Brito, gestor do projeto pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri), nos últimos quatro meses, o Estado recebeu três visitas de representantes de empresas do ramo de celulose, de pré-moldados de madeira e de uma empresa de cogeração de energia.
De acordo com ele, os enviados das empresas a Alagoas ressaltaram que o sucesso do projeto, que está prestes a completar um ano e meio, reflete o empenho do Governo do Estado. “Em cada visita, não vinha apenas uma pessoa. Eram representantes de empresas diferentes”, salientou Vinícius Brito.
“Já temos a garantia de que, quando o eucalipto estiver sendo produzido em escala, haverá compra garantida por essas empresas. Existe até a possibilidade de alguma delas vir a se instalar em Alagoas”, analisou o coordenador do projeto, que preferiu não revelar o nome das empresas interessadas a pedido de seus representantes.
Produtividade elevada
Os municípios que receberam as sete unidades demonstrativas com as variedades de eucaliptos foram: Batalha, Passo do Camaragibe, Rio Largo, Maceió, Cajueiro, Igreja Nova e Teotônio Vilela. Em cada uma das unidades há 50 variedades diferentes de eucalipto.
De acordo com o gestor Vinícius Brito, cada unidade possui dois hectares e as 50 variedades se dividem em 40 clones e 10 espécies puras. “A estimativa de produtividade do eucalipto em todo o Estado é de aproximadamente 40 metros cúbicos por hectare ao ano, acima da média nacional”, frisou Vinícius Brito.
Parceria
Em fevereiro, pesquisadores de uma empresa vinculada à Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, virão a Alagoas para fazer a biometria das árvores plantadas nas unidades experimentais. Segundo Vinícius Brito, eles farão a avaliação do desenvolvimento, da adaptabilidade e resistência a pragas e doenças.
“Outras áreas cultivadas em Alagoas sem uso de tecnologia e sem sementes de origem conhecida também apresentam produtividade elevada, devido à adaptabilidade do eucalipto às condições naturais do Estado. A área total de floresta cultivada em Alagoas já passa de 1.500 hectares”, destacou.
São parceiros do Projeto de Cultivo de Eucalipto do Estado de Alagoas a Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri), a Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Desenvolvimento Econômico, o Instituto do Meio Ambiente (IMA), o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Alagoas (Sebrae/AL), a Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Alagoas (Faeal), Grupo Carlos Lyra, Grupo Toledo, Usina Seresta, Companhia Agropecuária Pratagy (Cimapra) e Sindicato das Cerâmicas (Sindcer).
Segundo o engenheiro agrônomo Vinícius Brito, gestor do projeto pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri), nos últimos quatro meses, o Estado recebeu três visitas de representantes de empresas do ramo de celulose, de pré-moldados de madeira e de uma empresa de cogeração de energia.
De acordo com ele, os enviados das empresas a Alagoas ressaltaram que o sucesso do projeto, que está prestes a completar um ano e meio, reflete o empenho do Governo do Estado. “Em cada visita, não vinha apenas uma pessoa. Eram representantes de empresas diferentes”, salientou Vinícius Brito.
“Já temos a garantia de que, quando o eucalipto estiver sendo produzido em escala, haverá compra garantida por essas empresas. Existe até a possibilidade de alguma delas vir a se instalar em Alagoas”, analisou o coordenador do projeto, que preferiu não revelar o nome das empresas interessadas a pedido de seus representantes.
Produtividade elevada
Os municípios que receberam as sete unidades demonstrativas com as variedades de eucaliptos foram: Batalha, Passo do Camaragibe, Rio Largo, Maceió, Cajueiro, Igreja Nova e Teotônio Vilela. Em cada uma das unidades há 50 variedades diferentes de eucalipto.
De acordo com o gestor Vinícius Brito, cada unidade possui dois hectares e as 50 variedades se dividem em 40 clones e 10 espécies puras. “A estimativa de produtividade do eucalipto em todo o Estado é de aproximadamente 40 metros cúbicos por hectare ao ano, acima da média nacional”, frisou Vinícius Brito.
Parceria
Em fevereiro, pesquisadores de uma empresa vinculada à Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, virão a Alagoas para fazer a biometria das árvores plantadas nas unidades experimentais. Segundo Vinícius Brito, eles farão a avaliação do desenvolvimento, da adaptabilidade e resistência a pragas e doenças.
“Outras áreas cultivadas em Alagoas sem uso de tecnologia e sem sementes de origem conhecida também apresentam produtividade elevada, devido à adaptabilidade do eucalipto às condições naturais do Estado. A área total de floresta cultivada em Alagoas já passa de 1.500 hectares”, destacou.
São parceiros do Projeto de Cultivo de Eucalipto do Estado de Alagoas a Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri), a Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Desenvolvimento Econômico, o Instituto do Meio Ambiente (IMA), o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Alagoas (Sebrae/AL), a Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Alagoas (Faeal), Grupo Carlos Lyra, Grupo Toledo, Usina Seresta, Companhia Agropecuária Pratagy (Cimapra) e Sindicato das Cerâmicas (Sindcer).
Fonte: Agência Alagoas/Adaptado por Celulose Online
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