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Notícias
12
jan
2011
(MEIO AMBIENTE)
Amazônia ganha sistema que monitora desmatamento
O Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) desenvolveu um novo sistema que consegue calcular os riscos à floresta. O modelo matemático, que levou um ano para ser desenvolvido, combina fatores naturais, como o tipo de solo e a composição das florestas, a aspectos socioeconômicos de cada região. Também entram na conta os dados dos monitoramentos via satélite do modelo criado indicou que, até julho de 2011, 3.700 km² - quase duas cidades de São Paulo- serão ameaçados pelo desmatamento. A maior parte disso, 67%, fica no Pará, que já lidera as estatísticas oficiais de desmatamento no país. O segundo colocado no levantamento, Mato Grosso, vem bem depois, com 13% da área ameaçada.
O estudo confirma as estradas como um dos maiores vetores de destruição da floresta. Regiões próximas à BR-163, que liga Cuiabá (MT) a Santarém (PA), já começaram a ser degradadas e o processo tende a se intensificar.
Os cientistas avaliaram também as rotas não oficiais, em geral abertas irregularmente por madeireiros e especuladores. Segundo estimativas do Imazon, elas já cortam milhares de quilômetros floresta adentro.
A maioria das florestas vulneráveis (59%) estão em áreas privadas ou sob algum tipo de ocupação. Os assentamentos de reforma agrária vêm atrás, com 25%. Por outro lado, o menor risco está nas terras indígenas - 4% da área ameaçada.
O estudo confirma as estradas como um dos maiores vetores de destruição da floresta. Regiões próximas à BR-163, que liga Cuiabá (MT) a Santarém (PA), já começaram a ser degradadas e o processo tende a se intensificar.
Os cientistas avaliaram também as rotas não oficiais, em geral abertas irregularmente por madeireiros e especuladores. Segundo estimativas do Imazon, elas já cortam milhares de quilômetros floresta adentro.
A maioria das florestas vulneráveis (59%) estão em áreas privadas ou sob algum tipo de ocupação. Os assentamentos de reforma agrária vêm atrás, com 25%. Por outro lado, o menor risco está nas terras indígenas - 4% da área ameaçada.
Fonte: Celulose Online
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