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Notícias
10
jan
2011
(DESMATAMENTO)
Estudo indica risco de desmatamento em 13% das florestas de MT
Pelo menos 13% das florestas localizadas em Mato Grosso estão sob risco de desmatamento. É o que revela o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), sediada em Belém (PA), em seu Boletim de Risco de Desmatamento, publicado neste sábado, 8. O estudo do Imazon apresenta o risco de desmatamento em municípios, Áreas Protegidas, Assentamentos e áreas privadas, devolutas ou sob conflitos por posse, para o período de agosto de 2010 a julho de 2011. O Pará é o Estado em que o risco é bem maior: 67%.
Áreas privadas, devolutas ou em conflitos por posse concentraram 59% das áreas de florestas sob maior risco de desmatamento. Outros 25% estão dentro de assentamentos de reforma agrária. As Unidades de Conservação e Terras Indígenas concentram 12% e 4% das áreas sob risco de desmatamento, respectivamente.
As áreas com maior probabilidade de desmatamento, segundo o estudo, concentram-se principalmente ao longo da BR-163 (Rodovia Cuiabá- Santarém), BR-230 (Rodovia Transamazônica) e na região da Terra do Meio (PA). Outras regiões de concentração estão localizadas no sudeste do Acre, norte de Rondônia e noroeste do Mato Grosso.
Vários municípios foram classificados com risco alto. Detalhe: nenhum deles está localizado em Mato Grosso. Explica-se: as cidades das regiões mais propicias ao desmatamento – especialmente em função do avanço do agronegócio – foram classificadas como risco médio. O principal temor quanto aos desmatamentos em Mato Grosso encontram-se em reservas indígenas do Xavantes, no Araguaia, e dos Kayaby, no Noroeste do Estado.
Novo Progresso e Novo Repartimento foram classificados pelo Imazon com risco crítico de desmatamento - área e intensidade do risco altos. Os três municípios com maior área sob risco de desmatamento são São Félix do Xingú, Altamira e Novo Progresso, todos no Estado do Pará, acumulando 22.6% do total.
O modelo usado para determinar o risco de desmatamento é baseado em técnicas geoestatísticas. Elas permitem, segundo o Imazon, estimar, de forma explícita, o risco de desmatamento futuro com base na distribuição espacial do desmatamento passado. O modelo também leva em conta fatores que contribuem para a ocorrência do desmatamento: proximidade de estradas e rios navegáveis, custo de transporte de madeira, topografia, elevação de terreno, declividade e unidades de conservação.
Áreas privadas, devolutas ou em conflitos por posse concentraram 59% das áreas de florestas sob maior risco de desmatamento. Outros 25% estão dentro de assentamentos de reforma agrária. As Unidades de Conservação e Terras Indígenas concentram 12% e 4% das áreas sob risco de desmatamento, respectivamente.
As áreas com maior probabilidade de desmatamento, segundo o estudo, concentram-se principalmente ao longo da BR-163 (Rodovia Cuiabá- Santarém), BR-230 (Rodovia Transamazônica) e na região da Terra do Meio (PA). Outras regiões de concentração estão localizadas no sudeste do Acre, norte de Rondônia e noroeste do Mato Grosso.
Vários municípios foram classificados com risco alto. Detalhe: nenhum deles está localizado em Mato Grosso. Explica-se: as cidades das regiões mais propicias ao desmatamento – especialmente em função do avanço do agronegócio – foram classificadas como risco médio. O principal temor quanto aos desmatamentos em Mato Grosso encontram-se em reservas indígenas do Xavantes, no Araguaia, e dos Kayaby, no Noroeste do Estado.
Novo Progresso e Novo Repartimento foram classificados pelo Imazon com risco crítico de desmatamento - área e intensidade do risco altos. Os três municípios com maior área sob risco de desmatamento são São Félix do Xingú, Altamira e Novo Progresso, todos no Estado do Pará, acumulando 22.6% do total.
O modelo usado para determinar o risco de desmatamento é baseado em técnicas geoestatísticas. Elas permitem, segundo o Imazon, estimar, de forma explícita, o risco de desmatamento futuro com base na distribuição espacial do desmatamento passado. O modelo também leva em conta fatores que contribuem para a ocorrência do desmatamento: proximidade de estradas e rios navegáveis, custo de transporte de madeira, topografia, elevação de terreno, declividade e unidades de conservação.
Fonte: 24horasnews
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