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Notícias
07
jan
2011
(PAPEL E CELULOSE)
Portocel embarca 60 milhões de toneladas de celulose até o o fim de 2010
Porto está preparado para receber navios com capacidade de embarque anual de 7,5 milhões de toneladas de celulose
O Terminal Especializado de Barra do Riacho (Portocel), o único porto do Brasil especializado no embarque de celulose, embarcou 60 milhões de toneladas de celulose até o final de 2010. O número reflete as operações do terminal desde 1978, ano de início das movimentações do porto.
Outra marca de destaque é do embarque anual, que, em 2010, somaram 5.630.282 toneladas de celulose em 281 embarcações, incluindo produtos siderúrgicos. O porto está preparado para receber navios continuamente, com capacidade de embarque anual de 7,5 milhões de toneladas de celulose.
De acordo com o diretor-superintendente do terminal, Wellington Giacomin, a marca representa os resultados dos investimentos no porto e o grau de comprometimento dos acionistas na formação da balança econômica brasileira. "Os investimentos estão trazendo grandes resultados como esta marca, o que reflete também no aumento da geração de emprego", ressaltou.
O porto é de propriedade conjunta da Fibria (51%) e da Cenibra (49%), duas das maiores empresas produtoras de celulose no Brasil. Portocel exporta toda a celulose produzida por essas duas empresas, além de embarcar parte da celulose produzida pela Suzano na Bahia e 100% da celulose que chega por barcaças produzida pela Veracel (BA), joint venture entre a Fibria e a Stora Enso.
O Terminal Especializado de Barra do Riacho (Portocel), o único porto do Brasil especializado no embarque de celulose, embarcou 60 milhões de toneladas de celulose até o final de 2010. O número reflete as operações do terminal desde 1978, ano de início das movimentações do porto.
Outra marca de destaque é do embarque anual, que, em 2010, somaram 5.630.282 toneladas de celulose em 281 embarcações, incluindo produtos siderúrgicos. O porto está preparado para receber navios continuamente, com capacidade de embarque anual de 7,5 milhões de toneladas de celulose.
De acordo com o diretor-superintendente do terminal, Wellington Giacomin, a marca representa os resultados dos investimentos no porto e o grau de comprometimento dos acionistas na formação da balança econômica brasileira. "Os investimentos estão trazendo grandes resultados como esta marca, o que reflete também no aumento da geração de emprego", ressaltou.
O porto é de propriedade conjunta da Fibria (51%) e da Cenibra (49%), duas das maiores empresas produtoras de celulose no Brasil. Portocel exporta toda a celulose produzida por essas duas empresas, além de embarcar parte da celulose produzida pela Suzano na Bahia e 100% da celulose que chega por barcaças produzida pela Veracel (BA), joint venture entre a Fibria e a Stora Enso.
Fonte: Record – Adaptado por Painel Florestal
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