Voltar
Notícias
07
jan
2011
(PAPEL E CELULOSE)
Uruguai da sinal verde para nova fábrica da Stora Enso
O governo do Uruguai autorizou à instalação de uma nova fábrica de celulose nas proximidades de Colônia do Sacramento, às margens do rio da Prata. A licença ambiental prévia foi dada no início desta semana e permite à empresa Montes del Plata- uma associação da sueco-finlandesa Stora Enso e da chilena Arauco, para construir sua unidade processadora de celulose num prazo de 48 meses a partir do começo das obras.
A companhia ainda não confirmou o investimento no Uruguai e afirma que estava à espera da licença para definir seus planos. De acordo com o governo local, o investimento seria de US$ 2 bilhões e a capacidade da nova fábrica seria de 1,3 milhão de toneladas por ano. Isso representa quase 20% a mais do que a fábrica de celulose da UPM (ex-Botnia), que gerou a chamada "guerra das papeleiras" com a Argentina, resolvida em 2010.
Manifestantes de Gualeguaychú, cidade argentina na Província de Entre Ríos, bloquearam durante mais de três anos a ponte fronteiriça com o Uruguai por causa da fábrica instalada pela finlandesa Botnia do outro lado da divisa.
Além da Botnia, a espanhola Ence previa a instalação de outra fábrica no Uruguai. Devido à polêmica, a Ence desistiu do projeto e o vendeu para a joint venture entre a Stora Enso e a Arauco. Hoje a UPM, herdeira da Botnia, processa 1,1 milhão de toneladas de celulose por ano e representa 1% do PIB do país.
O novo projeto inclui, além do processamento da polpa de celulose de eucalipto, uma usina térmica para geração de energia a partir de biomassa (madeira) e um porto no rio da Prata. O porto permitirá o descarregamento de barcaças com madeira e o embarque de celulose, cuja produção será voltada para o mercado externo. O ministro uruguaio de Indústria, Energia e Mineração, Roberto Kreimerman, qualificou o projeto como um "megainvestimento" e disse que o objetivo do governo é que ele tenha "o máximo de valor agregado nacional". As autoridades locais ressaltam que as tecnologias empregadas, tanto na ex-Botnia quanto no projeto ainda em estudo, são modernas e rechaçam a acusação de que as fábricas contaminam as águas.
A companhia ainda não confirmou o investimento no Uruguai e afirma que estava à espera da licença para definir seus planos. De acordo com o governo local, o investimento seria de US$ 2 bilhões e a capacidade da nova fábrica seria de 1,3 milhão de toneladas por ano. Isso representa quase 20% a mais do que a fábrica de celulose da UPM (ex-Botnia), que gerou a chamada "guerra das papeleiras" com a Argentina, resolvida em 2010.
Manifestantes de Gualeguaychú, cidade argentina na Província de Entre Ríos, bloquearam durante mais de três anos a ponte fronteiriça com o Uruguai por causa da fábrica instalada pela finlandesa Botnia do outro lado da divisa.
Além da Botnia, a espanhola Ence previa a instalação de outra fábrica no Uruguai. Devido à polêmica, a Ence desistiu do projeto e o vendeu para a joint venture entre a Stora Enso e a Arauco. Hoje a UPM, herdeira da Botnia, processa 1,1 milhão de toneladas de celulose por ano e representa 1% do PIB do país.
O novo projeto inclui, além do processamento da polpa de celulose de eucalipto, uma usina térmica para geração de energia a partir de biomassa (madeira) e um porto no rio da Prata. O porto permitirá o descarregamento de barcaças com madeira e o embarque de celulose, cuja produção será voltada para o mercado externo. O ministro uruguaio de Indústria, Energia e Mineração, Roberto Kreimerman, qualificou o projeto como um "megainvestimento" e disse que o objetivo do governo é que ele tenha "o máximo de valor agregado nacional". As autoridades locais ressaltam que as tecnologias empregadas, tanto na ex-Botnia quanto no projeto ainda em estudo, são modernas e rechaçam a acusação de que as fábricas contaminam as águas.
Fonte: Valor Econômico/Adaptado por Celulose Online
Notícias em destaque
BNDES aprova R$ 43,8 milhões para planta de carvão vegetal da Ferbasa na Bahia
Unidade será instalada em Maracás (BA), terá capacidade de 20 mil toneladas por ano e usará madeira de florestas...
(BIOENERGIA)
A construção da sustentabilidade na silvicultura
O mês do meio ambiente é um convite à reflexão sobre como produzir e conservar ao mesmo tempo, um desafio cada vez mais...
(SILVICULTURA)
Brquetes de madeira prensada no inverno: por que superam a lenha tradicional
Quem aposta em madeira para se aquecer no inverno normalmente pensa na lenha tradicional comprada em loja de materiais de construção...
(BIOENERGIA)
Árvore, pasto e renda: eucalipto ganha espaço e fortalece a pecuária em AL
Produção de eucalipto em Alagoas saltou de pouco mais de 2 mil hectares para 27.296 hectares em uma década, aponta estudo da...
(SILVICULTURA)
Caixas de armazenamento de pellets: mais autonomia para fogões a pellets neste inverno
Cada vez mais lares contam com fogões a pellets para obter um calor limpo e constante - mas muita gente ainda precisa arrastar sacos...
(GERAL)
Relatório da FAO e da Bauhaus Earth destaca o papel da madeira na redução das emissões da construção civil
Um maior uso de madeira de origem sustentável pode ajudar a reposicionar o setor da construção civil, transformando-o de um...
(MADEIRA E PRODUTOS)














