Voltar
Notícias
04
jan
2011
(PAPEL E CELULOSE)
Estoques de celulose devem aumentar em 2011
Tudo indica que o nível dos estoques de celulose deverão aumentar até um patamar próximo à média histórica em 2011, segundo os analistas do Banco Fator. De acordo com o relatório da corretora, o crescimento deve acontecer em função da reativação de algumas capacidades que estavam ociosas desde a crise financeira. Entretanto, "apesar do aumento da oferta, não há expectativa de entrada significativa de capacidade até final de 2012", afirmam os analistas Rodrigo Fernandes e Hering Shen, em relatorio.
Os profissionais ressaltam que, segundo estimativas da Pulp and Paper Products Council (PPPC), que reúne as maiores produtoras globais da indústria de papel e celulose, haverá entrada de 2,1 milhões toneladas de celulose até 2012. Em contrapartida, haverá aumento de 3,5 milhões toneladas na demanda por celulose, principalmente nos mercados europeu e asiático.
"Em função disso, o balanço da oferta e demanda nesse período deverá permanecer em equilíbrio (pequeno superávit de 1,8 milhão de toneladas). As capacidades mais significativas deverão entrar em operação somente a partir de 2013, e estão localizadas no Brasil, nas plantas do Maranhão e Piauí com capacidade de 1,5 milhão de toneladas cada da Suzano, e 1,5 milhão de toneladas em Três Lagoas (MS) da JBS", dizem.
Eles também afirmam que o fechamento das capacidades de celulose (não madeira) na China continuará a ocorrer ao longo dos próximos dois a três anos, devido à entrada de novas e modernas máquinas de papel naquele país, que necessitam de celulose de melhor qualidade e suprimento contínuo do produto.
"Acreditamos que a China continuará a depender da celulose de mercado (que possui melhor qualidade) para suprir as fábricas de papel que entrarão em operação, principalmente em 2011", apontam.
Retrospectiva
Como foi previsto pelos analistas do banco Fator, o setor de papel e celulose se recuperou gradualmente em 2010. Entretanto, eles afirmam que a velocidade da recuperação, principalmente dos preços, foi maior que as expectativas em função de demanda chinesa aquecida, do terremoto no Chile, do nível baixo dos estoques de celulose e do aumento das compras na Europa e Estados Unidos.
"Com relação a eventos, acreditamos que não haverá nada similar ao ocorrido nos últimos dois anos. A gestão de dívida não deve ser problema com a volta do crédito, gestão eficiente e com a melhora dos resultados operacionais", afirmam.
Recomendações
Para a Fibria (FIBR3), a recomendação é de "venda", com preço-alvo em R$ 30,00. Para as ações da Klabin (KLBN4), o Fator recomenda "manutenção" e coloca o preço-alvo em R$ 6,00. Já para os pepéis da Suzano Papel e Celulose (SUZB5) a recomendação é de "manutenção" e o preço-alvo está em R$ 21,50.
Os profissionais ressaltam que, segundo estimativas da Pulp and Paper Products Council (PPPC), que reúne as maiores produtoras globais da indústria de papel e celulose, haverá entrada de 2,1 milhões toneladas de celulose até 2012. Em contrapartida, haverá aumento de 3,5 milhões toneladas na demanda por celulose, principalmente nos mercados europeu e asiático.
"Em função disso, o balanço da oferta e demanda nesse período deverá permanecer em equilíbrio (pequeno superávit de 1,8 milhão de toneladas). As capacidades mais significativas deverão entrar em operação somente a partir de 2013, e estão localizadas no Brasil, nas plantas do Maranhão e Piauí com capacidade de 1,5 milhão de toneladas cada da Suzano, e 1,5 milhão de toneladas em Três Lagoas (MS) da JBS", dizem.
Eles também afirmam que o fechamento das capacidades de celulose (não madeira) na China continuará a ocorrer ao longo dos próximos dois a três anos, devido à entrada de novas e modernas máquinas de papel naquele país, que necessitam de celulose de melhor qualidade e suprimento contínuo do produto.
"Acreditamos que a China continuará a depender da celulose de mercado (que possui melhor qualidade) para suprir as fábricas de papel que entrarão em operação, principalmente em 2011", apontam.
Retrospectiva
Como foi previsto pelos analistas do banco Fator, o setor de papel e celulose se recuperou gradualmente em 2010. Entretanto, eles afirmam que a velocidade da recuperação, principalmente dos preços, foi maior que as expectativas em função de demanda chinesa aquecida, do terremoto no Chile, do nível baixo dos estoques de celulose e do aumento das compras na Europa e Estados Unidos.
"Com relação a eventos, acreditamos que não haverá nada similar ao ocorrido nos últimos dois anos. A gestão de dívida não deve ser problema com a volta do crédito, gestão eficiente e com a melhora dos resultados operacionais", afirmam.
Recomendações
Para a Fibria (FIBR3), a recomendação é de "venda", com preço-alvo em R$ 30,00. Para as ações da Klabin (KLBN4), o Fator recomenda "manutenção" e coloca o preço-alvo em R$ 6,00. Já para os pepéis da Suzano Papel e Celulose (SUZB5) a recomendação é de "manutenção" e o preço-alvo está em R$ 21,50.
Fonte: Último Instante/Adaptado por Celulose Online
Notícias em destaque
Construtores erguem casa com madeira de reflorestamento em quatro dias e reduzem o custo da obra, desafiando a construção civil tradicional
Construir uma moradia do zero geralmente exige meses de espera, canteiros sujos e orçamentos estourados. Para romper essa lógica,...
(CONSTRUÇÃO CIVIL)
Veracel e SENAI formam turmas de Operador e Operadora | Mecânico e Mecânica de Máquinas Florestais no sul da Bahia
Com 100% de contratação entre os novos operadores, iniciativa reforça a estratégia de qualificação de...
(GERAL)
Casal constrói casa de madeira com técnica de construção japonesa que promete durabilidade de até 100 anos
Casal experiente tomou a frente de uma construção de casa de madeira com técnica japonesa que pode garantir resistência...
(TECNOLOGIA)
Cenário global pressiona madeira e exige adaptação do setor
Guerra, mercado e diversidade: Podcast da WoodFlow destaca desafios globais e o protagonismo feminino no setor florestal
O mais recente...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Dimensão econômica e sociocultural do carvão vegetal no Mato Grosso do Sul
O carvão vegetal constitui um dos combustíveis sólidos mais tradicionais da matriz energética brasileira. Sua...
(BIOENERGIA)
Prevê-se que as vendas mundiais de máquinas para trabalhar madeira atinjam US$ 8,5 bilhões até 2035
Uma nova análise do mercado global de máquinas para trabalhar madeira prevê um crescimento anual composto de 5,1%, o que...
(MERCADO)













