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Notícias
03
jan
2011
(PAPEL E CELULOSE)
Setor de C&P no RS teve crescimento de 5,1% em 2010
O setor gaúcho de celulose e papel fechou o ano de 2010 com um crescimento similar ao registrado em nível nacional, 5,1% e 3,4%, respectivamente, na comparação com 2009, segundo avalia o presidente do Sindicato das Indústrias de Celulose, Papel, Papelão, Embalagens e Artefatos de Papel, Papelão e Cortiça do Rio Grande do Sul, Walter Rudi Christmann.
Os números anunciados pela Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa) mostram que a produção de celulose no País chegará a 14 milhões de toneladas, enquanto a de papel alcançará a marca de 9,8 milhões de toneladas. Conforme Christmann, a recuperação do setor iniciada em setembro último, após o período de desaquecimento resultante da crise financeira internacional, tenderá a se manter nos próximos anos.
Segundo o dirigente, o principal fator responsável é a expectativa do aumento do consumo de papel e o maior dinamismo econômico de mercados emergentes, como China, Índia, Rússia, Leste Europeu e América Latina. E, por isso, o Sinpasul continua apostando no potencial de desenvolvimento do setor florestal do Estado e a expectativa é de que o novo governo gaúcho oportunize as condições para a retomada dos projetos de investimento na indústria de base florestal.
Os números anunciados pela Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa) mostram que a produção de celulose no País chegará a 14 milhões de toneladas, enquanto a de papel alcançará a marca de 9,8 milhões de toneladas. Conforme Christmann, a recuperação do setor iniciada em setembro último, após o período de desaquecimento resultante da crise financeira internacional, tenderá a se manter nos próximos anos.
Segundo o dirigente, o principal fator responsável é a expectativa do aumento do consumo de papel e o maior dinamismo econômico de mercados emergentes, como China, Índia, Rússia, Leste Europeu e América Latina. E, por isso, o Sinpasul continua apostando no potencial de desenvolvimento do setor florestal do Estado e a expectativa é de que o novo governo gaúcho oportunize as condições para a retomada dos projetos de investimento na indústria de base florestal.
Fonte: Jornal do comércio/Adaptado por Celulose Online
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