Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Desmatamento na década de noventa supera 14 milhões ha/ano.
O desmatamento afetou um total de 14,6 milhões de ha de florestas por ano na década de noventa, o que se supõe um desaparecimento progressivo de uma superfície maior que a Venezuela, segundo informações prestadas na inauguração do terceiro período de secções do Fórum das Nações Unidas sobre Florestas.
Nessa reunião intergovernamental, que se realiza de 26 de maio a 06 de junho em Genebra, (Suíça) estão presentes representantes do Brasil, Panamá, Chile, Colômbia, Nicarágua, Uruguai, Estados Unidos, Cuba, El Salvador, Paraguai, entre outros, cujo objetivo é buscar uma fórmula que permita acabar com o desmatamento ilegal e criar uma nova Convenção sobre as Florestas com intuito de preservar estas áreas verdes e estabelecer seu real valor econômico, o que é de suma importância para os países pobres.
O relatório elaborado pelas Nações Unidas e o Banco Mundial, revela que são perdidos por ano, devido a corte ilegal das árvores, mais de 10.000 milhões de dólares no mundo.
Segundo o relatório, esta perda é três vezes maior que os recursos que destinam os países ricos e as organizações internacionais para o manejo ecológico das florestas. O comércio mundial anual de produtos provenientes das florestas movimentam 133.000 milhões de dólares, dos quais a metade desse valor corresponde a indústria do papel e celulose.
Vale lembrar que as florestas cobrem um total de 3.900 milhões de ha da superfície terrestre e representam a única fonte de renda para 500 milhões de pessoas, que são as primeiras a serem afetadas pelo retrocesso da área florestal.
Fonte: Forestalia
Nessa reunião intergovernamental, que se realiza de 26 de maio a 06 de junho em Genebra, (Suíça) estão presentes representantes do Brasil, Panamá, Chile, Colômbia, Nicarágua, Uruguai, Estados Unidos, Cuba, El Salvador, Paraguai, entre outros, cujo objetivo é buscar uma fórmula que permita acabar com o desmatamento ilegal e criar uma nova Convenção sobre as Florestas com intuito de preservar estas áreas verdes e estabelecer seu real valor econômico, o que é de suma importância para os países pobres.
O relatório elaborado pelas Nações Unidas e o Banco Mundial, revela que são perdidos por ano, devido a corte ilegal das árvores, mais de 10.000 milhões de dólares no mundo.
Segundo o relatório, esta perda é três vezes maior que os recursos que destinam os países ricos e as organizações internacionais para o manejo ecológico das florestas. O comércio mundial anual de produtos provenientes das florestas movimentam 133.000 milhões de dólares, dos quais a metade desse valor corresponde a indústria do papel e celulose.
Vale lembrar que as florestas cobrem um total de 3.900 milhões de ha da superfície terrestre e representam a única fonte de renda para 500 milhões de pessoas, que são as primeiras a serem afetadas pelo retrocesso da área florestal.
Fonte: Forestalia
Fonte:
Notícias em destaque
Exportações na cadeia moveleira reagem em fevereiro e março, mas fecham 1º trimestre abaixo de 2025
Em meio à reorganização dos mercados internacionais, “Conjuntura de Móveis – Abril/2026” apontou...
(MERCADO)
Florestas plantadas respondem por 94 por cento da madeira para fins industriais
A sociedade consome produtos provenientes de florestas todos os dias, e a presença da madeira pode ser constatada em produtos como...
(SETOR FLORESTAL)
Ibá anuncia banca de jurados de seu 3º Prêmio de Jornalismo
Roberto Waack, Carlos Aguiar e Vera Ondei compõem o júri da terceira edição; inscrições vão...
(EVENTOS)
A sustentabilidade da silvicultura e o envolvimento de toda a cadeia produtiva
A silvicultura brasileira alcançou um nível de desenvolvimento admirável. Evoluiu em produtividade, tecnologia,...
(SILVICULTURA)
FSC: marco de 10 milhões de hectares certificados reafirmam o Brasil como potência em soluções baseadas na natureza
Com um crescimento em área de quase 40% nos últimos dez anos, o Brasil acaba de alcançar a marca de 10 milhões de...
(CERTIFICAÇÃO)
Processamento de pequi no Araguaia projeta volume três vezes maior que principal polo nacional
Com aporte do governo britânico, projeto impulsiona bioeconomia e tem potencial de gerar R$ 21 milhões por ano para mais de mil...
(AGRO)














