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Notícias
30
dez
2010
(MADEIRA E PRODUTOS)
Sindicarv: setor brasileiro de carvão deve se recuperar em 2011
Com confiança e otimismo, produtores domésticos de carvão acreditam que o mercado verá uma demanda mais forte e menos ofertas no próximo ano.
Apesar dos dois últimos anos terem sido caóticos, o setor brasileiro de carvão entrará numa nova fase em 2011. Com confiança e otimismo, produtores domésticos de carvão acreditam que o mercado verá uma demanda mais forte e menos ofertas no próximo ano.
A Steel Business Briefing apurou junto ao Sindicarv, sindicato de produtores de carvão de Mato Grosso do Sul, que hoje em dia não é possível avaliar os setores de ferro e aço separadamente, “hoje falamos do setor como um todo, uma cadeia - a qual inclui o carvão vegetal, o ferro-gusa e o aço”.
Segundo o presidente do Sindicarv, Marcos Brito, o mercado começará a se recuperar em janeiro. As produtoras de gusa e siderúrgicas de Minas Gerais já deram sinal de melhora. “Elas estão antecipando suas compras e estão confiantes na recuperação no mercado de gusa”, acrescentou Brito.
Segundo ele, as taxas de câmbio (do real em relação ao dólar) tem sido um grande problema para a indústria doméstica. Para Brito é necessário que o governo revise seu plano econômico, caso contrário as exportadoras continuarão sofrendo. “Isso também afeta o consumo doméstico. Se as produtoras de gusa pararem de exportar, elas vão interromper a produção e não comprarão mais carvão. É uma cadeia”.
A SBB foi informada pelo Sindicarv que os preços médios do carvão brasileiro chegaram a cerca de R$ 450-500/tonelada (US$ 263-292/t) entregue. A previsão do grupo para 2011 é que o preço médio chegue a R$ 555-600/t del, já que o mercado estará estreito, com forte demanda e oferta limitada.
Apesar dos dois últimos anos terem sido caóticos, o setor brasileiro de carvão entrará numa nova fase em 2011. Com confiança e otimismo, produtores domésticos de carvão acreditam que o mercado verá uma demanda mais forte e menos ofertas no próximo ano.
A Steel Business Briefing apurou junto ao Sindicarv, sindicato de produtores de carvão de Mato Grosso do Sul, que hoje em dia não é possível avaliar os setores de ferro e aço separadamente, “hoje falamos do setor como um todo, uma cadeia - a qual inclui o carvão vegetal, o ferro-gusa e o aço”.
Segundo o presidente do Sindicarv, Marcos Brito, o mercado começará a se recuperar em janeiro. As produtoras de gusa e siderúrgicas de Minas Gerais já deram sinal de melhora. “Elas estão antecipando suas compras e estão confiantes na recuperação no mercado de gusa”, acrescentou Brito.
Segundo ele, as taxas de câmbio (do real em relação ao dólar) tem sido um grande problema para a indústria doméstica. Para Brito é necessário que o governo revise seu plano econômico, caso contrário as exportadoras continuarão sofrendo. “Isso também afeta o consumo doméstico. Se as produtoras de gusa pararem de exportar, elas vão interromper a produção e não comprarão mais carvão. É uma cadeia”.
A SBB foi informada pelo Sindicarv que os preços médios do carvão brasileiro chegaram a cerca de R$ 450-500/tonelada (US$ 263-292/t) entregue. A previsão do grupo para 2011 é que o preço médio chegue a R$ 555-600/t del, já que o mercado estará estreito, com forte demanda e oferta limitada.
Fonte: Steel Business Briefing/Painel Florestal
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