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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Mais de 20% do parque industrial madeireiro de MT está paralisado
Cerca de 20% das empresas madeireiras de Sinop, cidade onde possuí a maior concentração de indústrias madeireiras em Mato Grosso, estão com suas atividades paralisadas e 60% estão trabalhando precariamente, devido à falta de matéria-prima (madeira) para a industrialização. Os dados são da Assessoria Ambiental da Federação das Indústrias de Mato Grosso. Cidades como Juína, Alta Floresta e Aripuanã estão sofrendo com a mesma situação.
O parque industrial madeireiro do Estado de Mato Grosso conta atualmente com cerca de 1.200 estabelecimentos e é composto de laminadoras, fábricas de compensados, serrarias e beneficiamentos. O setor de base florestal responde por mais de 50 % da riqueza de mais de trinta municípios no Estado, gerando cerca de 30 mil empregos diretos e mais de 120 mil empregos indiretos, mantendo economicamente ativa essa mão-de-obra especializada em madeira.
Os industriais do setor madeireiro estão preocupados com a não liberação de projetos de manejo pelo Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente), o que está acarretando falta de matéria-prima para a produção. Os líderes ameaçam demitir mais de 11 mil trabalhadores do setor, caso o problema não venha a ter alguma solução.
Para alertar a sociedade e os poderes públicos para a situação, os empresários e trabalhadores do setor estão se mobilizando para parar o Trevo do Lagarto (um dos mais importantes pontos de escoamento e transporte da Grande Cuiabá, ligando duas BR’s) por duas horas no período da manhã nesta segunda-feira (21), com mais de 300 veículos - entre carretas, ônibus e carros - oriundos de todos os pontos de produção madeireira do Estado. Em seguida, pretendem seguir em direção ao Ibama em Mato Grosso, por meio das principais ruas de Várzea Grande e Cuiabá, chegando até a Avenida Rubens de Mendonça (CPA), na capital.
Logo depois, no período da tarde, pretendem obter audiência com o Governador do Estado de Mato Grosso, Blairo Maggi, e o presidente da Assembléia Legislativa de Mato Grosso, José Riva, onde entregarão uma Carta/Documento do Manifesto, explicando detalhadamente quais são as reivindicações do setor, apresentando soluções para o problema enfrentado e solicitando apoio do poder executivo e legislativo.
Fonte: 24 Horas News – 16/06/2004
O parque industrial madeireiro do Estado de Mato Grosso conta atualmente com cerca de 1.200 estabelecimentos e é composto de laminadoras, fábricas de compensados, serrarias e beneficiamentos. O setor de base florestal responde por mais de 50 % da riqueza de mais de trinta municípios no Estado, gerando cerca de 30 mil empregos diretos e mais de 120 mil empregos indiretos, mantendo economicamente ativa essa mão-de-obra especializada em madeira.
Os industriais do setor madeireiro estão preocupados com a não liberação de projetos de manejo pelo Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente), o que está acarretando falta de matéria-prima para a produção. Os líderes ameaçam demitir mais de 11 mil trabalhadores do setor, caso o problema não venha a ter alguma solução.
Para alertar a sociedade e os poderes públicos para a situação, os empresários e trabalhadores do setor estão se mobilizando para parar o Trevo do Lagarto (um dos mais importantes pontos de escoamento e transporte da Grande Cuiabá, ligando duas BR’s) por duas horas no período da manhã nesta segunda-feira (21), com mais de 300 veículos - entre carretas, ônibus e carros - oriundos de todos os pontos de produção madeireira do Estado. Em seguida, pretendem seguir em direção ao Ibama em Mato Grosso, por meio das principais ruas de Várzea Grande e Cuiabá, chegando até a Avenida Rubens de Mendonça (CPA), na capital.
Logo depois, no período da tarde, pretendem obter audiência com o Governador do Estado de Mato Grosso, Blairo Maggi, e o presidente da Assembléia Legislativa de Mato Grosso, José Riva, onde entregarão uma Carta/Documento do Manifesto, explicando detalhadamente quais são as reivindicações do setor, apresentando soluções para o problema enfrentado e solicitando apoio do poder executivo e legislativo.
Fonte: 24 Horas News – 16/06/2004
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