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Notícias
21
dez
2010
(SETOR FLORESTAL)
Árvores dão lugar à obra e serão replantadas em Campo Grande –MS
Quatro aroeiras e dois angicos serão transportados para parque.
Seis árvores com mais de 30 anos – sendo 4 aroeiras e 2 angicos – serão transplantados de um canteiro de obras da Plaenge para uma área da Via Parque, próximo ao Parque Sóter, em Campo Grande. Há mais de um mês, as unidades que estão em um terreno na Rua Antônio Maria Coelho, em frente ao parque estadual, começaram a ser preparadas para o deslocamento, que garantirá a preservação dessas árvores nativas do Cerrado. O transplante deve ser feito na segunda ou terça feira da semana que vem.
De acordo com o engenheiro florestal Rubens Nogueira da Rosa, que coordena os trabalhos, as árvores têm entre 16 e 17 metros de altura. “Utilizamos tecnologia usada na Universidade Federal de Viçosa em Minas gerais. A árvore recebeu tratamento específico e amanhã termina de ser embalada para o transporte”, disse referindo-se a proteção feita nas raízes das plantas. O cuidado com as árvores é grande. “Até mesmo a posição que ela estava tem que ser respeitada no novo local, caso contrário ela pode não se adaptar”.
O coordenador de obras da Plaenge, engenheiro civil, Dorianey Magnus Peres destacou que, antes do início da construção, o local foi avaliado e as árvores que podiam ser preservadas fora definidas. “Então, demos entrada na prefeitura de Campo Grande, para doarmos as espécies”.
O prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad, adiantou que as seis árvores na Via Parque, próximo ao Córrego Sóter, logo após o cruzamento com a Avenida Mato Grosso.
Consciência Ambiental
Rubens Rosa ressalta que em cidades de São Paulo, há cerca de 10 ou 15 anos adota-se a prática de transplante de árvores para preservar unidades antigas e de relevância ambiental. Em Campo Grande, a atitude é recente, e os resultados obtidos têm sido bons.
“A aroeira é uma espécie protegida por lei federal e é considerada em extinção. Já o angico não tem proteção específica, mas por serem muito antigos, resolvemos incluí-los neste manejo”, ressaltou o engenheiro florestal. O transporte de cada unidade está estimado em R$8 mil reais.
Pelo Código da Polícia Administrativa do município, é considerada infração a destruição ou danificação de árvores plantadas em áreas públicas. Todos os serviços que impliquem em alterações na arborização deverão ser executados exclusivamente pelo órgão municipal competente e, em seguida, uma nova árvore deverá ser plantada.
A prefeitura tem exemplos de árvores transplantadas. É o caso da palmeira localizada próxima a Morada dos Baís, de unidade que estão no canteiro central da Avenida Afonso Pena em frente ao Paço Municipal e de palmeira que está em rotatória no Complexo Segredo.
Seis árvores com mais de 30 anos – sendo 4 aroeiras e 2 angicos – serão transplantados de um canteiro de obras da Plaenge para uma área da Via Parque, próximo ao Parque Sóter, em Campo Grande. Há mais de um mês, as unidades que estão em um terreno na Rua Antônio Maria Coelho, em frente ao parque estadual, começaram a ser preparadas para o deslocamento, que garantirá a preservação dessas árvores nativas do Cerrado. O transplante deve ser feito na segunda ou terça feira da semana que vem.
De acordo com o engenheiro florestal Rubens Nogueira da Rosa, que coordena os trabalhos, as árvores têm entre 16 e 17 metros de altura. “Utilizamos tecnologia usada na Universidade Federal de Viçosa em Minas gerais. A árvore recebeu tratamento específico e amanhã termina de ser embalada para o transporte”, disse referindo-se a proteção feita nas raízes das plantas. O cuidado com as árvores é grande. “Até mesmo a posição que ela estava tem que ser respeitada no novo local, caso contrário ela pode não se adaptar”.
O coordenador de obras da Plaenge, engenheiro civil, Dorianey Magnus Peres destacou que, antes do início da construção, o local foi avaliado e as árvores que podiam ser preservadas fora definidas. “Então, demos entrada na prefeitura de Campo Grande, para doarmos as espécies”.
O prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad, adiantou que as seis árvores na Via Parque, próximo ao Córrego Sóter, logo após o cruzamento com a Avenida Mato Grosso.
Consciência Ambiental
Rubens Rosa ressalta que em cidades de São Paulo, há cerca de 10 ou 15 anos adota-se a prática de transplante de árvores para preservar unidades antigas e de relevância ambiental. Em Campo Grande, a atitude é recente, e os resultados obtidos têm sido bons.
“A aroeira é uma espécie protegida por lei federal e é considerada em extinção. Já o angico não tem proteção específica, mas por serem muito antigos, resolvemos incluí-los neste manejo”, ressaltou o engenheiro florestal. O transporte de cada unidade está estimado em R$8 mil reais.
Pelo Código da Polícia Administrativa do município, é considerada infração a destruição ou danificação de árvores plantadas em áreas públicas. Todos os serviços que impliquem em alterações na arborização deverão ser executados exclusivamente pelo órgão municipal competente e, em seguida, uma nova árvore deverá ser plantada.
A prefeitura tem exemplos de árvores transplantadas. É o caso da palmeira localizada próxima a Morada dos Baís, de unidade que estão no canteiro central da Avenida Afonso Pena em frente ao Paço Municipal e de palmeira que está em rotatória no Complexo Segredo.
Fonte: Correio do Estado/Painel Florestal
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