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Notícias
20
dez
2010
(MEIO AMBIENTE)
MT inicia nova fase florestal e passa a pagar por serviços ambientais
O Instituto Ação Verde e seus mantenedores entregaram, ontem, o selo ‘Floresta Viva - Carbono Neutro" às instituições que estão promovendo a neutralização das suas emissões de carbono, dentro do ano de 2010. O presidente do instituto e da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Famato), Rui Ottoni Prado, disse que o selo demonstra a seriedade com que as empresas estão vendo a questão ambiental, além de estarem atentas às demandas de uma nova sociedade. "Uma empresa que está realmente inserida no mercado globalizado, precisa estar atenta às suas exigências e, com um selo como este, ela sai na frente. Com certeza os clientes levam em consideração o que essas empresas estão fazendo pelo meio ambiente".
Os representantes de empresas, Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Famato), Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT) e a Associação dos Produtores de Soja do Estado (Aprosoja) receberam a certificação pela neutralização e o selo. Essas instituições foram pioneiras na participação da Plataforma de Negócios de Bens e Serviços Ambientais, administrada pelo Instituto Ação Verde (PNBSA), que realiza as transações de compra e venda dos serviços ambientais.
João Bosco de Almeida Duarte, presidente da Unimed Cuiabá, falou que a cooperativa foi a primeira do Brasil a neutralizar suas emissões. Segundo Duarte, a adesão à plataforma do Instituto Ação Verde é uma forma de valorizar as florestas do Estado. "Desde o início do ano estávamos procurando uma instituição e tínhamos optado por realizar a compensação fora, na Mata Atlântica, mas quando soubemos do Instituto Ação Verde, que é da nossa terra, fazendo o reflorestamento das matas ciliares dos rios de Mato Grosso, optamos por fazer a neutralização aqui".
Além do ganho ambiental, essas iniciativas também promovem ganhos sociais dentro do Estado. Durante o evento, quatro representantes das comunidades do Barranco Alto I e II, Santa Clara e São José, do município de Santo Antônio do Leverger, onde áreas de preservação permanente degradadas (APPD) vêm sendo recuperadas, receberam o cheque de R$ 25.925,46. O valor é a somatória do pagamento pelos serviços ambientais que a comunidade está promovendo. "Com este cheque estamos pensando em implantar um posto de saúde numa área da indústria de cana desativada e, depois, faremos uma sala de informática", comemorou o presidente da cooperativa da comunidade, Jackson Pinto de Arruda.
O diretor Executivo do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira (Cipem), Álvaro Leite - uma das entidades mantenedoras do Instituto Ação Verde -, destacou a importância do momento. "Isso inaugura uma nova fase de valorização das nossas florestas. O setor florestal sempre entendeu que era necessário buscar novas formas econômicas para a floresta se manter em pé, e iniciativas como esta sempre apoiaremos".
Os representantes de empresas, Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Famato), Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT) e a Associação dos Produtores de Soja do Estado (Aprosoja) receberam a certificação pela neutralização e o selo. Essas instituições foram pioneiras na participação da Plataforma de Negócios de Bens e Serviços Ambientais, administrada pelo Instituto Ação Verde (PNBSA), que realiza as transações de compra e venda dos serviços ambientais.
João Bosco de Almeida Duarte, presidente da Unimed Cuiabá, falou que a cooperativa foi a primeira do Brasil a neutralizar suas emissões. Segundo Duarte, a adesão à plataforma do Instituto Ação Verde é uma forma de valorizar as florestas do Estado. "Desde o início do ano estávamos procurando uma instituição e tínhamos optado por realizar a compensação fora, na Mata Atlântica, mas quando soubemos do Instituto Ação Verde, que é da nossa terra, fazendo o reflorestamento das matas ciliares dos rios de Mato Grosso, optamos por fazer a neutralização aqui".
Além do ganho ambiental, essas iniciativas também promovem ganhos sociais dentro do Estado. Durante o evento, quatro representantes das comunidades do Barranco Alto I e II, Santa Clara e São José, do município de Santo Antônio do Leverger, onde áreas de preservação permanente degradadas (APPD) vêm sendo recuperadas, receberam o cheque de R$ 25.925,46. O valor é a somatória do pagamento pelos serviços ambientais que a comunidade está promovendo. "Com este cheque estamos pensando em implantar um posto de saúde numa área da indústria de cana desativada e, depois, faremos uma sala de informática", comemorou o presidente da cooperativa da comunidade, Jackson Pinto de Arruda.
O diretor Executivo do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira (Cipem), Álvaro Leite - uma das entidades mantenedoras do Instituto Ação Verde -, destacou a importância do momento. "Isso inaugura uma nova fase de valorização das nossas florestas. O setor florestal sempre entendeu que era necessário buscar novas formas econômicas para a floresta se manter em pé, e iniciativas como esta sempre apoiaremos".
Fonte: Só Notícias
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