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Notícias
16
dez
2010
(MANEJO)
BNDES adquire ações da Amata
Banco quer mostrar necessidade de certificação da madeira e responsabilidade sócio-ambiental com a compra da empresa especializada em manejo sustentável. A Amata vai explorar o conceito de contínuo florestal, que abrange a exploração do manejo sustentável florestal na Amazônia.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio de sua subsidiária Bndespar, adquiriu participação acionária na empresa Amata, do setor florestal, especializada no manejo sustentável de florestas nativas. A operação do banco foi feita em parceria com fundos de investimentos nacionais e o fundo alemão Aquila.
O anúncio foi feito na última quinta-feira (09/12) pelo banco, que deterá, individualmente, cerca de 13% do capital total da Amata, com direito à indicação de um representante no Conselho de Administração da empresa. Os sócios originais da companhia permanecem como acionistas minoritários.
“Na verdade, nenhum dos acionistas vai deter mais do que 50%. O conjunto de investidores vai tomar as decisões em conjunto com os próprios acionistas atuais, que vão continuar na gestão da empresa”, afirma o gerente de Renda Variável do Departamento de Operações da Área de Meio Ambiente do BNDES, Fernando Rieche.
Segundo Rieche, o objetivo do banco ao adquirir a participação na Amata foi a de mostrar para o mercado a necessidade da certificação da madeira e a responsabilidade sócio-ambiental.
A compra pretende também sinalizar para a adoção de melhores práticas de governança corporativa na empresa e salientar o conceito de uso múltiplo da floresta. “Do ponto de vista ambiental, é prioridade para o banco, que já tem atuado na área ambiental há algum tempo”, explica.
O gerente disse que a operação vai complementar as ações que o BNDES já vem realizando na Amazônia, por intermédio do Fundo Amazônia, para combater o desmatamento por meio de financiamentos com recursos não reembolsáveis.
O investimento também tem objetivo econômico. “A gente está em uma atividade produtiva, cujo objetivo é gerar retorno econômico para os investidores. Mas, aliar isso à questão da responsabilidade socioambiental e da exploração de tudo que a floresta tem a oferecer”, destaca.
Rieche informa, ainda, que a Amata vai explorar também o conceito de contínuo florestal, que abrange a exploração do manejo sustentável florestal na Amazônia e o plantio de espécies nativas e exóticas em outras regiões degradadas. Com essa participação na Amata, o banco pretende incentivar as demais empresas do setor florestal a adoção de práticas ambientais responsáveis.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio de sua subsidiária Bndespar, adquiriu participação acionária na empresa Amata, do setor florestal, especializada no manejo sustentável de florestas nativas. A operação do banco foi feita em parceria com fundos de investimentos nacionais e o fundo alemão Aquila.
O anúncio foi feito na última quinta-feira (09/12) pelo banco, que deterá, individualmente, cerca de 13% do capital total da Amata, com direito à indicação de um representante no Conselho de Administração da empresa. Os sócios originais da companhia permanecem como acionistas minoritários.
“Na verdade, nenhum dos acionistas vai deter mais do que 50%. O conjunto de investidores vai tomar as decisões em conjunto com os próprios acionistas atuais, que vão continuar na gestão da empresa”, afirma o gerente de Renda Variável do Departamento de Operações da Área de Meio Ambiente do BNDES, Fernando Rieche.
Segundo Rieche, o objetivo do banco ao adquirir a participação na Amata foi a de mostrar para o mercado a necessidade da certificação da madeira e a responsabilidade sócio-ambiental.
A compra pretende também sinalizar para a adoção de melhores práticas de governança corporativa na empresa e salientar o conceito de uso múltiplo da floresta. “Do ponto de vista ambiental, é prioridade para o banco, que já tem atuado na área ambiental há algum tempo”, explica.
O gerente disse que a operação vai complementar as ações que o BNDES já vem realizando na Amazônia, por intermédio do Fundo Amazônia, para combater o desmatamento por meio de financiamentos com recursos não reembolsáveis.
O investimento também tem objetivo econômico. “A gente está em uma atividade produtiva, cujo objetivo é gerar retorno econômico para os investidores. Mas, aliar isso à questão da responsabilidade socioambiental e da exploração de tudo que a floresta tem a oferecer”, destaca.
Rieche informa, ainda, que a Amata vai explorar também o conceito de contínuo florestal, que abrange a exploração do manejo sustentável florestal na Amazônia e o plantio de espécies nativas e exóticas em outras regiões degradadas. Com essa participação na Amata, o banco pretende incentivar as demais empresas do setor florestal a adoção de práticas ambientais responsáveis.
Fonte: Agência Brasil/Globo Rural
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