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Notícias
01
dez
2010
(GERAL)
Sindicarv afirma: Carvão vegetal não é carga perigosa
O SindCARV (Sindicato das Indústrias e dos Produtores de Carvão Vegetal de Mato Grosso do Sul) promove na próxima segunda-feira, 6, um Seminário do Carvão para discutir “o mito da combustão espontânea” , no auditório do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), localizado na rua Desembargador Leão Neto do Carmo.
O objetivo do evento é mostrar aos órgãos competentes, que estarão participando do Seminário, que o carvão deixou de ser considerado uma carga perigosa e que não oferece riscos aos usuários das rodovias federais, estaduais e municipais, nem tão pouco ao meio ambiente, quando transportados para o seu destino final em caminhões ou outros meios de transporte.
A Superintendência de Serviços de Transporte de Cargas da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) fundamentou uma nota técnica em março desse ano esclarecendo que o produto não é considerado perigoso para transporte. Entretanto, apenas o Rio Grande do Sul acatou a medida.
Agora, Mato Grosso do Sul pode ser o segundo Estado a desclassificar o carvão como produto perigoso e de combustão espontânea. “Na verdade não queremos que o transporte seja revisto apenas em Mato Grosso do Sul, mas também no Brasil inteiro. A nota da ANTT mostra que o carvão não é considerado carga perigosa, por isso as exigências devem mudar”, explica o presidente do SindiCARV, Marcos Brito.
Durante o evento, a Fundação de Ciência e Tecnologia (CIENTEC), vinculada à Secretaria da Ciência e Tecnologia do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, irá apresentar os estudos realizados com o carvão no Estado que comprovaram que o produto não apresenta riscos ao transporte. “Caso as autoridades não sejam convencidas. Eles irão levar algumas amostras do carvão de Mato Grosso do Sul para o laboratório para provar que a combustão espontânea é um mito”, ressalta Marcos Brito.
Representantes da PRF (Polícia Rodoviária Federal), PRE (Polícia Rodoviária Estadual), PMA (Polícia Militar Ambiental), MPE (Ministério Público Estadual) e MPF (Ministério Público Federal) devem participar do evento, além do governador André Puccinelli e dos deputados estaduais de Mato Grosso do Sul. O diretor da ANTT, Bernardo Figueredo também estará presente no evento.
Transporte
Atualmente, o carvão é considerado uma carga perigosa. Por isso, para fazer o transporte do produto é necessário cumprir com uma série de exigências. Algumas das obrigações é o uso de capacete, luvas, óculos de proteção, lanternas especiais e placas refletoras.
Serviço como esse está em falta no mercado. De acordo, como o presidente do SindiCARV, além do transporte de cargas perigosas ser até 30% mais caro, a dificuldade de encontrar esse serviço está prejudicando os produtores. “Existe muita burocracia para se transportar o carvão atualmente, por isso, muitas pessoas tem dificuldades para o escoamento da produção. Às vezes o produtor tem que abastecer uma siderúrgica com quatro caminhões de carvão e ele acaba tendo que fazer quatro viagens para entregar tudo”, afirma.
Com a nota técnica da ANTT passa a ser permitido o transporte do carvão em caminhões ou outros meios, que atualmente não são utilizados, pois tanto a transportadora quanto o produtor pode ser multado.
O objetivo do evento é mostrar aos órgãos competentes, que estarão participando do Seminário, que o carvão deixou de ser considerado uma carga perigosa e que não oferece riscos aos usuários das rodovias federais, estaduais e municipais, nem tão pouco ao meio ambiente, quando transportados para o seu destino final em caminhões ou outros meios de transporte.
A Superintendência de Serviços de Transporte de Cargas da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) fundamentou uma nota técnica em março desse ano esclarecendo que o produto não é considerado perigoso para transporte. Entretanto, apenas o Rio Grande do Sul acatou a medida.
Agora, Mato Grosso do Sul pode ser o segundo Estado a desclassificar o carvão como produto perigoso e de combustão espontânea. “Na verdade não queremos que o transporte seja revisto apenas em Mato Grosso do Sul, mas também no Brasil inteiro. A nota da ANTT mostra que o carvão não é considerado carga perigosa, por isso as exigências devem mudar”, explica o presidente do SindiCARV, Marcos Brito.
Durante o evento, a Fundação de Ciência e Tecnologia (CIENTEC), vinculada à Secretaria da Ciência e Tecnologia do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, irá apresentar os estudos realizados com o carvão no Estado que comprovaram que o produto não apresenta riscos ao transporte. “Caso as autoridades não sejam convencidas. Eles irão levar algumas amostras do carvão de Mato Grosso do Sul para o laboratório para provar que a combustão espontânea é um mito”, ressalta Marcos Brito.
Representantes da PRF (Polícia Rodoviária Federal), PRE (Polícia Rodoviária Estadual), PMA (Polícia Militar Ambiental), MPE (Ministério Público Estadual) e MPF (Ministério Público Federal) devem participar do evento, além do governador André Puccinelli e dos deputados estaduais de Mato Grosso do Sul. O diretor da ANTT, Bernardo Figueredo também estará presente no evento.
Transporte
Atualmente, o carvão é considerado uma carga perigosa. Por isso, para fazer o transporte do produto é necessário cumprir com uma série de exigências. Algumas das obrigações é o uso de capacete, luvas, óculos de proteção, lanternas especiais e placas refletoras.
Serviço como esse está em falta no mercado. De acordo, como o presidente do SindiCARV, além do transporte de cargas perigosas ser até 30% mais caro, a dificuldade de encontrar esse serviço está prejudicando os produtores. “Existe muita burocracia para se transportar o carvão atualmente, por isso, muitas pessoas tem dificuldades para o escoamento da produção. Às vezes o produtor tem que abastecer uma siderúrgica com quatro caminhões de carvão e ele acaba tendo que fazer quatro viagens para entregar tudo”, afirma.
Com a nota técnica da ANTT passa a ser permitido o transporte do carvão em caminhões ou outros meios, que atualmente não são utilizados, pois tanto a transportadora quanto o produtor pode ser multado.
Fonte: Painel Florestal
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