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Notícias
30
nov
2010
(PAPEL E CELULOSE)
MS pretende exportar 1,5 milhões de toneladas/ano de celulose pelo porto paranaense
Empresários sul-mato-grossenses interessados em exportar celulose através dos terminais portuários do Paraná visitaram o Porto de Paranaguá na última sexta-feira (26).
O grupo informou ao superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Mario Lobo Filho, que pretende movimentar cerca de 1,5 milhões de toneladas do produto por ano, a partir de 2013.
Para atrair novos usuários e responder à crescente demanda do mercado internacional, a Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina) estuda a criação de um pólo de produtos florestais, como celulose, bobinas de papel e compensados de madeira. “A idéia é reformular os armazéns 2, 3 e 4, que ficam no cais comercial de Paranaguá, para que acomodem exclusivamente estes tipos de cargas”, explicou Lobo Filho.
De acordo com Álvaro Bunser, representante da empresa Eldorado Brasil, os portos públicos do Paraná já oferecem vantagens tarifárias e logísticas para o setor. “Os custos são mais baixos que os oferecidos por muitos terminais privados e Paranaguá é destino comum das cargas com origem mato-grossense. Nossa sede será no município de Três Lagoas e estamos analisando o porto de Paranaguá como alternativa viável, também pela agilidade e confiança”, contou.
Números
A exportação de celulose pelo terminal Paranaguá aumentou sete vezes na comparação entre os dez primeiros meses de 2010 e de 2009. Subiu de 11,4 mil toneladas para 100 mil toneladas, respectivamente. A importação do produto, que não aconteceu entre janeiro e outubro do ano passado, chegou a 2,7 mil toneladas no mesmo período deste ano.
A movimentação de bobinas de papel subiu nove vezes, com a importação de 13,7 mil toneladas no acumulado de 2010, contra 1,2 mil toneladas nos dez primeiros meses do ano anterior. A exportação de papel alcançou a marca de 221,9 mil toneladas neste ano.
O grupo informou ao superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Mario Lobo Filho, que pretende movimentar cerca de 1,5 milhões de toneladas do produto por ano, a partir de 2013.
Para atrair novos usuários e responder à crescente demanda do mercado internacional, a Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina) estuda a criação de um pólo de produtos florestais, como celulose, bobinas de papel e compensados de madeira. “A idéia é reformular os armazéns 2, 3 e 4, que ficam no cais comercial de Paranaguá, para que acomodem exclusivamente estes tipos de cargas”, explicou Lobo Filho.
De acordo com Álvaro Bunser, representante da empresa Eldorado Brasil, os portos públicos do Paraná já oferecem vantagens tarifárias e logísticas para o setor. “Os custos são mais baixos que os oferecidos por muitos terminais privados e Paranaguá é destino comum das cargas com origem mato-grossense. Nossa sede será no município de Três Lagoas e estamos analisando o porto de Paranaguá como alternativa viável, também pela agilidade e confiança”, contou.
Números
A exportação de celulose pelo terminal Paranaguá aumentou sete vezes na comparação entre os dez primeiros meses de 2010 e de 2009. Subiu de 11,4 mil toneladas para 100 mil toneladas, respectivamente. A importação do produto, que não aconteceu entre janeiro e outubro do ano passado, chegou a 2,7 mil toneladas no mesmo período deste ano.
A movimentação de bobinas de papel subiu nove vezes, com a importação de 13,7 mil toneladas no acumulado de 2010, contra 1,2 mil toneladas nos dez primeiros meses do ano anterior. A exportação de papel alcançou a marca de 221,9 mil toneladas neste ano.
Fonte: Governo do Paraná/Painel Florestal
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