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Notícias
26
nov
2010
(MEIO AMBIENTE)
Polônia oferece parceria e tecnologia à proteção de florestas do Paraná
Técnicos do Instituto de Tecnologia de Poznan da Polônia estiveram na Seab (Secretaria da Agricultura e do Abastecimento), em Curitiba, para propor parceria com o Paraná na área de tecnologia de proteção florestal.
Os poloneses apresentaram um sistema integrado de proteção de florestas com equipamentos de alta tecnologia como sensores sem fio, sistemas móveis de monitoramento de animais e uso de diferentes sensores que detectam riscos de incêndio e pragas florestais.
A comitiva manifestou intenção de envolver técnicos paranaenses num programa maior de proteção de florestas que integra outros países europeus.
A delegação polonesa foi recepcionada pelo diretor do Deral (Departamento de Economia Rural), Francisco Carlos Simioni, que recentemente esteve na Polônia em missão oficial do governo do Paraná, e por Erich Schaitza, coordenador do programa de Gestão Ambiental Integrada em Microbacias na Seab.
A escolha do Paraná para propor parceria deve-se à identificação da Polônia com o estado, que abriga grande parte da colônia polonesa que migrou para o Brasil. O encontro contou com a participação de especialistas em florestas e cultivos florestais de várias instituições de ensino superior do Paraná.
A intenção dos técnicos poloneses é propor a formação de um consórcio de pesquisa para concorrer em edital conjunto da Comunidade Européia e do Ministério de Ciência e Tecnologia e que envolve recursos e 3 milhões de euros por projeto.
O Paraná tem uma área de 4 milhões de hectares de florestas, entre matas nativas e cultivos florestais, além de um amplo setor de industrialização da madeira, que proporciona uma movimentação de cerca R$ 13 bilhões por ano em toda a cadeia produtiva.
Com esse potencial na área florestal e madeireira, o estado foi considerado um dos parceiros preferenciais dos poloneses para adesão em conjunto ao projeto.
Os poloneses apresentaram o desenvolvimento de um sistema integrado de proteção de florestas com equipamentos de alta tecnologia como sensores sem fio, sistemas móveis de sensoriamento em animais e uso de diferentes sensores que detectam riscos de incêndio e pragas florestais.
Com esse nível de monitoramento técnico-ambiental, eles conseguem proteger as florestas do ataque de pragas ou ocorrência de incêndios. O sistema inclui aeronaves sem piloto que sobrevoam as áreas de florestas para coletar informações que checam se há ameaças à integridade das florestas ou não.
Os poloneses apresentaram um sistema integrado de proteção de florestas com equipamentos de alta tecnologia como sensores sem fio, sistemas móveis de monitoramento de animais e uso de diferentes sensores que detectam riscos de incêndio e pragas florestais.
A comitiva manifestou intenção de envolver técnicos paranaenses num programa maior de proteção de florestas que integra outros países europeus.
A delegação polonesa foi recepcionada pelo diretor do Deral (Departamento de Economia Rural), Francisco Carlos Simioni, que recentemente esteve na Polônia em missão oficial do governo do Paraná, e por Erich Schaitza, coordenador do programa de Gestão Ambiental Integrada em Microbacias na Seab.
A escolha do Paraná para propor parceria deve-se à identificação da Polônia com o estado, que abriga grande parte da colônia polonesa que migrou para o Brasil. O encontro contou com a participação de especialistas em florestas e cultivos florestais de várias instituições de ensino superior do Paraná.
A intenção dos técnicos poloneses é propor a formação de um consórcio de pesquisa para concorrer em edital conjunto da Comunidade Européia e do Ministério de Ciência e Tecnologia e que envolve recursos e 3 milhões de euros por projeto.
O Paraná tem uma área de 4 milhões de hectares de florestas, entre matas nativas e cultivos florestais, além de um amplo setor de industrialização da madeira, que proporciona uma movimentação de cerca R$ 13 bilhões por ano em toda a cadeia produtiva.
Com esse potencial na área florestal e madeireira, o estado foi considerado um dos parceiros preferenciais dos poloneses para adesão em conjunto ao projeto.
Os poloneses apresentaram o desenvolvimento de um sistema integrado de proteção de florestas com equipamentos de alta tecnologia como sensores sem fio, sistemas móveis de sensoriamento em animais e uso de diferentes sensores que detectam riscos de incêndio e pragas florestais.
Com esse nível de monitoramento técnico-ambiental, eles conseguem proteger as florestas do ataque de pragas ou ocorrência de incêndios. O sistema inclui aeronaves sem piloto que sobrevoam as áreas de florestas para coletar informações que checam se há ameaças à integridade das florestas ou não.
Fonte: Painel Florestal/Assessoria de Imprensa
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