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Notícias
26
nov
2010
(MADEIRA E PRODUTOS)
Importação de madeira é tendência no Brasil
Dificuldades na obtenção de licenciamentos e cotação do Dólar frente ao Real estão entre os principais fatores
O Brasil vai importar cada vez mais madeira tanto para consumo no mercado interno, como para exportar produtos acabados. Esta é uma tendência apontada pelo consultor Joésio Siqueira, vice-presidente da STCP Engenharia de Processos Ltda, empresa especializada no setor florestal. Entre os motivos que levam o empresário nacional a abandonar madeiras nativas, e a buscar opções no mercado internacional, está o fato de que é cada vez mais difícil obter licenciamentos para o uso de madeiras nativas, e a viabilidade comercial com a qual os produtos importados se apresentam está bastante atrativa. “Alguns empresários já estão ganhando com isso. Hoje em dia é bastante comum encontrar produtos mais sofisticados revestidos com lâminas de madeiras importadas. Segmentos como o de móveis para escritório já usam buscam se diferenciar por meio desse tipo de produto”, revela Siqueira.
A expansão nas importações já está acontecendo. Atualmente, o Brasil vem importando entre US$ 120 e US$ 140 milhões por ano em madeiras. Em setembro deste ano, empresários brasileiros abasteceram suas indústrias com R$ 84.976.792 em madeiras vindas de diversas regiões do mundo, como Estados Unidos, Argentina, Itália e Chile. Na comparação com o mesmo mês de 2009, a expansão foi de 79%, quando em compras internacionais somaram US$ 47.222.096. A tendência é reforçada ainda por outro fator, lembra o consultor: a baixa oferta das madeiras brasileiras. “Uma maçaranduba, por exemplo, chega a ser exportada a US$ 1.700 o metro cúbico, o Cumaru a US$ 1.800 e Ipê e Jatobá na faixa dos US$ 1.900. Porém, por mais que o valor chame a atenção, não há volume para entregar grandes pedidos”, avalia.
Estados Unidos
Para o empresário brasileiro que quer aproveitar essa tendência, o Conselho de Exportação de Madeira de Lei Americana (cuja sigla em inglês é AHEC) desenvolve atividades promocionais para divulgar o uso da madeira americana em todo o mundo e, no Brasil, já participa de feiras e eventos, organiza workshops técnicos em pólos de produção, e aproxima empresários dos dois países.
O aumento das importações de madeiras é avaliada pela AHEC como positiva para o empresário brasileiro. O Conselho representa 90% das empresas produtoras de madeiras duras americanas que têm 100% das florestas certificadas com madeiras sustentáveis. Além disso, a produção nos Estados Unidos é apoiada em tecnologia de ponta, o que garante qualidade de primeiro mundo aos produtos.
Roberto Torres, diretor para América Latina do AHEC, observa que as madeiras americanas tornam-se uma boa opção para o mercado brasileiro a partir do momento que são ofertadas o ano todo, com regularidade de entrega, uniformidade de padrão e são em menor quantidade de espécies. Além do mais, não competem com as madeiras tropicais brasileiras pois são aplicadas em funções diferentes ás nativas. Maiores informações sobre suas características e usos estão no site www.ahec-mexico.org ou www.porthuseventos.com.br/ahec
Serviço Jornalista Maurício Koyano mauricio@remade.com.br fone 41 3363-4485
O Brasil vai importar cada vez mais madeira tanto para consumo no mercado interno, como para exportar produtos acabados. Esta é uma tendência apontada pelo consultor Joésio Siqueira, vice-presidente da STCP Engenharia de Processos Ltda, empresa especializada no setor florestal. Entre os motivos que levam o empresário nacional a abandonar madeiras nativas, e a buscar opções no mercado internacional, está o fato de que é cada vez mais difícil obter licenciamentos para o uso de madeiras nativas, e a viabilidade comercial com a qual os produtos importados se apresentam está bastante atrativa. “Alguns empresários já estão ganhando com isso. Hoje em dia é bastante comum encontrar produtos mais sofisticados revestidos com lâminas de madeiras importadas. Segmentos como o de móveis para escritório já usam buscam se diferenciar por meio desse tipo de produto”, revela Siqueira.
A expansão nas importações já está acontecendo. Atualmente, o Brasil vem importando entre US$ 120 e US$ 140 milhões por ano em madeiras. Em setembro deste ano, empresários brasileiros abasteceram suas indústrias com R$ 84.976.792 em madeiras vindas de diversas regiões do mundo, como Estados Unidos, Argentina, Itália e Chile. Na comparação com o mesmo mês de 2009, a expansão foi de 79%, quando em compras internacionais somaram US$ 47.222.096. A tendência é reforçada ainda por outro fator, lembra o consultor: a baixa oferta das madeiras brasileiras. “Uma maçaranduba, por exemplo, chega a ser exportada a US$ 1.700 o metro cúbico, o Cumaru a US$ 1.800 e Ipê e Jatobá na faixa dos US$ 1.900. Porém, por mais que o valor chame a atenção, não há volume para entregar grandes pedidos”, avalia.
Estados Unidos
Para o empresário brasileiro que quer aproveitar essa tendência, o Conselho de Exportação de Madeira de Lei Americana (cuja sigla em inglês é AHEC) desenvolve atividades promocionais para divulgar o uso da madeira americana em todo o mundo e, no Brasil, já participa de feiras e eventos, organiza workshops técnicos em pólos de produção, e aproxima empresários dos dois países.
O aumento das importações de madeiras é avaliada pela AHEC como positiva para o empresário brasileiro. O Conselho representa 90% das empresas produtoras de madeiras duras americanas que têm 100% das florestas certificadas com madeiras sustentáveis. Além disso, a produção nos Estados Unidos é apoiada em tecnologia de ponta, o que garante qualidade de primeiro mundo aos produtos.
Roberto Torres, diretor para América Latina do AHEC, observa que as madeiras americanas tornam-se uma boa opção para o mercado brasileiro a partir do momento que são ofertadas o ano todo, com regularidade de entrega, uniformidade de padrão e são em menor quantidade de espécies. Além do mais, não competem com as madeiras tropicais brasileiras pois são aplicadas em funções diferentes ás nativas. Maiores informações sobre suas características e usos estão no site www.ahec-mexico.org ou www.porthuseventos.com.br/ahec
Serviço Jornalista Maurício Koyano mauricio@remade.com.br fone 41 3363-4485
Fonte: Porthus Eventos
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