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Notícias
25
nov
2010
(MÓVEIS)
Móveis com acabamentos de baixo impacto
Montana Química disponibiliza acabamentos com baixo TDI livre e sem metais pesados para fabricantes de móveis. Meio ambiente e negócios ganham com isso.
É essencial que o consumidor entenda os critérios de uma tinta, pois empresas como a Montana, fabricam produtos dentro de padrões de qualidade, seguindo rigorosamente as normas, o que resulta em produtos superiores aos que o mercado comercializa.
O TDI, toluenodiisocianato livre, é uma molécula química necessária à produção do segundo componente do sistema poliuretânico PU. Trata-se de um componente necessário para produção do polímero que é responsável pela reação química que permite a cura e determina as características finais do sistema PU como flexibilidade, elasticidade, dureza, e resistência ao amarelecimento, dentre outras.
Altos níveis de TDI livre podem gerar riscos à saúde ocupacional. A Montana tem foco na segurança dos aplicadores de acabamentos e na responsabilidade do fabricante de móveis no País. Por isso, sempre trabalha com produtos de baixa toxicidade e máxima eficácia. “Não foi por acaso que definimos a Bayer como fornecedora exclusiva da resina Desmodur, resina empregada na fabricação de nossos catalisadores. Por consequência, obtemos pioneiramente o diferencial da chancela WoodCover na América do Sul no setor de tintas. Esta é uma campanha mundial da Bayer, que identifica produtos de alto desempenho e baixa toxicidade para acabamento de madeiras”, explica William Chiea, gerente comercial da Montana.
A Montana se enquadra na diretriz 67548 da Comunidade Europeia para classificação e rotulagem de produtos. “Nossos catalisadores têm os mais baixos teores de TDI livre, chegando a até 0,5% de sua composição, quando no Brasil encontramos limites de até 3,5% para a indústria de tintas”, destaca Chiea. Admitir valores tão altos, afeta institucionalmente as empresas. “A indústria de móveis que valoriza conceitos ambientais atrai um consumidor diferenciado que busca inovação e compromisso ambiental. Ele quer levar para casa um móvel pensado, projetado em detalhes que vão desde a construção até a escolha de fornecedores, levando em conta o ambiente de trabalho e a baixa exposição dos operadores aos componentes químicos”, avalia.
Hoje, existe a tendência ao uso de produtos com menor índice de Compostos Orgânicos Voláteis, os chamados COV, na forma adotada pela Abrafati, também conhecida por VOC na sigla em inglês. COVs estão presentes em produtos de base solvente derivados do petróleo.
Preocupações ambientais do mercado abrem espaço para novos produtos de base água, por isso, a Montana já oferece ao mercado acabamentos poliuretânicos bicomponentes base água. Este sistema se diferencia dos demais produtos do segmento pela resistência química e física superior oferecida no mercado nacional, apresentando resultado equivalente aos de base solvente e conta com a vantagem de atuação responsável e melhor transparência quando aplicados sobre lâminas de madeira naturais.
Metais pesados – Além dos catalisadores, a Montana também opta pelo uso de pigmentos isentos de metais pesados em seus sistemas de laqueados. “Metais como chumbo e cromo – informa Chiea – são reconhecidamente nocivos ao meio ambiente e à saúde humana pelo efeito cumulativo no organismo. Dessa forma, é importante exigir do fornecedor dos acabamentos o controle efetivo dos metais pesados na fabricação de seus produtos”, recomenda o profissional.
Preços muito convidativos, muito aquém da concorrência, podem indicar a presença de metais pesados na formulação de tintas. “Tonalidades de laranja, amarelo e vermelho, por exemplo, podem ser oferecidas a preços até 50% mais baixos. Porém, este tipo de economia pode custar caro ao fabricante. Países europeus e os Estados Unidos já exigem que controles de metais pesados sejam apresentados na comercialização de móveis. Esta é uma realidade que em pouco tempo vai se tornar global” destaca.
A resistência de acabamentos para móveis brasileiros conta com o respaldo técnico da norma ABNT NBR 14.535, que determina os requisitos e oferece metodologia para ensaios de superfícies de madeira pintadas. “É um suporte técnico que ajuda a diferenciar produtos de qualidade e seus resultados produzem amplitude competitiva no âmbito comercial”, analisa Chiea.
É essencial que o consumidor entenda os critérios de uma tinta, pois empresas como a Montana, fabricam produtos dentro de padrões de qualidade, seguindo rigorosamente as normas, o que resulta em produtos superiores aos que o mercado comercializa.
O TDI, toluenodiisocianato livre, é uma molécula química necessária à produção do segundo componente do sistema poliuretânico PU. Trata-se de um componente necessário para produção do polímero que é responsável pela reação química que permite a cura e determina as características finais do sistema PU como flexibilidade, elasticidade, dureza, e resistência ao amarelecimento, dentre outras.
Altos níveis de TDI livre podem gerar riscos à saúde ocupacional. A Montana tem foco na segurança dos aplicadores de acabamentos e na responsabilidade do fabricante de móveis no País. Por isso, sempre trabalha com produtos de baixa toxicidade e máxima eficácia. “Não foi por acaso que definimos a Bayer como fornecedora exclusiva da resina Desmodur, resina empregada na fabricação de nossos catalisadores. Por consequência, obtemos pioneiramente o diferencial da chancela WoodCover na América do Sul no setor de tintas. Esta é uma campanha mundial da Bayer, que identifica produtos de alto desempenho e baixa toxicidade para acabamento de madeiras”, explica William Chiea, gerente comercial da Montana.
A Montana se enquadra na diretriz 67548 da Comunidade Europeia para classificação e rotulagem de produtos. “Nossos catalisadores têm os mais baixos teores de TDI livre, chegando a até 0,5% de sua composição, quando no Brasil encontramos limites de até 3,5% para a indústria de tintas”, destaca Chiea. Admitir valores tão altos, afeta institucionalmente as empresas. “A indústria de móveis que valoriza conceitos ambientais atrai um consumidor diferenciado que busca inovação e compromisso ambiental. Ele quer levar para casa um móvel pensado, projetado em detalhes que vão desde a construção até a escolha de fornecedores, levando em conta o ambiente de trabalho e a baixa exposição dos operadores aos componentes químicos”, avalia.
Hoje, existe a tendência ao uso de produtos com menor índice de Compostos Orgânicos Voláteis, os chamados COV, na forma adotada pela Abrafati, também conhecida por VOC na sigla em inglês. COVs estão presentes em produtos de base solvente derivados do petróleo.
Preocupações ambientais do mercado abrem espaço para novos produtos de base água, por isso, a Montana já oferece ao mercado acabamentos poliuretânicos bicomponentes base água. Este sistema se diferencia dos demais produtos do segmento pela resistência química e física superior oferecida no mercado nacional, apresentando resultado equivalente aos de base solvente e conta com a vantagem de atuação responsável e melhor transparência quando aplicados sobre lâminas de madeira naturais.
Metais pesados – Além dos catalisadores, a Montana também opta pelo uso de pigmentos isentos de metais pesados em seus sistemas de laqueados. “Metais como chumbo e cromo – informa Chiea – são reconhecidamente nocivos ao meio ambiente e à saúde humana pelo efeito cumulativo no organismo. Dessa forma, é importante exigir do fornecedor dos acabamentos o controle efetivo dos metais pesados na fabricação de seus produtos”, recomenda o profissional.
Preços muito convidativos, muito aquém da concorrência, podem indicar a presença de metais pesados na formulação de tintas. “Tonalidades de laranja, amarelo e vermelho, por exemplo, podem ser oferecidas a preços até 50% mais baixos. Porém, este tipo de economia pode custar caro ao fabricante. Países europeus e os Estados Unidos já exigem que controles de metais pesados sejam apresentados na comercialização de móveis. Esta é uma realidade que em pouco tempo vai se tornar global” destaca.
A resistência de acabamentos para móveis brasileiros conta com o respaldo técnico da norma ABNT NBR 14.535, que determina os requisitos e oferece metodologia para ensaios de superfícies de madeira pintadas. “É um suporte técnico que ajuda a diferenciar produtos de qualidade e seus resultados produzem amplitude competitiva no âmbito comercial”, analisa Chiea.
Fonte: CI Florestas
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