Voltar
Notícias
20
nov
2010
(BIOENERGIA)
China e EUA cooperam em centro de pesquisa para energias renováveis
China e Estados Unidos inauguraram um Centro de Pesquisa de Energias Renováveis (Cerc, na sigla em inglês) com três consórcios destinados ao carvão, à automação e à construção, informou o secretário de Estado de Energia americano, Steven Chu, nesta quarta-feira (17).
Chu afirmou em entrevista coletiva em Pequim que o centro é um dos maiores projetos de colaboração entre os dois países e faz parte de um investimento conjunto de US$ 150 milhões em cinco anos, estipulado em novembro de 2009 durante um encontro entre os presidentes da China, Hu Jintao, e dos EUA, Barack Obama.
Apontados como os dois países mais poluentes do planeta, China e EUA injetaram cada um 50% do investimento, procedente tanto do setor público como do privado.
Os três primeiros consórcios do Cerc vão pesquisar respectivamente sobre carvão renovável, veículos elétricos e tecnologias eficientes para a construção.
Chu, que ganhou o prêmio Nobel de Física em 1997 e é de ascendência chinesa, confirmou que a cooperação entre os dois países em matéria de energias renováveis se traduzirá em grandes oportunidades para o setor.
“Compartilhar tecnologia é muito natural devido à grande escala de desenvolvimento da China”, explicou o pesquisador, que garantiu que os EUA também se beneficiarão do acordo, já que o país está tentando adotar um modelo econômico mais ecológico.
O novo centro reunirá cientistas e engenheiros dos dois países e representa um primeiro passo em um plano mais ambicioso, já que o governo chinês expressou seu desejo de construir obras de infraestrutura verdes que sejam eficientes com baixas em emissões de dióxido de carbono.
A China está fechando algumas de suas usinas termelétricas obsoletas, uma de suas principais fontes de emissões poluentes, e diversificando suas fontes de energia.
“As iniciativas demonstram o compromisso da China com um futuro de energias renováveis. Da mesma forma, os EUA estão igualmente comprometidos a avançar em direção a um futuro de energias sustentáveis”, declarou Chu.
Chu afirmou em entrevista coletiva em Pequim que o centro é um dos maiores projetos de colaboração entre os dois países e faz parte de um investimento conjunto de US$ 150 milhões em cinco anos, estipulado em novembro de 2009 durante um encontro entre os presidentes da China, Hu Jintao, e dos EUA, Barack Obama.
Apontados como os dois países mais poluentes do planeta, China e EUA injetaram cada um 50% do investimento, procedente tanto do setor público como do privado.
Os três primeiros consórcios do Cerc vão pesquisar respectivamente sobre carvão renovável, veículos elétricos e tecnologias eficientes para a construção.
Chu, que ganhou o prêmio Nobel de Física em 1997 e é de ascendência chinesa, confirmou que a cooperação entre os dois países em matéria de energias renováveis se traduzirá em grandes oportunidades para o setor.
“Compartilhar tecnologia é muito natural devido à grande escala de desenvolvimento da China”, explicou o pesquisador, que garantiu que os EUA também se beneficiarão do acordo, já que o país está tentando adotar um modelo econômico mais ecológico.
O novo centro reunirá cientistas e engenheiros dos dois países e representa um primeiro passo em um plano mais ambicioso, já que o governo chinês expressou seu desejo de construir obras de infraestrutura verdes que sejam eficientes com baixas em emissões de dióxido de carbono.
A China está fechando algumas de suas usinas termelétricas obsoletas, uma de suas principais fontes de emissões poluentes, e diversificando suas fontes de energia.
“As iniciativas demonstram o compromisso da China com um futuro de energias renováveis. Da mesma forma, os EUA estão igualmente comprometidos a avançar em direção a um futuro de energias sustentáveis”, declarou Chu.
Fonte: G1
Notícias em destaque
Construtores erguem casa com madeira de reflorestamento em quatro dias e reduzem o custo da obra, desafiando a construção civil tradicional
Construir uma moradia do zero geralmente exige meses de espera, canteiros sujos e orçamentos estourados. Para romper essa lógica,...
(CONSTRUÇÃO CIVIL)
Veracel e SENAI formam turmas de Operador e Operadora | Mecânico e Mecânica de Máquinas Florestais no sul da Bahia
Com 100% de contratação entre os novos operadores, iniciativa reforça a estratégia de qualificação de...
(GERAL)
Casal constrói casa de madeira com técnica de construção japonesa que promete durabilidade de até 100 anos
Casal experiente tomou a frente de uma construção de casa de madeira com técnica japonesa que pode garantir resistência...
(TECNOLOGIA)
Cenário global pressiona madeira e exige adaptação do setor
Guerra, mercado e diversidade: Podcast da WoodFlow destaca desafios globais e o protagonismo feminino no setor florestal
O mais recente...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Dimensão econômica e sociocultural do carvão vegetal no Mato Grosso do Sul
O carvão vegetal constitui um dos combustíveis sólidos mais tradicionais da matriz energética brasileira. Sua...
(BIOENERGIA)
Prevê-se que as vendas mundiais de máquinas para trabalhar madeira atinjam US$ 8,5 bilhões até 2035
Uma nova análise do mercado global de máquinas para trabalhar madeira prevê um crescimento anual composto de 5,1%, o que...
(MERCADO)













