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Notícias
17
nov
2010
(MEIO AMBIENTE)
Recuperação de áreas degradadas na Amazônia terá US$ 2,25 milhões
16 milhões de hectares de pastagens degradas na Amazônia.
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi, assinou convênio com a Organização das Nações para Agricultura e Alimentação (FAO) e com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC), nesta terça-feira, 16 de outubro, para recuperação de áreas degradadas, ociosas ou subprodutivas na Amazônia. A ação conjunta prevê investimentos de US$ 2,25 milhões do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) nos próximos 18 meses, para a reincorporação dessas áreas ao processo de produção agropecuária sustentável.
De acordo com Wagner Rossi, a iniciativa vai contribuir para diversificar e aumentar da oferta de alimentos, energia e madeira nas áreas degradadas e para a redução do desmatamento da floresta nativa. “Uma das bandeiras do governo do presidente Lula é a compatibilização entre aumento de produção e preservação ambiental. Essa é mais uma iniciativa nesse sentido e estamos muito felizes por poder partilhar com a FAO esse esforço que faremos juntos na Amazônia”, afirmou.
Participaram da cerimônia José Graziano, representante da FAO para América Latina e Caribe, o ministro Marco Farani, diretor da ABC, e Elder Mutea, representante da FAO no Brasil. “A FAO tem muito orgulho de participar deste trabalho. O convênio mostra uma preocupação do Brasil não só em preservar a Amazônia, como em recuperar o que foi devastado, o que foi perdido numa outra política, que era a de ocupar a qualquer custo”, ressaltou Graziano, um dos idealizadores do projeto.
Estima-se que existam hoje, no Brasil, cerca de 70 milhões de hectares de pastagens degradadas – 16 milhões somente na Amazônia, além de 17 a 18 milhões de hectares de áreas desmatadas abandonadas pelos produtores após um período de exploração agrícola. “Essas áreas compõem um passivo de terras improdutivas ou sub-produtivas com efetivo potencial agrícola”, destacou Wagner Rossi.
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi, assinou convênio com a Organização das Nações para Agricultura e Alimentação (FAO) e com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC), nesta terça-feira, 16 de outubro, para recuperação de áreas degradadas, ociosas ou subprodutivas na Amazônia. A ação conjunta prevê investimentos de US$ 2,25 milhões do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) nos próximos 18 meses, para a reincorporação dessas áreas ao processo de produção agropecuária sustentável.
De acordo com Wagner Rossi, a iniciativa vai contribuir para diversificar e aumentar da oferta de alimentos, energia e madeira nas áreas degradadas e para a redução do desmatamento da floresta nativa. “Uma das bandeiras do governo do presidente Lula é a compatibilização entre aumento de produção e preservação ambiental. Essa é mais uma iniciativa nesse sentido e estamos muito felizes por poder partilhar com a FAO esse esforço que faremos juntos na Amazônia”, afirmou.
Participaram da cerimônia José Graziano, representante da FAO para América Latina e Caribe, o ministro Marco Farani, diretor da ABC, e Elder Mutea, representante da FAO no Brasil. “A FAO tem muito orgulho de participar deste trabalho. O convênio mostra uma preocupação do Brasil não só em preservar a Amazônia, como em recuperar o que foi devastado, o que foi perdido numa outra política, que era a de ocupar a qualquer custo”, ressaltou Graziano, um dos idealizadores do projeto.
Estima-se que existam hoje, no Brasil, cerca de 70 milhões de hectares de pastagens degradadas – 16 milhões somente na Amazônia, além de 17 a 18 milhões de hectares de áreas desmatadas abandonadas pelos produtores após um período de exploração agrícola. “Essas áreas compõem um passivo de terras improdutivas ou sub-produtivas com efetivo potencial agrícola”, destacou Wagner Rossi.
Fonte: MAPA/Painel Florestal
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