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Notícias
12
nov
2010
(SETOR FLORESTAL)
O que uma árvore de eucalipto tem a ver com a chave em seu bolso? Tudo a ver !
O Brasil é o maior fornecedor do mundo de aço à base de carvão vegetal.
Não apenas com a chave, mas com quase tudo o que utilizamos no nosso dia-a-dia e que demanda energia para que seja construído. A chave, por exemplo, ou o carro, a estrutura dos prédios, o celular ou tudo o que é feito de metal exige a presença do carvão na queima para que o ferro das jazidas se transforme em aço. Lembre-se de que o Brasil é o maior fornecedor do mundo de aço à base de carvão vegetal, movimentando bilhões na economia interna, gerando empregos e renda em várias regiões.
Os padrões culturais do mundo moderno não permitiriam sobreviver sem o ferro e seus derivados disponibilizados em enormes quantidades como se a natureza tivesse previsto, durante a Gênese dos minerais, a grande demanda que a humanidade teria deste elemento no planeta. Felizmente, para que a transformação desta matéria-prima muitas árvores de eucalipto foram plantadas, derrubadas e queimadas. Felizmente?
Sim, felizmente! A energia usada na transformação do ferro pode vir tanto do carvão mineral, o coque, quanto ao vegetal, cuja maior fonte é o eucalipto, uma planta que cresce muito rápido no Brasil. Enquanto uma árvore de eucalipto demora quase 20 anos para crescer na Europa, em climas tropicais, como no Brasil cresce em cerca de 7 anos, por isso os plantios são economicamente viáveis.
De volta ao ferro. O carvão é usado não apenas no processo químico de redução que transforma ferro em aço, como também na fundição, como gerador de energia nos fornos das siderúrgicas, que fazem esta transformação. Já dissemos que o carvão vegetal é ambientalmente mais aconselhável que o mineral, vamos comparar o carvão mineral ao petróleo e o vegetal ao álcool combustível. Carvão mineral e petróleo são fontes de energia não renováveis, ao contrário do álcool e do carvão vegetal, ambos originados de plantas. São renováveis porque o gás carbônico oriundo dos produtos vegetais, depois de cumprir suas funções combustíveis ou energéticas volta a formar novas plantas pela fotossíntese. Dessa maneira, a concentração de CO2 da atmosfera não é alterada porque as plantas, sobretudo as grandes florestas, fixam o gás carbônico essencial ao processo de fotossíntese.
A queima do petróleo e do carvão mineral, chamados de combustíveis fósseis, libera uma quantidade extra de gás carbônico na atmosfera, responsável, como se sabe, pelo aquecimento do planeta. É exatamente para reduzir as taxas de CO2 na atmosfera que o Protocolo de Kyoto prevê o aumento no plantio de florestas e este prometer ser um excelente negócio para o Brasil. Bom não apenas porque temos florestas nativas, como a Amazônia, mas também porque podemos plantar florestas de eucalipto que, além de crescerem rápido e gerarem produtos comerciáveis como madeira e carvão, também seqüestram os danosos gases que estão alterando a temperatura do planeta.
Não apenas com a chave, mas com quase tudo o que utilizamos no nosso dia-a-dia e que demanda energia para que seja construído. A chave, por exemplo, ou o carro, a estrutura dos prédios, o celular ou tudo o que é feito de metal exige a presença do carvão na queima para que o ferro das jazidas se transforme em aço. Lembre-se de que o Brasil é o maior fornecedor do mundo de aço à base de carvão vegetal, movimentando bilhões na economia interna, gerando empregos e renda em várias regiões.
Os padrões culturais do mundo moderno não permitiriam sobreviver sem o ferro e seus derivados disponibilizados em enormes quantidades como se a natureza tivesse previsto, durante a Gênese dos minerais, a grande demanda que a humanidade teria deste elemento no planeta. Felizmente, para que a transformação desta matéria-prima muitas árvores de eucalipto foram plantadas, derrubadas e queimadas. Felizmente?
Sim, felizmente! A energia usada na transformação do ferro pode vir tanto do carvão mineral, o coque, quanto ao vegetal, cuja maior fonte é o eucalipto, uma planta que cresce muito rápido no Brasil. Enquanto uma árvore de eucalipto demora quase 20 anos para crescer na Europa, em climas tropicais, como no Brasil cresce em cerca de 7 anos, por isso os plantios são economicamente viáveis.
De volta ao ferro. O carvão é usado não apenas no processo químico de redução que transforma ferro em aço, como também na fundição, como gerador de energia nos fornos das siderúrgicas, que fazem esta transformação. Já dissemos que o carvão vegetal é ambientalmente mais aconselhável que o mineral, vamos comparar o carvão mineral ao petróleo e o vegetal ao álcool combustível. Carvão mineral e petróleo são fontes de energia não renováveis, ao contrário do álcool e do carvão vegetal, ambos originados de plantas. São renováveis porque o gás carbônico oriundo dos produtos vegetais, depois de cumprir suas funções combustíveis ou energéticas volta a formar novas plantas pela fotossíntese. Dessa maneira, a concentração de CO2 da atmosfera não é alterada porque as plantas, sobretudo as grandes florestas, fixam o gás carbônico essencial ao processo de fotossíntese.
A queima do petróleo e do carvão mineral, chamados de combustíveis fósseis, libera uma quantidade extra de gás carbônico na atmosfera, responsável, como se sabe, pelo aquecimento do planeta. É exatamente para reduzir as taxas de CO2 na atmosfera que o Protocolo de Kyoto prevê o aumento no plantio de florestas e este prometer ser um excelente negócio para o Brasil. Bom não apenas porque temos florestas nativas, como a Amazônia, mas também porque podemos plantar florestas de eucalipto que, além de crescerem rápido e gerarem produtos comerciáveis como madeira e carvão, também seqüestram os danosos gases que estão alterando a temperatura do planeta.
Fonte: Jornal SIF/Painel Florestal
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