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Notícias
12
nov
2010
(GERAL)
Alemães criam novo sistema para rastreamento de árvores
Pesquisadores alemães criaram um novo tipo de monitoramento sem fios, usando ondas de rádio, perfeitamente adaptado para a identificação e o rastreamento de árvores, estejam elas de pé na floresta ou já na forma de toras sendo levadas para a indústria. Os engenheiros adaptaram a tecnologia de rastreamento sem fios, as chamadas etiquetas RFID, criando uma nova etiqueta inteligente feita inteiramente de papel e celulose.
Desta forma, o microtransmissor de rádio pode ser fixado na árvore e lá permanecer, inclusive entrando no processo produtivo da madeira sem representar um corpo estranho que atrapalhe o processo industrial. Monitorar a origem e a rota seguida por uma árvore extraída de uma floresta é algo essencial tanto para a indústria madeireira legalizada, que precisa monitorar e otimizar seus recursos e para organizações responsáveis pelo manejo sustentável de áreas florestais, quanto para o poder público, que deve fiscalizar e coibir a extração de madeira ilegal.
Cada etiqueta inteligente possui em sua memória um identificador único, uma espécie de número de identidade de cada árvore. Para verificar quais árvores foram cortadas, ou para fiscalizar a carga de um caminhão de madeira, tudo o que é necessário fazer é passar com o caminhão sob um portal de leitura. O portal é na verdade uma grande antena, que lê os números de cada etiqueta, sem a necessidade do descarregamento de nenhuma tora da carga.
Isto facilita e acelera o processo produtivo, mantendo o ritmo necessário de transporte e descarregamento para a indústria, e permite que a fiscalização verifique toda a carga, inibindo o conhecido truque de colocar toras de madeira de lei, cuja extração normalmente é proibida, por debaixo de toras de madeira com extração autorizada.
RFID de papel
As etiquetas RFID propriamente ditas foram fabricadas inteiramente de papel e de lignina, uma parte integrante das plantas. Isto é importante para reduzir o custo das etiquetas e para não interferir no processamento da madeira industrial, que é triturada e transformada em pasta para a fabricação de papel ou placas de madeira pré-moldadas.
A etiqueta RFID não precisa de bateria para funcionar: ela recebe do leitor a energia necessária para que a etiqueta transmita seu número de identificação.
Na verdade, esta antena é a única parte da etiqueta que é feita de metal, mas na forma de uma película flexível e tão fina que, segundo os engenheiros, não ultrapassa os níveis típicos de impurezas encontradas na superfície da madeira.
Quando é grudada na árvore, a etiqueta recebe o seu número individual. Ao mesmo tempo, uma base de dados compartilhada entre indústria e autoridades de fiscalização é atualizada, ligando aquele número a todas as informações sobre a árvore, incluindo espécie, coordenadas geográficas de localização, ano de plantio, autorização para corte etc.
Desta forma, o microtransmissor de rádio pode ser fixado na árvore e lá permanecer, inclusive entrando no processo produtivo da madeira sem representar um corpo estranho que atrapalhe o processo industrial. Monitorar a origem e a rota seguida por uma árvore extraída de uma floresta é algo essencial tanto para a indústria madeireira legalizada, que precisa monitorar e otimizar seus recursos e para organizações responsáveis pelo manejo sustentável de áreas florestais, quanto para o poder público, que deve fiscalizar e coibir a extração de madeira ilegal.
Cada etiqueta inteligente possui em sua memória um identificador único, uma espécie de número de identidade de cada árvore. Para verificar quais árvores foram cortadas, ou para fiscalizar a carga de um caminhão de madeira, tudo o que é necessário fazer é passar com o caminhão sob um portal de leitura. O portal é na verdade uma grande antena, que lê os números de cada etiqueta, sem a necessidade do descarregamento de nenhuma tora da carga.
Isto facilita e acelera o processo produtivo, mantendo o ritmo necessário de transporte e descarregamento para a indústria, e permite que a fiscalização verifique toda a carga, inibindo o conhecido truque de colocar toras de madeira de lei, cuja extração normalmente é proibida, por debaixo de toras de madeira com extração autorizada.
RFID de papel
As etiquetas RFID propriamente ditas foram fabricadas inteiramente de papel e de lignina, uma parte integrante das plantas. Isto é importante para reduzir o custo das etiquetas e para não interferir no processamento da madeira industrial, que é triturada e transformada em pasta para a fabricação de papel ou placas de madeira pré-moldadas.
A etiqueta RFID não precisa de bateria para funcionar: ela recebe do leitor a energia necessária para que a etiqueta transmita seu número de identificação.
Na verdade, esta antena é a única parte da etiqueta que é feita de metal, mas na forma de uma película flexível e tão fina que, segundo os engenheiros, não ultrapassa os níveis típicos de impurezas encontradas na superfície da madeira.
Quando é grudada na árvore, a etiqueta recebe o seu número individual. Ao mesmo tempo, uma base de dados compartilhada entre indústria e autoridades de fiscalização é atualizada, ligando aquele número a todas as informações sobre a árvore, incluindo espécie, coordenadas geográficas de localização, ano de plantio, autorização para corte etc.
Fonte: Redação do Site Inovação Tecnológica//Adaptado por Celulose Online
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