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Notícias
04
nov
2010
(SETOR FLORESTAL)
Chineses conhecem experiências florestais brasileiras
O Serviço Florestal Brasileiro recebeu nesta quarta-feira (3/11) uma delegação chinesa que está no país para conhecer as políticas e práticas brasileiras de regularização fundiária em áreas de floresta pública e o uso desses locais pelas populações.
A comitiva de 15 autoridades quer saber como o poder público promove o acesso das comunidades que vivem na Amazônia à floresta, pois o governo chinês planeja mudanças no sistema de propriedade e posse em áreas florestais voltados a populações com características semelhantes.
O grupo vai visitar o Projeto Ambé, na Floresta Nacional do Tapajós (PA), onde os moradores realizam o manejo florestal, além de agricultores da reforma agrária dos projetos de assentamento Mojú e Igarapé do Anta, também no estado, que têm recebido apoio do governo federal para atividades produtivas sustentáveis.
"O Brasil e a China são países com grandes áreas florestais e embora haja diferenças entre a propriedade fundiária nos dois, podemos encontrar pontos de comunicação em comum", afirma Qi Hong, autoridade da Administração Florestal chinesa e chefe da delegação. "A ideia é aprender e ver o que é possível de aplicar no nosso processo de reforma", completa.
Durante o encontro com a equipe do Serviço Florestal, o grupo foi informado sobre a política do setor, áreas em uso por povos e comunidades tradicionais, forma de uso permitido nessas áreas (manejo madeireiro, não madeireiro, agricultura), modo de destinação para as comunidades e políticas e programas de fortalecimento do manejo comunitário.
Somente na Amazônia há mais de 110 milhões de hectares de florestas públicas federais destinadas às comunidades locais, sejam terras indígenas, projetos de assentamento ou unidades de conservação criadas para proteger os meios de vida e a cultura de populações extrativistas ou tradicionais.
Os laços entre as duas nações se estreitaram em outubro deste ano, quando a República Popular da China sediou o Megaflorestais, encontro que reuniu instituições públicas dos países com as maiores áreas florestais do mundo, como Canadá, China, Congo, Estados Unidos, Indonésia, Índia, México, Peru e Rússia. Na ocasião, a delegação brasileira convidou as autoridades chinesas para conhecer a experiência aqui realizada.
Segundo o diretor-geral do Serviço Florestal, Antônio Carlos Hummel, a aproximação com o país asiático também traz contribuições para o Brasil. A China tem muitas experiências importantes da área florestal que podem ser avaliadas para serem incorporadas às políticas públicas brasileiras, afirma.
O projeto de fortalecimento institucional da China para a realização de mudanças no sistema de propriedade tem o apoio da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Outros países devem ser visitados pelo grupo.
A comitiva de 15 autoridades quer saber como o poder público promove o acesso das comunidades que vivem na Amazônia à floresta, pois o governo chinês planeja mudanças no sistema de propriedade e posse em áreas florestais voltados a populações com características semelhantes.
O grupo vai visitar o Projeto Ambé, na Floresta Nacional do Tapajós (PA), onde os moradores realizam o manejo florestal, além de agricultores da reforma agrária dos projetos de assentamento Mojú e Igarapé do Anta, também no estado, que têm recebido apoio do governo federal para atividades produtivas sustentáveis.
"O Brasil e a China são países com grandes áreas florestais e embora haja diferenças entre a propriedade fundiária nos dois, podemos encontrar pontos de comunicação em comum", afirma Qi Hong, autoridade da Administração Florestal chinesa e chefe da delegação. "A ideia é aprender e ver o que é possível de aplicar no nosso processo de reforma", completa.
Durante o encontro com a equipe do Serviço Florestal, o grupo foi informado sobre a política do setor, áreas em uso por povos e comunidades tradicionais, forma de uso permitido nessas áreas (manejo madeireiro, não madeireiro, agricultura), modo de destinação para as comunidades e políticas e programas de fortalecimento do manejo comunitário.
Somente na Amazônia há mais de 110 milhões de hectares de florestas públicas federais destinadas às comunidades locais, sejam terras indígenas, projetos de assentamento ou unidades de conservação criadas para proteger os meios de vida e a cultura de populações extrativistas ou tradicionais.
Os laços entre as duas nações se estreitaram em outubro deste ano, quando a República Popular da China sediou o Megaflorestais, encontro que reuniu instituições públicas dos países com as maiores áreas florestais do mundo, como Canadá, China, Congo, Estados Unidos, Indonésia, Índia, México, Peru e Rússia. Na ocasião, a delegação brasileira convidou as autoridades chinesas para conhecer a experiência aqui realizada.
Segundo o diretor-geral do Serviço Florestal, Antônio Carlos Hummel, a aproximação com o país asiático também traz contribuições para o Brasil. A China tem muitas experiências importantes da área florestal que podem ser avaliadas para serem incorporadas às políticas públicas brasileiras, afirma.
O projeto de fortalecimento institucional da China para a realização de mudanças no sistema de propriedade tem o apoio da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Outros países devem ser visitados pelo grupo.
Fonte: ASCOM/SFB - Serviço Florestal Brasileiro
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