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Notícias
30
out
2010
(PAPEL E CELULOSE)
Celulose de fibra curta mantém preço estável na Europa
Na China, o preço da celulose de fibra curta atingiu US$ 767,15 na semana passada.
A consultoria independente finlandesa Foex informou na terça-feira(26) que o preço da celulose de fibra curta, com entrega na Europa, ficou estável, a US$ 870,00 por tonelada, pela nona semana seguida. Enquanto o preço da celulose de fibra longa, também com entrega na Europa, registrou queda de 0,08%, ou de US$ 0,80, na última semana, para US$ 963,01.
Na China, o preço da celulose de fibra curta atingiu US$ 767,15 na semana passada, o que representa um declínio de 0,45% ante o período anterior.Segundo a Link Investimentos, os preços podem reverter a tendência de queda das últimas semanas, com a redução dos estoques mundiais, que caíram de 34 para 32 dias."Somados à desvalorização do dólar perante às moedas dos principais produtores de celulose no mundo, vemos que os preços devem ficar estáveis até o final do ano, com uma tendência maior de alta", afirma o analista Leonardo Alves.
Para as empresas brasileiras, "um ponto positivo são as tentativas do governo brasileiro em conter a valorização do real perante o dólar, que são bastante positivas para os exportadores", conclui Alves.
A consultoria independente finlandesa Foex informou na terça-feira(26) que o preço da celulose de fibra curta, com entrega na Europa, ficou estável, a US$ 870,00 por tonelada, pela nona semana seguida. Enquanto o preço da celulose de fibra longa, também com entrega na Europa, registrou queda de 0,08%, ou de US$ 0,80, na última semana, para US$ 963,01.
Na China, o preço da celulose de fibra curta atingiu US$ 767,15 na semana passada, o que representa um declínio de 0,45% ante o período anterior.Segundo a Link Investimentos, os preços podem reverter a tendência de queda das últimas semanas, com a redução dos estoques mundiais, que caíram de 34 para 32 dias."Somados à desvalorização do dólar perante às moedas dos principais produtores de celulose no mundo, vemos que os preços devem ficar estáveis até o final do ano, com uma tendência maior de alta", afirma o analista Leonardo Alves.
Para as empresas brasileiras, "um ponto positivo são as tentativas do governo brasileiro em conter a valorização do real perante o dólar, que são bastante positivas para os exportadores", conclui Alves.
Fonte: Brasil Econômico/Celulose Online
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