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Notícias
28
out
2010
(MÓVEIS)
Desvalorização do dolár preocupa setor moveleiro do oeste de SC
A política cambial brasileira está causando estragos irreparáveis no setor exportacionista de móveis.
O presidente da Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (Amoesc) e do Sindicato das Indústrias Madeireiras e Moveleiras do Vale do Uruguai (Simovale), Osni Carlos Verona, adverte que as empresas estão se endividando para manter os contratos em dia – “e muitas estão dando seus últimos suspiros de vida”.
O pólo moveleiro do oeste é formado por 350 indústrias instaladas em 80 municípios, que sustentam 8.000 empregos diretos e 15.000 empregos indiretos.
O dirigente relata que as empresas de móveis do oeste que atuam no mercado externo enfrentam grande dificuldade no fluxo de caixa em função da desvalorização do dólar frente ao real.
As previsões da Amoesc/Simovale para os dois últimos meses do ano apontam que o mercado interno para produtos modulados e produtos populares está se comportando bem. “Porém, já existem empresas enfrentando um canibalismo empresarial para sobrevivência. Muitos estão rifando seus produtos, entregando apenas para cobrir os custos fixos, e esperando uma luz depois de saber quem vai comandar este país”, assegura Verona.
Observa que “as eleições atrofiaram o mercado e deixaram os agentes econômicos nervosos, estagnando os negócios de quem exporta”.
O mercado da linha de produtos de média e alta qualidade está abaixo da expectativa para os dois últimos meses deste ano. A maioria das empresas estaria fazendo estoque para entrega de última hora caso os clientes resolvam comprar.
Resistência
Com a apreciação (valorização) do real frente ao dólar e o peso do chamado “custo Brasil”, as exportações tornam-se penosas. Lembra que há falta de mão de obra e as negociações salariais estão previstas para o início de 2011. “Isto está assustando a classe empresarial e criando expectativa nos sindicatos laborais”, expõe.
O presidente da Amoesc e do Simovale tem esperança: “Nossa expectativa é que o próximo presidente da república controle o câmbio, desvalorizando o real, para que todas as empresas que se prepararam e investiram na prospecção de mercados internacionais através dos polos moveleiros sejam reconhecidas e valorizadas”.
O presidente da Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (Amoesc) e do Sindicato das Indústrias Madeireiras e Moveleiras do Vale do Uruguai (Simovale), Osni Carlos Verona, adverte que as empresas estão se endividando para manter os contratos em dia – “e muitas estão dando seus últimos suspiros de vida”.
O pólo moveleiro do oeste é formado por 350 indústrias instaladas em 80 municípios, que sustentam 8.000 empregos diretos e 15.000 empregos indiretos.
O dirigente relata que as empresas de móveis do oeste que atuam no mercado externo enfrentam grande dificuldade no fluxo de caixa em função da desvalorização do dólar frente ao real.
As previsões da Amoesc/Simovale para os dois últimos meses do ano apontam que o mercado interno para produtos modulados e produtos populares está se comportando bem. “Porém, já existem empresas enfrentando um canibalismo empresarial para sobrevivência. Muitos estão rifando seus produtos, entregando apenas para cobrir os custos fixos, e esperando uma luz depois de saber quem vai comandar este país”, assegura Verona.
Observa que “as eleições atrofiaram o mercado e deixaram os agentes econômicos nervosos, estagnando os negócios de quem exporta”.
O mercado da linha de produtos de média e alta qualidade está abaixo da expectativa para os dois últimos meses deste ano. A maioria das empresas estaria fazendo estoque para entrega de última hora caso os clientes resolvam comprar.
Resistência
Com a apreciação (valorização) do real frente ao dólar e o peso do chamado “custo Brasil”, as exportações tornam-se penosas. Lembra que há falta de mão de obra e as negociações salariais estão previstas para o início de 2011. “Isto está assustando a classe empresarial e criando expectativa nos sindicatos laborais”, expõe.
O presidente da Amoesc e do Simovale tem esperança: “Nossa expectativa é que o próximo presidente da república controle o câmbio, desvalorizando o real, para que todas as empresas que se prepararam e investiram na prospecção de mercados internacionais através dos polos moveleiros sejam reconhecidas e valorizadas”.
Fonte: MB Comunicação-Total Móveis
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