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Notícias
25
out
2010
(CARBONO)
Banco Mundial paga US$ 4 por RCEs florestais
O primeiro projeto significativo da África sob o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) atraiu US$ 4 por tonelada de carbono referente às Reduções Certificadas de Emissão temporárias (tRCEs).
O Banco Mundial comprará os créditos pela metade do carbono estocado até 2017 em floresta plantadas na Etiópia no chamado ‘Projeto Humbo de Regeneração Natural Assistida’.
O primeiro projeto de aflorestamento e reflorestamento (A/R) em larga escala a ser registrado sob o MDL começou em 2007. Ele envolve a restauração e replantio de espécies nativas de árvores em 2.728 hectares de áreas montanhosas degradadas que foram cortadas para servir de combustível no sudoeste do país.
A desenvolvedora do projeto, World Vision, organizou 800 pessoas locais em sete cooperativas de reflorestamento. A renda com os créditos de carbono financiará o pagamento dos membros, substituindo o lucro anterior com a venda da madeira. Para minimizar o vazamento do projeto, ou seja a transferência da coleta de madeira para uma floresta nos arredores, o projeto também inclui o plantio de árvores para o corte.
O BioCarbon Fund do Banco Mundial comprará as tRCEs equivalentes a 165 mil toneladas em reduções de emissão, quase a metade das 338 mil toneladas esperadas nos primeiros dez anos do projeto.
O Banco concordou em pagar US$ 726 mil, segundo o gerente do Programa de Mudanças Climáticas da World Vision Etiópia Hailu Tefera em entrevista ao jornal Addis Fortune.
O Banco Mundial geralmente não revela os preços pagos pelas RCEs nas compras dos seus diversos fundos. Porém, o banco confirmou em março um compromisso de adquirir 165 mil toneladas de CO2e por um preço de pouco mais de US$ 4 cada.
Sob as regras do MDL para A/R, as RCEs permanentes não podem ser emitidas para o seqüestro florestal de carbono, apenas as RCEs temporárias e de longo prazo. Isso acontece devido a dúvidas em relação a permanência das florestas plantadas. As tRCEs expiram após cinco anos e devem ser reemitidas após a verificação que a floresta continua em pé, ou substituídas por RCEs permanentes de outro projeto.
O Banco Mundial alega que o desenvolvimento de tais projetos florestais e de uso da terra é crucial para a África, um continente que até agora não atraiu grande investimentos sob o MDL.
O Banco Mundial comprará os créditos pela metade do carbono estocado até 2017 em floresta plantadas na Etiópia no chamado ‘Projeto Humbo de Regeneração Natural Assistida’.
O primeiro projeto de aflorestamento e reflorestamento (A/R) em larga escala a ser registrado sob o MDL começou em 2007. Ele envolve a restauração e replantio de espécies nativas de árvores em 2.728 hectares de áreas montanhosas degradadas que foram cortadas para servir de combustível no sudoeste do país.
A desenvolvedora do projeto, World Vision, organizou 800 pessoas locais em sete cooperativas de reflorestamento. A renda com os créditos de carbono financiará o pagamento dos membros, substituindo o lucro anterior com a venda da madeira. Para minimizar o vazamento do projeto, ou seja a transferência da coleta de madeira para uma floresta nos arredores, o projeto também inclui o plantio de árvores para o corte.
O BioCarbon Fund do Banco Mundial comprará as tRCEs equivalentes a 165 mil toneladas em reduções de emissão, quase a metade das 338 mil toneladas esperadas nos primeiros dez anos do projeto.
O Banco concordou em pagar US$ 726 mil, segundo o gerente do Programa de Mudanças Climáticas da World Vision Etiópia Hailu Tefera em entrevista ao jornal Addis Fortune.
O Banco Mundial geralmente não revela os preços pagos pelas RCEs nas compras dos seus diversos fundos. Porém, o banco confirmou em março um compromisso de adquirir 165 mil toneladas de CO2e por um preço de pouco mais de US$ 4 cada.
Sob as regras do MDL para A/R, as RCEs permanentes não podem ser emitidas para o seqüestro florestal de carbono, apenas as RCEs temporárias e de longo prazo. Isso acontece devido a dúvidas em relação a permanência das florestas plantadas. As tRCEs expiram após cinco anos e devem ser reemitidas após a verificação que a floresta continua em pé, ou substituídas por RCEs permanentes de outro projeto.
O Banco Mundial alega que o desenvolvimento de tais projetos florestais e de uso da terra é crucial para a África, um continente que até agora não atraiu grande investimentos sob o MDL.
Fonte: Carbon Positive
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