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Notícias
24
out
2010
(ECONOMIA)
Balanço da cadeia produtiva do carvão vegetal em Minas Gerais
A gestão ambiental da cadeia produtiva de carvão vegetal para produção de ferro gusa em Minas Gerais foi analisada, por meio da metodologia de “balanço de materiais”, pelo pesquisador Alexander Rudolph Marin Sablowski.
O objetivo do trabalho de Sablowski foi fazer o diagnóstico da gestão ambiental observando o fluxo de carvão vegetal utilizado na produção de ferro gusa em Minas Gerais.
Os resultados mostraram que a cadeia de ferro gusa à base de carvão vegetal no estado de Minas Gerais não é capaz de cumprir o Plano de Auto Suprimento – PAS com a sua própria oferta de carvão vegetal produzido com madeira de eucalipto. São considerados aspectos ambientais negativos da cadeia a contribuição para o efeito estufa, o potencial de criação de ozônio fotoquímico, a não recuperação de gases condensáveis durante a carbonização e a não utilização do excesso de gases oriundos do processo de termo-redução na geração de energia elétrica. Na análise das externalidades verificou-se que o uso de carvão vegetal não licenciado, oriundo de espécies nativas, exerce uma pressão sobre as florestas nativas de Minas Gerais e de estados vizinhos.
No caso do aquecimento global, a utilização de florestas plantadas de eucalipto para a produção de carvão vegetal exerce uma influência ambiental extremamente positiva. Essas florestas plantadas capturam carbono, são recursos naturais renováveis e contribuem para reduzir a pressão sobre as florestas nativas.
O trabalho de Sablowski, concluído em 2008, é fruto de sua tese de doutorado em Ciências Florestais pela Universidade de Brasília, orientado pelo professor José Imaña Encinas, do departamento de Engenharia Florestal. O balanço de materiais é uma ferramenta de grande eficiência na gestão ambiental de processos produtivos.
O objetivo do trabalho de Sablowski foi fazer o diagnóstico da gestão ambiental observando o fluxo de carvão vegetal utilizado na produção de ferro gusa em Minas Gerais.
Os resultados mostraram que a cadeia de ferro gusa à base de carvão vegetal no estado de Minas Gerais não é capaz de cumprir o Plano de Auto Suprimento – PAS com a sua própria oferta de carvão vegetal produzido com madeira de eucalipto. São considerados aspectos ambientais negativos da cadeia a contribuição para o efeito estufa, o potencial de criação de ozônio fotoquímico, a não recuperação de gases condensáveis durante a carbonização e a não utilização do excesso de gases oriundos do processo de termo-redução na geração de energia elétrica. Na análise das externalidades verificou-se que o uso de carvão vegetal não licenciado, oriundo de espécies nativas, exerce uma pressão sobre as florestas nativas de Minas Gerais e de estados vizinhos.
No caso do aquecimento global, a utilização de florestas plantadas de eucalipto para a produção de carvão vegetal exerce uma influência ambiental extremamente positiva. Essas florestas plantadas capturam carbono, são recursos naturais renováveis e contribuem para reduzir a pressão sobre as florestas nativas.
O trabalho de Sablowski, concluído em 2008, é fruto de sua tese de doutorado em Ciências Florestais pela Universidade de Brasília, orientado pelo professor José Imaña Encinas, do departamento de Engenharia Florestal. O balanço de materiais é uma ferramenta de grande eficiência na gestão ambiental de processos produtivos.
Fonte: Cleverson de Mello Sant’Anna
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