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Notícias
23
out
2010
(GERAL)
Bituca de cigarro é transformada em celulose
De 100% do material recolhido, 85% viram papel.
O levantamento feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2009 indicou que 24,6 milhões de brasileiros com mais de 15 anos são fumantes. A maioria é do sexo masculino, entre 25 e 44 anos e não tem a intenção de largar o hábito no curto prazo. Além de todos os problemas de saúde ocasionados pelo fumo (câncer, trombose, úlcera, infecções respiratórias etc.), outro agravante está relacionado ao meio ambiente: o descarte da bituca, que, além de degradar e sujar o planeta demora, em média, cinco anos para se decompor.
A novidade é que, se para muitos, a bituca é considerada um lixo, para outros pode ser matéria-prima. Um estudo que durou cerca de cinco anos mostrou que a reciclagem da bituca de cigarro é possível. O material pode ser transformado em celulose, item fundamental para a produção de papel e tecido.
O trabalho começou em 2003, quando o aluno de Biologia Marco Antônio Barbosa Duarte, da UnB (Universidade de Brasília), questionou a professora do Instituto de Artes da Faculdade, Therese Hoffman, sobre a possibilidade de se reutilizar a bituca para um fim mais nobre. Inspirada pela curiosidade do aluno, a professora deu início a uma série de pesquisas que buscaram outro destino para o filtro do cigarro.
Reaproveitar a bituca depois de consumida é novidade. Os filtros são separados do papel e passam por um tipo de esterilização a base de água, água oxigenada e soda cáustica. Depois do processo, a bituca fornece matéria-prima essencial para a produção de celulose.
A técnica desenvolvida por Therese aponta que, de 100% do material recolhido, 85% se tornam papel. O projeto está patenteado pela UnB e conta com o patrocínio de algumas instituições, como a FAP (Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal). “Estamos otimizando os recursos necessários para viabilizar a reciclagem e produção de material em larga escala”, disse.
O levantamento feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2009 indicou que 24,6 milhões de brasileiros com mais de 15 anos são fumantes. A maioria é do sexo masculino, entre 25 e 44 anos e não tem a intenção de largar o hábito no curto prazo. Além de todos os problemas de saúde ocasionados pelo fumo (câncer, trombose, úlcera, infecções respiratórias etc.), outro agravante está relacionado ao meio ambiente: o descarte da bituca, que, além de degradar e sujar o planeta demora, em média, cinco anos para se decompor.
A novidade é que, se para muitos, a bituca é considerada um lixo, para outros pode ser matéria-prima. Um estudo que durou cerca de cinco anos mostrou que a reciclagem da bituca de cigarro é possível. O material pode ser transformado em celulose, item fundamental para a produção de papel e tecido.
O trabalho começou em 2003, quando o aluno de Biologia Marco Antônio Barbosa Duarte, da UnB (Universidade de Brasília), questionou a professora do Instituto de Artes da Faculdade, Therese Hoffman, sobre a possibilidade de se reutilizar a bituca para um fim mais nobre. Inspirada pela curiosidade do aluno, a professora deu início a uma série de pesquisas que buscaram outro destino para o filtro do cigarro.
Reaproveitar a bituca depois de consumida é novidade. Os filtros são separados do papel e passam por um tipo de esterilização a base de água, água oxigenada e soda cáustica. Depois do processo, a bituca fornece matéria-prima essencial para a produção de celulose.
A técnica desenvolvida por Therese aponta que, de 100% do material recolhido, 85% se tornam papel. O projeto está patenteado pela UnB e conta com o patrocínio de algumas instituições, como a FAP (Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal). “Estamos otimizando os recursos necessários para viabilizar a reciclagem e produção de material em larga escala”, disse.
Fonte: Metodista/Painel Florestal
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