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Notícias
23
out
2010
(PAPEL E CELULOSE)
Estoques de celulose continuam em queda
O giro dos estoques de celulose nos 20 maiores países produtores desse produto recuou em setembro.
Os estoques de celulose nos 20 maiores países produtores recuaram em dois dias em setembro, conforme balanço do Conselho de Produtos de Celulose e Papel (PPPC, na sigla em inglês).
De acordo com o balanço, os estoques nesses países, que representam 80% da capacidade global, cederam de 34 para 32 dias de agosto para setembro. No entanto, quando se leva em conta ajustes sazonais, houve uma alta de 30 para 32 dias na mesma base de comparação.
O levantamento ainda mostra que os embarques de celulose desses países cresceram 14,4% em um mês, chegando a 3,63 milhões de toneladas. No acumulado do ano, no entanto, os despachos mostram queda de 1%, somando 30,286 milhões de toneladas em nove meses.
Um dos destaques do balanço é o aumento de 12,3% das exportações para a Europa Ocidental entre agosto e setembro, para 1,348 milhão de toneladas. Já os embarques em direção à América Latina cresceram 7,6%, chegando a 270 mil toneladas. Por outro lado, as exportações para a América do Norte caíram 3,7%, para 624 mil toneladas.
Os estoques de celulose nos 20 maiores países produtores recuaram em dois dias em setembro, conforme balanço do Conselho de Produtos de Celulose e Papel (PPPC, na sigla em inglês).
De acordo com o balanço, os estoques nesses países, que representam 80% da capacidade global, cederam de 34 para 32 dias de agosto para setembro. No entanto, quando se leva em conta ajustes sazonais, houve uma alta de 30 para 32 dias na mesma base de comparação.
O levantamento ainda mostra que os embarques de celulose desses países cresceram 14,4% em um mês, chegando a 3,63 milhões de toneladas. No acumulado do ano, no entanto, os despachos mostram queda de 1%, somando 30,286 milhões de toneladas em nove meses.
Um dos destaques do balanço é o aumento de 12,3% das exportações para a Europa Ocidental entre agosto e setembro, para 1,348 milhão de toneladas. Já os embarques em direção à América Latina cresceram 7,6%, chegando a 270 mil toneladas. Por outro lado, as exportações para a América do Norte caíram 3,7%, para 624 mil toneladas.
Fonte: Valor/Celulose Online
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