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Notícias
21
out
2010
(MEIO AMBIENTE)
Serviço Florestal mostra uso da tecnologia espacial para gestão de florestas
O Serviço Florestal Brasileiro mostra no IX Seminário de Atualização em Sensoriamento Remoto e Sistemas de Informações Geográficas Aplicados à Engenharia Florestal, em Curitiba (PR), como as geotecnologias têm ajudado a melhorar a gestão das florestas públicas e a planejar o seu uso sustentável.
“As tecnologias espaciais são imprescindíveis para levantar informações sobre as florestas, utilizando sensoriamento, sistema de informações geográficas e GPS, pois apenas com essas ferramentas é possível obter dados atualizados, de grandes áreas, em curso espaço de tempo, e que facilitem a gestão florestal.”, afirma gerente de Informações do Serviço Florestal, Joberto Freitas.
No evento, serão apresentados a metodologia e os procedimentos para a análise de paisagem – por exemplo, fragmentação florestal e ocorrência de florestas em áreas de preservação permanente (APP) -, uma das ações do Inventário Florestal Nacional.
Os técnicos do Serviço Florestal de Brasília e da Unidade Regional Sul, localizada em Curitiba, vão mostrar ainda como os dados espaciais contribuem para aumentar as informações do setor e ajudam a formular o Cadastro Nacional de Florestas Públicas, que aponta a existência de 241 milhões de hectares de florestas cadastradas.
No stand montado na feira, os participantes também vão saber como está sendo feita a demarcação das áreas sob concessão na Floresta Nacional de Saracá-Taquera, no Pará, e como as imagens orbitais ajudaram a planejar a logística para colocação dos marcos que delimitam as Unidades de Manejo Florestal para a produção sustentável de madeira.
Para quem se interessa no uso das informações espaciais em monitoramento, será mostrado como os dados do sistema de detecção de exploração seletiva de madeira – Detex – desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) – permitirão acompanhar a extração madeireira nas áreas de concessão florestal.
As ferramentas de geoprocessamento auxiliam ainda a formular o Plano Anual de Outorga Florestal (PAOF), que traz a quantidade de hectares em florestas públicas passíveis de concessão e a sua localização. Para chegar a essa informação, é feito um cruzamento de mapas entre as florestas públicas e áreas que, no ano, possuem algum impedimento para a concessão, por exemplo, terras indígenas, florestas com uso de comunidades e florestas nacionais sem plano de manejo.
Com o uso desses filtros, chegou-se a 5,1 milhões de hectares de florestas públicas federais passíveis de concessão no PAOF 2011, área que está distribuída em 11 florestas nacionais nos estados do Acre, Pará e Rondônia.
O Seminário de Atualização em Sensoriamento Remoto e Sistemas de Informações Geográficas Aplicados à Engenharia Florestal, que teve sua primeira edição em 1994, é promovido pela Fundação de Pesquisas Florestais do Paraná e pela Universidade Estadual do Centro-Oeste.
“As tecnologias espaciais são imprescindíveis para levantar informações sobre as florestas, utilizando sensoriamento, sistema de informações geográficas e GPS, pois apenas com essas ferramentas é possível obter dados atualizados, de grandes áreas, em curso espaço de tempo, e que facilitem a gestão florestal.”, afirma gerente de Informações do Serviço Florestal, Joberto Freitas.
No evento, serão apresentados a metodologia e os procedimentos para a análise de paisagem – por exemplo, fragmentação florestal e ocorrência de florestas em áreas de preservação permanente (APP) -, uma das ações do Inventário Florestal Nacional.
Os técnicos do Serviço Florestal de Brasília e da Unidade Regional Sul, localizada em Curitiba, vão mostrar ainda como os dados espaciais contribuem para aumentar as informações do setor e ajudam a formular o Cadastro Nacional de Florestas Públicas, que aponta a existência de 241 milhões de hectares de florestas cadastradas.
No stand montado na feira, os participantes também vão saber como está sendo feita a demarcação das áreas sob concessão na Floresta Nacional de Saracá-Taquera, no Pará, e como as imagens orbitais ajudaram a planejar a logística para colocação dos marcos que delimitam as Unidades de Manejo Florestal para a produção sustentável de madeira.
Para quem se interessa no uso das informações espaciais em monitoramento, será mostrado como os dados do sistema de detecção de exploração seletiva de madeira – Detex – desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) – permitirão acompanhar a extração madeireira nas áreas de concessão florestal.
As ferramentas de geoprocessamento auxiliam ainda a formular o Plano Anual de Outorga Florestal (PAOF), que traz a quantidade de hectares em florestas públicas passíveis de concessão e a sua localização. Para chegar a essa informação, é feito um cruzamento de mapas entre as florestas públicas e áreas que, no ano, possuem algum impedimento para a concessão, por exemplo, terras indígenas, florestas com uso de comunidades e florestas nacionais sem plano de manejo.
Com o uso desses filtros, chegou-se a 5,1 milhões de hectares de florestas públicas federais passíveis de concessão no PAOF 2011, área que está distribuída em 11 florestas nacionais nos estados do Acre, Pará e Rondônia.
O Seminário de Atualização em Sensoriamento Remoto e Sistemas de Informações Geográficas Aplicados à Engenharia Florestal, que teve sua primeira edição em 1994, é promovido pela Fundação de Pesquisas Florestais do Paraná e pela Universidade Estadual do Centro-Oeste.
Fonte: MMA
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