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Notícias
19
out
2010
(SETOR FLORESTAL)
Controle biológico da principal praga da erva-mate
Controle biológico da principal praga da erva-mate é o tema do Prosa Rural desta semana.
A broca-da-erva-mate, larva do besouro Hedypathes betulinus, do grupo dos serra-paus, popularmente conhecido como “corintiano”, é uma praga que se desenvolveu e se proliferou muito, favorecida pelo cultivo perene, o qual proporciona um ambiente mais estável ao inseto.
As perdas ocorridas pela ação crônica da praga acabam passando despercebidas, mascaradas pelo dano direto e, principalmente, pela ausência de termos de comparação. Com isso, perdas aparentemente sem significados econômicos, num primeiro instante, vão intensificando-se com as sucessivas gerações da praga, e quando o problema se torna evidente, normalmente, o reflorestamento já está comprometido.
Para controlar a broca-da-erva-mate, a Embrapa Florestas, em parceria com a empresa Novozymes Turfal, produtora de insumos biológicos, desenvolveu um bioinseticida para combater a broca-da-erva-mate. Trata-se do Bovemax, uma formulação à base de óleo, desenvolvido a partir de um fungo entomopatogênico (organismo que causa doenças apenas no inseto), o Beauveria bassiana. Quando adequadamente aplicada, a formulação apresenta alto potencial de controle de pragas, baixo impacto ambiental e deixa poucos resíduos no produto. Além disto, o produto pode permanecer ativo por longos períodos no ambiente de cultivo, evitando a sua contaminação pelo Hedypathes betulinus.
Segundo a pesquisadora da Embrapa Florestas, Susete Chiarello Penteado, o inseticida biológico Bovemax não apresenta riscos de contaminação para o produtor e tem eficácia comprovada na redução das perdas econômicas provocadas pelo ataque da broca-da-erva-mate. “Os maiores danos são ocasionados pelas larvas, que, durante a alimentação, constroem galerias, dificultando a circulação da seiva. Isto debilita a planta, diminuindo a sua produção. Se o broqueamento é muito intenso, ou se ocorrem sucessivas gerações da praga, os galhos da planta podem secar e, muitas vezes, ocorrer a morte da erveira”, explica a pesquisadora.
O Prosa Rural é o programa de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
A broca-da-erva-mate, larva do besouro Hedypathes betulinus, do grupo dos serra-paus, popularmente conhecido como “corintiano”, é uma praga que se desenvolveu e se proliferou muito, favorecida pelo cultivo perene, o qual proporciona um ambiente mais estável ao inseto.
As perdas ocorridas pela ação crônica da praga acabam passando despercebidas, mascaradas pelo dano direto e, principalmente, pela ausência de termos de comparação. Com isso, perdas aparentemente sem significados econômicos, num primeiro instante, vão intensificando-se com as sucessivas gerações da praga, e quando o problema se torna evidente, normalmente, o reflorestamento já está comprometido.
Para controlar a broca-da-erva-mate, a Embrapa Florestas, em parceria com a empresa Novozymes Turfal, produtora de insumos biológicos, desenvolveu um bioinseticida para combater a broca-da-erva-mate. Trata-se do Bovemax, uma formulação à base de óleo, desenvolvido a partir de um fungo entomopatogênico (organismo que causa doenças apenas no inseto), o Beauveria bassiana. Quando adequadamente aplicada, a formulação apresenta alto potencial de controle de pragas, baixo impacto ambiental e deixa poucos resíduos no produto. Além disto, o produto pode permanecer ativo por longos períodos no ambiente de cultivo, evitando a sua contaminação pelo Hedypathes betulinus.
Segundo a pesquisadora da Embrapa Florestas, Susete Chiarello Penteado, o inseticida biológico Bovemax não apresenta riscos de contaminação para o produtor e tem eficácia comprovada na redução das perdas econômicas provocadas pelo ataque da broca-da-erva-mate. “Os maiores danos são ocasionados pelas larvas, que, durante a alimentação, constroem galerias, dificultando a circulação da seiva. Isto debilita a planta, diminuindo a sua produção. Se o broqueamento é muito intenso, ou se ocorrem sucessivas gerações da praga, os galhos da planta podem secar e, muitas vezes, ocorrer a morte da erveira”, explica a pesquisadora.
O Prosa Rural é o programa de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
Fonte: Portal do Agronegócio
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