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Notícias
11
out
2010
(MÓVEIS)
Móvel do Oeste de SC tem qualidade internacional
O empresário Osni Carlos Verona assumiu em junho de 2009 a presidência conjunta das duas entidades do setor madeira/móveis: a Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (Amoesc) e o Sindicato das Indústrias Madeireiras, Moveleiras e Similares do Vale do Uruguai (Simovale).
A partir daí, Verona iniciou uma fase de profissionalização e de busca da eficiência para a cadeia produtiva madeira-móveis. Encomendou ao Sebrae uma proposta de planejamento estratégico para a gestão 2009/2012, que incluiu novo plano de ação. Uma das prioridades é fortalecer a Mercomóveis, feira bienal de móveis realizada em Chapecó, reconhecida como a terceira maior feira do Brasil, atraindo público local e internacional.
As entidades que Verona preside reúnem mais de 650 empresas. O setor industrial moveleiro é o primeiro em número de empresas do Oeste de SC, o terceiro em número de empregos, o quarto na economia regional, sustenta 7.000 empregos diretos, 15.000 empregos indiretos e gera mais de 20 milhões de dólares em exportações.
Nos últimos dez anos, Verona esteve à frente das ações para fortalecer a indústria de móveis do grande oeste catarinense. Graduado em Administração e pós-graduado em gestão e auditoria empresarial, design e novas tendências, Osni Carlos Verona dedica-se há 30 anos à produção industrial de móveis. Para ele, neste último trimestre do ano haverá aquecimento acentuado nas vendas no mercado interno, entre 8% a 10%.
O líder do setor moveleiro destaca como fator importante neste momento no Brasil a migração de 40 milhões de pessoas que sobem da classe D para C e B. “Esses consumidores não querem só produtos baratos e sem qualidade. Eles querem mais opções, com conforto, durabilidade e design arrojado. O setor evoluiu muito e está cada vez mais buscando produzir produtos que podem ser vendidos para qualquer parte do mundo, sem restrições de qualidade e preço. Temos um parque fabril de alta tecnologia e mão de obra treinada para proporcionar conforto e sofisticação em todas as classes A, B, C, e D”, complementa Verona.
Sobre a evolução que o móvel do Oeste teve nos último anos, Verona analisa que com a integração das universidades, preparando profissionais na área, haverá nas empresas muitos profissionais projetando móveis de alto padrão de acabamento, com ferragens de última geração. “A região oeste está cada vez mais preparada para enfrentar a concorrência em tudo: preço, qualidade de matéria prima e design de bom gosto. Protegemos o meio ambiente, tornado a sustentabilidade um hábito e tratando dos resíduos gerados pelas empresas do setor”.
“Proteger o mercado brasileiro de produtos importados da China e realizar reforma tributaria fiscal são medidas de incentivo ao setor que os moveleiros esperam do novo presidente da República e do novo governador do Estado, assim como criar indicadores para regulamentar o seguro desemprego em regiões onde há muitas vagas como, por exemplo, em Chapecó, onde há 5.000 vagas em aberto e temos 9.000 pessoas em seguro desemprego”, explana Verona .
Outra medida que Verona considera fundamental é aumentar o limite de faturamento das empresas enquadradas no simples estadual de R$ 2,4 milhões para R$ 5 milhões. “O governo federal deve isentar as empresa de impostos sobre a folha de pagamento, pois o setor de transformação é o que mais emprega mão de obra não qualificada.
Do governo do Estado queremos que desenvolva Câmaras Setoriais para ouvir todos os segmentos produtivos, desenvolver os pequenos e fortalecer os grandes para exportar cada vez mais. Também gostaríamos que tivéssemos incentivos fiscais para grandes empresas se instalarem no oeste de SC, onde a topografia é elevada e os custos de logística até nossos portos são elevados, e que o combustível fosse subsidiado para ficarmos mais competitivos na produção”, finaliza
A partir daí, Verona iniciou uma fase de profissionalização e de busca da eficiência para a cadeia produtiva madeira-móveis. Encomendou ao Sebrae uma proposta de planejamento estratégico para a gestão 2009/2012, que incluiu novo plano de ação. Uma das prioridades é fortalecer a Mercomóveis, feira bienal de móveis realizada em Chapecó, reconhecida como a terceira maior feira do Brasil, atraindo público local e internacional.
As entidades que Verona preside reúnem mais de 650 empresas. O setor industrial moveleiro é o primeiro em número de empresas do Oeste de SC, o terceiro em número de empregos, o quarto na economia regional, sustenta 7.000 empregos diretos, 15.000 empregos indiretos e gera mais de 20 milhões de dólares em exportações.
Nos últimos dez anos, Verona esteve à frente das ações para fortalecer a indústria de móveis do grande oeste catarinense. Graduado em Administração e pós-graduado em gestão e auditoria empresarial, design e novas tendências, Osni Carlos Verona dedica-se há 30 anos à produção industrial de móveis. Para ele, neste último trimestre do ano haverá aquecimento acentuado nas vendas no mercado interno, entre 8% a 10%.
O líder do setor moveleiro destaca como fator importante neste momento no Brasil a migração de 40 milhões de pessoas que sobem da classe D para C e B. “Esses consumidores não querem só produtos baratos e sem qualidade. Eles querem mais opções, com conforto, durabilidade e design arrojado. O setor evoluiu muito e está cada vez mais buscando produzir produtos que podem ser vendidos para qualquer parte do mundo, sem restrições de qualidade e preço. Temos um parque fabril de alta tecnologia e mão de obra treinada para proporcionar conforto e sofisticação em todas as classes A, B, C, e D”, complementa Verona.
Sobre a evolução que o móvel do Oeste teve nos último anos, Verona analisa que com a integração das universidades, preparando profissionais na área, haverá nas empresas muitos profissionais projetando móveis de alto padrão de acabamento, com ferragens de última geração. “A região oeste está cada vez mais preparada para enfrentar a concorrência em tudo: preço, qualidade de matéria prima e design de bom gosto. Protegemos o meio ambiente, tornado a sustentabilidade um hábito e tratando dos resíduos gerados pelas empresas do setor”.
“Proteger o mercado brasileiro de produtos importados da China e realizar reforma tributaria fiscal são medidas de incentivo ao setor que os moveleiros esperam do novo presidente da República e do novo governador do Estado, assim como criar indicadores para regulamentar o seguro desemprego em regiões onde há muitas vagas como, por exemplo, em Chapecó, onde há 5.000 vagas em aberto e temos 9.000 pessoas em seguro desemprego”, explana Verona .
Outra medida que Verona considera fundamental é aumentar o limite de faturamento das empresas enquadradas no simples estadual de R$ 2,4 milhões para R$ 5 milhões. “O governo federal deve isentar as empresa de impostos sobre a folha de pagamento, pois o setor de transformação é o que mais emprega mão de obra não qualificada.
Do governo do Estado queremos que desenvolva Câmaras Setoriais para ouvir todos os segmentos produtivos, desenvolver os pequenos e fortalecer os grandes para exportar cada vez mais. Também gostaríamos que tivéssemos incentivos fiscais para grandes empresas se instalarem no oeste de SC, onde a topografia é elevada e os custos de logística até nossos portos são elevados, e que o combustível fosse subsidiado para ficarmos mais competitivos na produção”, finaliza
Fonte: MB Comunicação Empresarial/Organizacional – Portal moveleiro
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