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Notícias
11
out
2010
(PAPEL E CELULOSE)
Portucel não confirma informação sobre fábrica em MS
Distribuída para imprensa pelo governador André Puccinelli como certa, a informação de que uma empresa portuguesa construiria uma fábrica de papel em Mato Grosso do Sul ainda não foi confirmada pela Portucel. A especulação ganhou destaque na imprensa europeia.
De oficial, até agora, apenas a assinatura, no segundo trimestre de 2010, de um protocolo entre a indústria e Mato Grosso do Sul. Em Lisboa, fonte oficial da empresa disse à imprensa que nada tem "a acrescentar além da informação que está contida no ‘press release' de divulgação de resultados do primeiro semestre".
No documento, disponível no website da fábrica, a Portucel se limita a informar ao mercado que tinha assinado um protocolo, e que "prossegue os estudos considerados essenciais para a concretização de um projecto, compreendendo uma base integrada de desenvolvimento florestal para a produção de pasta".
O jornal português Diário Económico publicou no dia sete, matéria sobre o anúncio feito por André Puccinelli. "O Governador do estado brasileiro anunciou esta semana que a papeleira portuguesa já decidiu construir uma nova fábrica na região. A Portucel não confirma esta informação, mas assinou, já no segundo trimestre de 2010, um protocolo com aquele estado brasileiro", comenta o texto.
Em entrevista coletiva, o governador de MS disse que a empresa empresa portuguesa já teria apresentado um plano de investimento ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O BNDES, no entanto, informou à imprensa que só se pronuncia sobre empréstimos já aprovados.
As dúvidas no mercado financeiro sobre o anúncio são motivados pela reserva da empresa portuguesa sobre o suposto investimento em MS e porque em março deste ano, após estudar opções no Brasil, Uruguai, Angola e Moçambique, a Portucel anunciou que investiria no último país.
Moçambique deve receber, segundo Pedro Moura, CEO da Portucel na África, 2,3 mil milhões de dólares de investimentos até 2025.
"Moçambique apresentava algumas vantagens e foi mais fácil definir a posse da terra, o que fez precipitar a escolha face aos outros", explicou. A fábrica africana pretende operar de olho no mercado asiático e pode ter até 30% de investimento local.
Na época, porém, o grupo Portucel Soporcel não excluiu a América latina dos planos. "Esta decisão de investimento não implica que a Portucel tenha desistido do Uruguai e Brasil. Continuam em estudo as várias possibilidades", salientou o CEO.
Há pouco mais de um ano, Andre Puccinelli foi até Portugal e conversou com diretores da Portucel. Na época circulou a informação de que a nova fábrica poderia criar cerca de 2.200 empregos diretos. Segundo os dados veiculados nesta semana, a unidade da Portucel em MS poderia responder por cerca de 5% do PIB (Produto Interno Bruto) de Mato Grosso do Sul, aproximadamente o mesmo índice representado pela unidade da Votorantim Celulose e Papel já instalada no Estado.
De oficial, até agora, apenas a assinatura, no segundo trimestre de 2010, de um protocolo entre a indústria e Mato Grosso do Sul. Em Lisboa, fonte oficial da empresa disse à imprensa que nada tem "a acrescentar além da informação que está contida no ‘press release' de divulgação de resultados do primeiro semestre".
No documento, disponível no website da fábrica, a Portucel se limita a informar ao mercado que tinha assinado um protocolo, e que "prossegue os estudos considerados essenciais para a concretização de um projecto, compreendendo uma base integrada de desenvolvimento florestal para a produção de pasta".
O jornal português Diário Económico publicou no dia sete, matéria sobre o anúncio feito por André Puccinelli. "O Governador do estado brasileiro anunciou esta semana que a papeleira portuguesa já decidiu construir uma nova fábrica na região. A Portucel não confirma esta informação, mas assinou, já no segundo trimestre de 2010, um protocolo com aquele estado brasileiro", comenta o texto.
Em entrevista coletiva, o governador de MS disse que a empresa empresa portuguesa já teria apresentado um plano de investimento ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O BNDES, no entanto, informou à imprensa que só se pronuncia sobre empréstimos já aprovados.
As dúvidas no mercado financeiro sobre o anúncio são motivados pela reserva da empresa portuguesa sobre o suposto investimento em MS e porque em março deste ano, após estudar opções no Brasil, Uruguai, Angola e Moçambique, a Portucel anunciou que investiria no último país.
Moçambique deve receber, segundo Pedro Moura, CEO da Portucel na África, 2,3 mil milhões de dólares de investimentos até 2025.
"Moçambique apresentava algumas vantagens e foi mais fácil definir a posse da terra, o que fez precipitar a escolha face aos outros", explicou. A fábrica africana pretende operar de olho no mercado asiático e pode ter até 30% de investimento local.
Na época, porém, o grupo Portucel Soporcel não excluiu a América latina dos planos. "Esta decisão de investimento não implica que a Portucel tenha desistido do Uruguai e Brasil. Continuam em estudo as várias possibilidades", salientou o CEO.
Há pouco mais de um ano, Andre Puccinelli foi até Portugal e conversou com diretores da Portucel. Na época circulou a informação de que a nova fábrica poderia criar cerca de 2.200 empregos diretos. Segundo os dados veiculados nesta semana, a unidade da Portucel em MS poderia responder por cerca de 5% do PIB (Produto Interno Bruto) de Mato Grosso do Sul, aproximadamente o mesmo índice representado pela unidade da Votorantim Celulose e Papel já instalada no Estado.
Fonte: Correio do Povo/Adaptado por Celulose Online
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