Voltar
Notícias
08
out
2010
(EXPORTAÇÃO)
Complexos portuários necessitam de expansão urgente
A expansão portuária global foi parcialmente interrompida durante a recessão econômica no ano passado, mas a construção de novos terminais deve ser retomada antes que a falta de capacidade atinja algumas regiões, de acordo com a Drewry Shipping Consultants.
Segundo o consultor-sênior da Drewry, Neil Davidson, o volume global de contêineres aumentou 11% até o momento, e a taxa deve sofrer novos incrementos de 7% a 8% ao ano até 2015. O crescimento será variável dependendo da região, com os portos asiáticos apresentando demanda maior do que os complexos europeus e norte-americanos.
Considerando os longos prazos para a construção de novos terminais e que a Ásia já estaria próxima de atingir os limites de capacidade, os complexos portuários do planeta poderiam ficar seriamente comprometidos pelos próximos anos. "Há uma necessidade urgente em dar continuidade a alguns destes projetos", declarou Davidson, em referência aos planos de expansão de portos.
As transportadoras continuam a encomendar novas embarcações, com 40% da carteira de encomendas atual composta por unidades de 10 mil Teus (medida equivalente a um contêiner de 20 pés) ou mais. Isso significa que os novos terminais de contêineres nas principais rotas comerciais entre oriente e ocidente terão que ser grandes o suficiente para acomodar estas embarcações de grande porte.
As operadoras de terminais sofreram um baque durante a recessão, assim como outros agentes do setor marítimo, mas muitas lucraram independente da crise, com resultados de 30% a 40% no ano anterior, de acordo com Davidson.
Depois de anos de investimentos em terminais marítimos, muitas operadoras estão evitando esta estratégia. No entanto, as empresas ainda querem garantir a capacidade portuária, e devem proteger seus interesses assinando contratos com estivadores para conseguir tal objetivo, na visão do consultor.
Segundo o consultor-sênior da Drewry, Neil Davidson, o volume global de contêineres aumentou 11% até o momento, e a taxa deve sofrer novos incrementos de 7% a 8% ao ano até 2015. O crescimento será variável dependendo da região, com os portos asiáticos apresentando demanda maior do que os complexos europeus e norte-americanos.
Considerando os longos prazos para a construção de novos terminais e que a Ásia já estaria próxima de atingir os limites de capacidade, os complexos portuários do planeta poderiam ficar seriamente comprometidos pelos próximos anos. "Há uma necessidade urgente em dar continuidade a alguns destes projetos", declarou Davidson, em referência aos planos de expansão de portos.
As transportadoras continuam a encomendar novas embarcações, com 40% da carteira de encomendas atual composta por unidades de 10 mil Teus (medida equivalente a um contêiner de 20 pés) ou mais. Isso significa que os novos terminais de contêineres nas principais rotas comerciais entre oriente e ocidente terão que ser grandes o suficiente para acomodar estas embarcações de grande porte.
As operadoras de terminais sofreram um baque durante a recessão, assim como outros agentes do setor marítimo, mas muitas lucraram independente da crise, com resultados de 30% a 40% no ano anterior, de acordo com Davidson.
Depois de anos de investimentos em terminais marítimos, muitas operadoras estão evitando esta estratégia. No entanto, as empresas ainda querem garantir a capacidade portuária, e devem proteger seus interesses assinando contratos com estivadores para conseguir tal objetivo, na visão do consultor.
Fonte: CGI Moveleiro
Notícias em destaque
Brquetes de madeira prensada no inverno: por que superam a lenha tradicional
Quem aposta em madeira para se aquecer no inverno normalmente pensa na lenha tradicional comprada em loja de materiais de construção...
(BIOENERGIA)
Árvore, pasto e renda: eucalipto ganha espaço e fortalece a pecuária em AL
Produção de eucalipto em Alagoas saltou de pouco mais de 2 mil hectares para 27.296 hectares em uma década, aponta estudo da...
(SILVICULTURA)
Caixas de armazenamento de pellets: mais autonomia para fogões a pellets neste inverno
Cada vez mais lares contam com fogões a pellets para obter um calor limpo e constante - mas muita gente ainda precisa arrastar sacos...
(GERAL)
Relatório da FAO e da Bauhaus Earth destaca o papel da madeira na redução das emissões da construção civil
Um maior uso de madeira de origem sustentável pode ajudar a reposicionar o setor da construção civil, transformando-o de um...
(MADEIRA E PRODUTOS)
AMIF leva experiência do setor florestal mineiro para programa internacional de sustentabilidade na Indonésia
A Associação Mineira da Indústria Florestal (AMIF) está representando o setor florestal de Minas Gerais em uma...
(SETOR FLORESTAL)
O “aço verde” da natureza ganha tratamento moderno e se transforma na espinha dorsal de construções tropicais luxuosas e ultrarresistentes ao tempo
Como o bambu estrutural tratado vira o novo queridinho da arquitetura?
O bambu estrutural tratado ganha cada vez mais espaço nos...
(CONSTRUÇÃO CIVIL)














