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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Madeireiros decidem voltar atrás (MT)
Os madeireiros em Mato Grosso resolveram aguardar nova posição do governo federal e não demitir trabalhadores pelo menos até o início da semana que vem. A decisão foi tomada após reunião em Brasília entre o setor e a bancada federal mato-grossense, que garantiu definição até o final desta semana. Os madeireiros querem que a liberação dos projetos de manejo florestal seja desvinculada da averbação de reserva legal de 80%, conforme explica o presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Médio Norte (Sindusmad), Sidnei Bellincanta.
Os empresários ameaçavam demitir hoje 11 mil funcionários, o que representa 30% da mão-de-obra empregada no setor em Mato Grosso. Também estavam dispostos a invadir e fechar as unidades do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama).
Mas decidiram dar trégua após a declaração de apoio de deputados federais e senadores de Mato Grosso, além do próprio ministro da Casa Civil, José Dirceu. "Estamos agora tentando apaziguar a revolta do setor, uma vez que sentimos o empenho do ministro em resolver esse caso", justifica.
O Sindusmad aguarda novo parecer da Advocacia Geral da União (AGU) sobre a Medida Provisória 2166/2001 que condiciona a liberação de manejo florestal às áreas com 80% de reserva legal averbadas. "As interpretações feitas até então pretendem forçar regularização de área (de 50% para 80%) utilizando a liberação de manejo como instrumento", protesta o assessor ambiental da Fiemt, Álvaro Leite.
A inviabilidade de continuar funcionando, se não for resolvida com urgência a questão, se deve ao fato de o setor estar em sua época de safra. Durante o período de seca, que vai de junho a novembro, as madeireiras recolhem a matéria-prima para produzir no período e também reservar para a época de chuva, que começa em dezembro. Em situação normal de funcionamento, as 1,2 mil indústrias no Estado processam juntas 4 milhões de metros cúbicos de toras por ano.
Fonte: Amazonia.org.br – 01/06/2004
Os empresários ameaçavam demitir hoje 11 mil funcionários, o que representa 30% da mão-de-obra empregada no setor em Mato Grosso. Também estavam dispostos a invadir e fechar as unidades do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama).
Mas decidiram dar trégua após a declaração de apoio de deputados federais e senadores de Mato Grosso, além do próprio ministro da Casa Civil, José Dirceu. "Estamos agora tentando apaziguar a revolta do setor, uma vez que sentimos o empenho do ministro em resolver esse caso", justifica.
O Sindusmad aguarda novo parecer da Advocacia Geral da União (AGU) sobre a Medida Provisória 2166/2001 que condiciona a liberação de manejo florestal às áreas com 80% de reserva legal averbadas. "As interpretações feitas até então pretendem forçar regularização de área (de 50% para 80%) utilizando a liberação de manejo como instrumento", protesta o assessor ambiental da Fiemt, Álvaro Leite.
A inviabilidade de continuar funcionando, se não for resolvida com urgência a questão, se deve ao fato de o setor estar em sua época de safra. Durante o período de seca, que vai de junho a novembro, as madeireiras recolhem a matéria-prima para produzir no período e também reservar para a época de chuva, que começa em dezembro. Em situação normal de funcionamento, as 1,2 mil indústrias no Estado processam juntas 4 milhões de metros cúbicos de toras por ano.
Fonte: Amazonia.org.br – 01/06/2004
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(GERAL)














