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Notícias
07
out
2010
(ECONOMIA)
Custo com desastres ambientais em 2008 foi de US$ 6,6 trilhões
Os prejuízos acarretados com os danos ao meio ambiente causados pelo homem em 2008 somaram exorbitantes US$ 6,6 bilhões ou 11% do PIB global, e a projeção é que esse valor suba para US$ 28 trilhões até 2050.
Essas são as conclusões do novo relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) em parceria com a iniciativa Principles for Responsible Investment (PRI) que será divulgado ainda nesta terça-feira (5).
O objetivo do estudo é mensurar financeiramente os danos ambientais e dessa forma chamar atenção de governos e empresas para a questão ecológica e para o desenvolvimento sustentável.
O relatório mostra que as três mil maiores companhias do mundo foram responsáveis por um terço de toda a destruição do meio ambiente em 2008, num total de US$ 2,2 trilhões em prejuízos.
“Está é uma mensagem poderosa para as empresas: o meio ambiente também faz parte dos negócios. Cada vez mais os governos irão fazer os poluidores pagarem e as companhias devem estar atentas a isso. Precisamos parar de desvalorizar o capital natural do planeta”, salientou Paul Clements-Hunt, chefe da Iniciativa para Finanças do PNUMA.
Essas são as conclusões do novo relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) em parceria com a iniciativa Principles for Responsible Investment (PRI) que será divulgado ainda nesta terça-feira (5).
O objetivo do estudo é mensurar financeiramente os danos ambientais e dessa forma chamar atenção de governos e empresas para a questão ecológica e para o desenvolvimento sustentável.
O relatório mostra que as três mil maiores companhias do mundo foram responsáveis por um terço de toda a destruição do meio ambiente em 2008, num total de US$ 2,2 trilhões em prejuízos.
“Está é uma mensagem poderosa para as empresas: o meio ambiente também faz parte dos negócios. Cada vez mais os governos irão fazer os poluidores pagarem e as companhias devem estar atentas a isso. Precisamos parar de desvalorizar o capital natural do planeta”, salientou Paul Clements-Hunt, chefe da Iniciativa para Finanças do PNUMA.
Fonte: Carbono Brasil/Business Green
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